AGRONEGÓCIO
A reciclagem e os projetos sociais nas fazendas do grupo Bom Futuro
. . . . . . . . . . . . . . . 4 de September de 2024
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2 minutos ago
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Uma rotina importante que se tornou um ativo para o patrocínio de projetos sociais, educacionais e ambientais dentro das fazendas. O programa Separô, recolhe todos os resíduos, sejam domésticos ou de processos de produção, para a destinação correta.
O processo de separação acontece na origem do lixo – orgânicos e recicláveis não se misturam.
A fazenda Filadélfia em Campo Verde, região sudeste de Mato Grosso, há 14 anos, pertence ao grupo Bom Futuro e faz o gerenciamento dos resíduos. Depois de recolhidos, eles vão para um galpão onde são classificados. Este, é um modelo padrão aplicado em cada fazenda do grupo.
O almoxarife, Eliomarcio Santos, comenta ao MT Sustentável desta semana, que a classificação é minuciosa.
“É uma classificação onde a gente separa garrafas por cor, plásticos maleáveis, plásticos rígidos para poder dar destino aos parceiros que vem fazer essa coleta na nossa unidade“”, explica.
Duas vezes por mês ou sob demanda, empresas coletoras, com quem a fazenda tem parcerias, recolhem o material que será enviado para a indústria de reciclagem.
Conforme a gerente ambiental, Elaine Silva, o grupo começou a fomentar uma cadeia que antes era pouco explorada. “A Bom Futuro é um grande contribuinte para a reciclagem no estado”.
No primeiro semestre deste ano, somando todas as unidades do grupo, foram recolhidas quase quatro mil toneladas de resíduos. Parte desse material foi comercializado e o dinheiro arrecadado pelo projeto, com a venda dos recicláveis, é utilizado para atividades sociais e educacionais, dentro das fazendas para as famílias dos colaboradores.


O programa, ainda separa custos para projetos como o “Sementes do Futuro”, onde os filhos dos colaboradores têm atividades como esportes, música, teatro e aulas de inglês e espanhol.
“Então, isso é bacana, porque você pensa, uma propriedade rural que está a 80 quilômetros de um centro urbano e as crianças têm oportunidade de aprender um outro idioma, de aprender outras habilidades dentro de um programa de contraturno escolar e hoje é financiado 100% pelo programa Separô”, pontua Elaine.
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47ª Expointer termina com faturamento de R$ 8,1 bilhões
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16 horas ago
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4 de setembro de 2024

A 47ª Expointer, realizada em Esteio, Rio Grande do Sul, encerrou neste domingo (01.09) com um faturamento impressionante de R$ 8,1 bilhões, um aumento de 1,41% em relação ao ano anterior. O setor de máquinas e implementos agrícolas foi o grande destaque, movimentando R$ 7,4 bilhões, um crescimento de pouco mais de 0,5% comparado a 2023.
Este ano, a feira teve como tema a reconstrução e retomada após as enchentes de abril e maio, que deixaram o Parque Estadual de Exposições Assis Brasil alagado por mais de 30 dias. Foram investidos cerca de R$ 6 milhões em reformas e melhorias para a realização do evento. “Estamos extremamente felizes e realizados de fechar uma feira de superação. O Rio Grande do Sul é muito forte e tem muita resiliência”, afirmou o secretário da agricultura.
O número de animais em exposição, um dos principais atrativos da feira, aumentou 12% em relação à última edição, totalizando 4.796 inscritos. Novas raças de ovinos, como a dhone merino, e de equídeos, como os muares, participaram pela primeira vez. Os negócios envolvendo animais somaram quase R$ 19 milhões, um crescimento de 48% em relação a 2023.
O Pavilhão da Agricultura Familiar (PAF) também registrou crescimento, passando de 372 empreendimentos em 2023 para 413 em 2024. Desses, 216 são liderados por mulheres, 125 por jovens e 73 participaram da feira pela primeira vez. As negociações no setor de agricultura familiar alcançaram R$ 10,8 milhões, um aumento de 25,4% em relação ao ano anterior.
“70% dos implementos agrícolas vendidos no Brasil são produzidos no Rio Grande do Sul. Temos muitos compradores de fora do Estado, o que traz uma boa perspectiva”, destacou Clair Kuhn, secretário da agricultura. A feira contou com 2.067 expositores e mais de 650 mil visitantes até a manhã de domingo (1/9). Os números finais de visitantes serão divulgados hoje 02.09.
Fonte: Pensar Agro
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Soja fecha agosto com variação nos preços e impactos do cenário internacional
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17 horas ago
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4 de setembro de 2024

