AGRONEGÓCIO

Produtora de soja conseguiu driblar quebra produtiva em Mato Grosso do Sul

Publicado em

produtora-de-soja-conseguiu-driblar-quebra-produtiva-em-mato-grosso-do-sul

. . . . . . . . . . . . . . . 20 de May de 2024

Tech

Published

2 horas ago

on

Rio Brilhante é um dos maiores produtores de soja de Mato Grosso do Sul. Com a queda de rendimento nesta temporada por conta do clima seco, o produtor do município tem investido em sustentabilidade para evitar maiores perdas. Este foi um dos destaques do 17º episódio do programa do Soja Brasil, disponível no vídeo ao fim do texto.

A família Britto Fernandes, tradicionalmente criadora de gado de leite e de corte, que saiu do interior de São Paulo para o Centro-Oeste em 1971. No início da década de 90 a integração lavoura-pecuária passou a fazer parte do negócio, agregando maiores rendimentos à produção animal e dos grãos na fazenda Pão e Mel.

Produtividade de soja

Graças ao sistema de rotação e ao cuidado com a fertilidade do solo, a propriedade atingiu 60 sacas de soja na atual safra, enquanto a média do município ficou em 49. Mesmo assim, o número é inferior às 72 sacas da temporada passada. Atualmente, Rio Brilhante dedica 140 mil hectares à soja.

“Colocamos braquiária junto com o milho e, assim, temos uma cobertura, uma matéria orgânica antes do plantio da soja, o que preserva o solo. Possuímos áreas de produção que ficam um ano só com pastagem. Exploramos com o gado e só depois retornamos para a agricultura”, com a produtora Maira Cristina Fernandes.

Perfil de Rio Brilhante

Se pela baixa altitude Rio Brilhante sofre com as altas temperaturas, o produtor local busca na tecnologia a saída para se manter na atividade e equilibrar metas produtivas.

“Este ano, devido às altas temperaturas e problemas com veranico, teve muita falta de chuva. Acreditamos em uma queda de aproximadamente 30% da produção nesta safra. Tem muitos produtores investindo em irrigação. Alguns aqui têm praticamente 90% da área irrigada”, conta o presidente do Sindicato Rural do município, Luciano Cargnin Manfio.

Além do investimento em tecnologia, a tradição familiar e a quebra de paradigmas também são fatores que motivam a prosseguir na atividade rural.

“A gente quebrou um pouquinho esse lado do masculino com com a chegada da minha mãe na família. Ela veio para ajudar o meu pai e depois para tomar conta da fazenda do meu avô de pecuária. Ela foi uma fonte de inspiração para eu me colocar mediante à empresa como mulher, ao lado de meus irmãos”, conta Maira.

Tech

produtores de suínos estimam prejuízos milionários

Published

1 minuto ago

on

20 de maio de 2024

As enchentes no Rio Grande do Sul causaram perdas significativas na suinocultura, especialmente nas regiões do Vale do Taquari, Vale do Caí e Serra Gaúcha, com destruição de infraestrutura e alta mortalidade de animais.

Leia Também:  Conab diz que exportação de soja de janeiro a julho é recorde: 72 milhões de toneladas

De acordo com o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador, aproximadamente 25 mil m² de pocilgas foram destruídos, e cerca de 12.600 suínos morreram, resultando em prejuízos financeiros estimados entre R$ 40 milhões e R$ 45 milhões

Impacto nas propriedades rurais

Mais de 30 propriedades rurais sofreram perdas de animais e infraestrutura, com consequências adicionais na saúde e desenvolvimento dos suínos sobreviventes devido à falta de alimento e água, afirma Folador.

Segundo ele, também a logística de abastecimento de ração e transporte de suínos foi severamente afetada, mas a situação estaria melhorando com a liberação das estradas.

O governo federal promete recursos financeiros e medidas de prorrogação de dívidas para apoiar a reconstrução das áreas afetadas e ajudar os produtores a retomar suas atividades.

Tech

Mais de 450 cursos gratuitos são divulgados pelo Senar-SC

Published

47 minutos ago

on

20 de maio de 2024

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar-SC) acaba de divulgar uma lista de cursos gratuitos para quem busca atualização de conhecimentos e capacitação.

