AGRONEGÓCIO
Sem Chicago, preços e negócios da soja estagnam no Brasil
. . . . . . . . . . . . . . . 2 de September de 2024
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Os preços da soja ficaram nominais no Brasil nesta segunda-feira (2). Sem a Bolsa de Chicago (CBOT), os negócios, se ocorreram, foram pontuais.
Os ajustes nas cotações levaram em conta o dólar. As tradings estiveram de fora do mercado:
Preços no Brasil
- Região das Missões: R$ 131
- Porto de Rio Grande: R$ 139
- Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 134 para R$ 133
- Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 139 para R$ 138
- Rondonópolis (MT): R$ 131
Soja em Chicago
Os mercados financeiro e agrícola dos Estados Unidos não operaram nesta segunda-feira (2), devido ao feriado do Dia do Trabalho.
Com isso, as bolsas de Chicago para grãos e cereais (soja, subprodutos, trigo e milho), o mercado financeiro em Wall Street e a bolsa de Nova York para soft commodities (algodão, cacau, café, suco de laranja e açúcar) não abriram.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,6156 para venda e a R$ 5,6136 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6041 e a máxima de R$ 5,6596.

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o que esperar do mercado nos próximos dias
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1 hora ago
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2 de setembro de 2024

Em Chicago, o contrato de soja para setembro de 2024 encerrou a semana passada a U$ 9,81 o bushel, subindo. Acompanhando o ritmo, o vencimento de março de 2025 também fechou a U$ 10,30 o bushel.
No mercado físico brasileiro, os movimentos tiveram predominância de alta, impulsionados pelo dólar aumentando 2,92%, para R$ 5,64.
O que esperar do mercado da soja agora?
- Exportações norte-americanas: o ano-safra norte-americano, encerrado em 31 de agosto, registrou uma queda de mais de 15% no volume total de exportações em comparação com o ano-safra anterior, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Para o ciclo de comercialização 2024/25, as vendas acumuladas de soja correspondem a 20,5% da meta projetada pelo órgão, em contraste com a média de 26,5% dos últimos cinco anos. Para alcançar a previsão do órgão, as vendas semanais precisarão atingir uma média de 740.000 toneladas.
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Brasil já registrou mais de 154 mil focos de calor este ano
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2 horas ago
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2 de setembro de 2024

O Brasil iniciou o mês de setembro com mais 154 mil focos de calor registrados este ano, segundo o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O maior número de frentes de fogo está na Amazônia, que concentra 42,7% dos focos registrados no domingo (1º) e nesta segunda-feira (2).
De acordo com o Inpe, como esses dados são gerados por imagens de satélite, que variam em captação de áreas entre 375 metros quadrados (m²) e 4 quilômetros quadrados (km²), cada foco pode representar uma ou várias frentes de fogo ativas.
Da mesma forma, uma frente de fogo muito grande pode ser captada por mais de um satélite e representar mais de um foco de calor.
Focos de calor continuam avançando
Na comparação com os dados divulgados no último boletim do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), no último sábado (31), os focos de calor continuam avançando pelos biomas brasileiros, em relação ao registrado até o dia 27 de agosto, até quando já haviam sido captados pouco mais de 112 mil focos de calor no país.
Embora a Amazônia seja o bioma mais atingido, por causa da extensão de seu território, o município mais afetado foi Corumbá, em Mato Grosso do Sul, onde o bioma predominante é o Pantanal e foram detectados 4.245 focos. Já o segundo município mais atingido foi Apuí, no Amazonas, onde houve 3.401 focos até o dia 27 de agosto.
De acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa-UFRJ), a área da Amazônia que já foi consumida pelo fogo em 2024 ultrapassou 5,5 milhões de hectares e o Pantanal já perdeu 2,5 milhões de hectares até esse domingo.
Equipes de combate
O MMA informou que atualmente atuam na Amazônia 1.468 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Já no Pantanal, esses órgãos atuam com 391 profissionais, que se somam a outros 343 das Forças Armadas, 79 da Força Nacional de Segurança Pública e dez da Polícia Federal. Também estão sendo empregadas 18 aeronaves e 52 embarcações do governo federal.
Na última terça-feira (27), o Supremo Tribunal Federal determinou o prazo de 15 dias para que o governo federal reforce o número de pessoas e de equipamentos no combate ao fogo no Pantanal e na Amazônia.
No dia 10 de setembro, o cumprimento da medida deverá ser avaliado em audiência de conciliação que tratará de três ações de descumprimento de preceito fundamental (ADPFs) que tratam do tema.
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Ferramenta promete detectar maturação do café com até 97% de precisão
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3 horas ago
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2 de setembro de 2024

O faturamento bruto total das lavouras de café no Brasil em 2024 deve ser de, aproximadamente, R$ 66,5 bilhões, de acordo com informações divulgadas pelo Observatório do Café.
Desse total, a espécie Coffea arabica (arábica) corresponde a mais de 70%, o que representa cerca de R$ 48 bilhões da receita.
Pensando nesse potencial, a empresa de soluções tecnológicas CodeBit e a agrotech AgroBee se uniram para otimizar o tempo de coleta de dados nos cafezais.
A promessa é que uma nova ferramenta criada pelas duas (que ainda está em desenvolvimento e não foi batizada) permita ao produtor prever a produtividade das plantas antes mesmo da colheita. “Foi um desafio metodológico e tecnológico”, afirma Heitor Cunha, CEO da CodeBit.
Segundo ele, durante quatro meses, um modelo de inteligência artificial (IA) que utiliza Redes Neurais Convolucionais para a detecção de objetos em imagens foi treinado pela equipe da empresa.
Assim, com uma base de dados de mais de cinco mil imagens, o modelo atingiu 97% de precisão na contagem e na detecção do estado de maturação dos frutos.
De acordo com Cunha, a tecnologia consegue processar mais de 20 mil imagens em menos de meio dia.
Análise de grande volume de café

A ferramenta ainda depende de avaliação da Fapesp para que a segunda fase de desenvolvimento prossiga. Ela utiliza algoritmos de aprendizado de IA para analisar grandes volumes de informações rapidamente.
“Tradicionalmente, a estimativa de produção é feita de forma empírica. Com essa automação, podemos analisar um grande volume de dados em pouco tempo e com maior precisão”, explica Diego Moure Oliveira, PhD e R&D Manager da AgroBee.
Segundo ele, a solução digital vai permitir ao produtor a identificação de demandas locais da lavoura, assim como otimizar o uso de insumos, recursos hídricos e defensivos, além de reduzir emissões de gases de efeito estufa e a pegada de carbono.
As empresas informam, ainda, que planejam expandir o uso da tecnologia, disponibilizando-a para smartphones, o que deve permitir o acesso de pequenos e grandes produtores.
Agro MT
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