O mercado da soja fechou agosto com negociações mais lentas e incertezas econômicas. Apesar de algumas altas pontuais, o movimento geral foi de pressão sobre as cotações, influenciado por fatores internacionais e pelo comportamento do câmbio.
No início do mês, a saca de 60 quilos da soja em Passo Fundo (RS) estava cotada a R$ 132,00, mas encerrou o período com uma leve queda, em torno de R$ 130,00. Em Cascavel (PR), houve um pequeno aumento, com os preços subindo de R$ 129,00 para R$ 133,00. Já em Rondonópolis (MT), o avanço foi mais expressivo, de R$ 123,00 para R$ 131,00. No Porto de Paranaguá (PR), o preço se manteve estável, abrindo e fechando agosto a R$ 138,00.
No cenário internacional, a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) registrou uma queda de 2,12% nos contratos futuros para novembro, que são os mais negociados. A cotação ficou abaixo de US$ 10,00 por bushel durante grande parte do mês, sendo registrada na manhã do dia 30 a US$ 10,00 ¾ por bushel.
Essa pressão sobre os preços internacionais é atribuída ao bom desenvolvimento das lavouras de soja nos Estados Unidos, onde o clima favorável contribuiu para expectativas otimistas sobre a safra de 2024. A estimativa da Pro Farmer, divulgada após o tradicional crop tour realizado entre 19 e 23 de agosto, aponta para uma produção recorde de 4,74 bilhões de bushels, com uma produtividade média de 54,9 bushels por acre. Esse número supera a previsão do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que indicou uma produção de 4,589 bilhões de bushels e um rendimento de 53,2 bushels por acre.
No Brasil, o câmbio também exerceu influência significativa no mercado. O dólar recuou 0,56% ao longo de agosto, encerrando o mês cotado a R$ 5,62. Apesar da queda, a moeda americana oscilou bastante, chegando a picos superiores a R$ 5,80, o que incentivou alguns negócios pontuais e ajudou a estabilizar os preços da soja no mercado físico.
Em resumo, o mês de agosto foi marcado por variações pontuais nos preços da soja, com um mercado mais lento e influências significativas do cenário internacional, especialmente em relação às previsões de safra nos Estados Unidos e ao comportamento do câmbio no Brasil.
Fonte: Pensar Agro
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Mato Grosso inaugura a maior indústria de óleo de algodão do Brasil
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17 horas ago
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4 de setembro de 2024

Mato Grosso deu um passo importante para fortalecer sua indústria agroindustrial com a aprovação do diferimento de ICMS para operações internas com óleo bruto de algodão. A medida, sancionada pelo Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat) em 30 de agosto, viabiliza a inauguração da maior planta industrial de óleo de algodão do país, que será operada pela Icofort Agroindustrial S/A em Nova Mutum.
Essa nova unidade industrial, que deve começar a funcionar ainda este ano, terá a capacidade de processar 198 mil toneladas de caroço de algodão por ano e refinar 108 mil toneladas de óleo bruto. Além de alavancar a produção local, a fábrica também vai gerar 156 empregos diretos e aproximadamente 600 indiretos, estimulando diversos setores econômicos como o cultivo de algodão, a produção de insumos agropecuários e a logística.
O estado de Mato Grosso, já conhecido por sua expressiva produção de algodão, reforça ainda mais sua cadeia produtiva com essa nova instalação. Além de processar o caroço de algodão local, a planta vai adquirir óleo bruto de fornecedores do estado, garantindo o abastecimento necessário para atender à crescente demanda por óleo vegetal refinado no mercado brasileiro.
A aprovação do diferimento de ICMS foi defendida pela Fiemt junto ao Condeprodemat como uma estratégia para incentivar o crescimento da indústria local, criando novas oportunidades para produtores e fornecedores em Mato Grosso.
Para o presidente da Fiemt, Silvio Rangel, essa conquista coloca o estado em um novo patamar dentro da agroindústria nacional. “A nova fábrica da Icofort em Nova Mutum é um marco no desenvolvimento industrial de Mato Grosso, gerando empregos, fortalecendo a economia e posicionando o estado como um polo estratégico na produção industrial,” afirmou Rangel, destacando o compromisso da Fiemt com o desenvolvimento econômico sustentável na região.
Fonte: Pensar Agro
Agro MT
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