Mais de 450 treinamentos do Programa de Formação Profissional Rural (FPR) e da Promoção Social (PS) estão à disposição do público do campo e podem ser conferidas aqui.

As oportunidades contemplam diversas áreas e o objetivo é promover conhecimentos e auxiliar no aperfeiçoamento de técnicas para implementar nas atividades rurais.

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, ressalta a importância da iniciativa como um dos pilares do desenvolvimento do setor produtivo catarinense.

“As capacitações do Senar-SC estão entre as iniciativas que contribuem para o constante avanço do setor em nosso estado. Somos comprometidos com a inovação e priorizamos conteúdos atualizados, que aliem teoria e prática, nas mais diversas áreas do setor produtivo”.

A Formação Profissional Rural contempla capacitações nas áreas de agricultura, agroindústria, aquicultura, atividades de apoio agrossilvipastoril e relativas à prestação de serviços, pecuária e silvicultura.

Na Promoção Social são oferecidos treinamentos focados na educação, organização comunitária, saúde, alimentação e nutrição, além de artesanato.

Cursos em destaque

A programação de junho contempla cursos como:

  • Emissão de Guias de Trânsito Animal (e-GTA) e de Origem de Produtos Vegetais (e-Origem);
  • Inseminação artificial em bovinos;
  • Produção e manejo de ovinos;
  • Motosserra – operação e manutenção no corte de árvores;
  • Turismo Rural – identificação e seleção de oportunidades de negócios;
  • Emissão de nota fiscal eletrônica do produtor rural;
  • Produção caseira de massas para congelamento;
  • Soldador – arco elétrico com eletrodo revestido;
  • Inclusão digital rural – informática básica 1;
  • Segurança e saúde no trabalho com agrotóxicos – NR 31;
  • Aumento da produtividade do mel; entre outros.
Leia Também:  TRIGO/CEPEA: Produtor segue atento às atividades de campo

A lista completa de treinamentos, bem como informações de datas e municípios pode ser acessada no site. As inscrições devem ser feitas no Sindicato Rural de sua região.

Tech

Governo zera tarifa de importação de 3 tipos de arroz para garantir abastecimento

Published

1 hora ago

on

20 de maio de 2024

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmou nesta segunda-feira (20) que o governo zerou a tarifa de importação de três tipos de arroz. Em nota, o ministério informou que a medida foi aprovada em reunião extraordinária do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) nesta segunda-feira para “garantir o abastecimento” do produto.

“O governo está agindo de forma decisiva para garantir a segurança alimentar e o bem-estar de todos os brasileiros. Ao zerar as tarifas, buscamos evitar problemas de desabastecimento ou de aumento do preço do produto no Brasil, por causa da redução de oferta”, disse o vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin na nota.

Segundo o MDIC, a isenção do imposto de importação entra em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União e terá validade até 31 de dezembro deste ano. A expectativa é de publicação no DOU até quinta-feira.

Estarão inclusos na tarifa zero dois tipos de arroz não parboilizados (descascado e com casca) e um tipo de arroz beneficiado, polido ou brunido.

“A Secretaria de Comércio Exterior do MDIC (Secex) vai monitorar a situação para reavaliação do período de vigência, caso necessário, acrescentou a pasta.

O Ministério afirmou ainda que a medida atende a pedido do Ministério da Agricultura e Pecuária e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo o MIDC, a medida visa evitar que a “oferta nacional do produto seja comprometida pelas enchentes no Rio Grande do Sul, responsável por cerca de 70% da produção nacional”.

O arroz do Mercosul, do qual provém a maior parte do arroz internalizado pela indústria brasileira, já era livre do imposto de importação. Entretanto, para cereal de países de fora do bloco era aplicada a Tarifa Externa Comum de 9% para o arroz não parboilizado com casca ou descascado e de 10,8% sobre o arroz beneficiado polido ou brunido. Na avaliação do MDIC, há potencial para importação de arroz de outras origens, como a Tailândia.

“Em 2024, até abril, as compras de arroz da Tailândia já representam 18,2% do total importado”, observou o MDIC.

Agro MT

Anúncio

MAIS LIDAS DA SEMANA