AGRONEGÓCIO

Boletim climático traz atualizações para os meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro – MAIS SOJA

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. . . . . . . . . . . . . . . 5 de December de 2024

Sustentabilidade

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4 horas ago

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As condições climáticas afetam diretamente o estabelecimento e desenvolvimento das lavouras. Considerando que a soja é a cultura mais cultivada na safra de verão, e que a planta apresenta grande requerimento hídrico, acompanhar as previsões climáticas é determinante para embasar práticas de manejo, bem como posicionar a cultura visando mitigar os efeitos do déficit hídrico.

Em mais uma atualização do Boletim do Sistema Tempocampo da ESALQ, o pesquisador Fábio Marin traz atualizações sobre o clima. Conforme destacado por Fábio, em grande parte do país, as chuvas do mês de Novembro foram expressivas, contribuindo para a melhoria das condições hídricas do solo, favorecendo a semeadura e estabelecimento das lavouras no campo.



Com relação as previsões para o mês de Dezembro, para os primeiros 15 dias, os prognósticos indicam bons volumes de chuvas, entretanto, considerando o mês inteiro, as previsões climáticas indicam grande probabilidade da ocorrência de chuvas baixo da média para o período, especialmente para o Sul do Brasil.

Embora com maior incerteza, havendo divergências entre modelos climatológicos, os prognósticos climáticos para o mês de Janeiro indicam a ocorrência de chuvas dentro da média para o período, com variações entre regiões. Para Fevereiro de 2025, o cenário não muda muito. Embora com grande incerteza por se tratar de uma previsão a longo prazo, os modelos climatológicos indicam condições favoráveis para a maioria do território brasileiro, com bons volumes de chuva.

Confira abaixo as atualizações trazidas por Fábio Marin em mais um Boletim Tempocampo/ESALQ.


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ALMT

Ganhador de R$ 201 milhões da Mega-sena morre 24 dias após retirar prêmio em Cuiabá I MT

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5 horas ago

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4 de dezembro de 2024

Ganhador fez uma aposta de R$ 5 e ganhou sozinho o prêmio milionário.

O ganhador que levou sozinho R$ 201.963.763,26 no sorteio da Mega-Sena, em novembro, morreu nesta quarta-feira (4 ) por suspeita de mal súbito enquanto fazia um tratamento odontológico em uma clínica de Cuiabá. A informação foi confirmada pela família a imprensa.

Antonio Lopes foi vencedor do sorteio 2.795 da Mega-Sena, realizado no dia 9 de novembro, em São Paulo. Ele acertou as seis dezenas do sorteio com uma aposta simples, de R$ 5. O prêmio foi retirado no dia 11 do mesmo mês.

  • Veja os números sorteados: 13 – 16 – 33 – 43 – 46 – 55

Antonio era pecuarista e trabalhava com compra e venda de gado em fazendas de Mato Grosso. Ele deixa quatro filhos.

A família informou que aguarda liberação do corpo. A Polícia Civil informou que as equipes estão na clínica para colher informações para investigação.

Lotérica onde foi registrada a aposta — Foto: Carolina Andreani/TVCA

Lotérica onde foi registrada a aposta — Foto: Carolina Andreani/TVCA

O prêmio pago a Antonio foi um dos 10 maiores da história. A lista considera os concursos regulares da Mega — ou seja, não inclui a Mega da Virada (veja o ranking abaixo).

Leia Também:  FRANGO/CEPEA: Demanda se aquece, e valores reagem em fevereiro

Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 2.795:

  • 6 acertos: 1 aposta ganhadora, R$ 201.963.763,26
  • 5 acertos: 242 apostas ganhadoras, R$ 49.426,51
  • 4 acertos: 19.146 apostas ganhadoras, R$ 892,4

Números sorteados do concurso 2795 da mega-sena. — Foto: Caixa

Números sorteados do concurso 2795 da mega-sena. — Foto: Caixa

Segundo a lotérica que registrou o bilhete, o cliente fez uma aposta simples, com apenas seis dezenas, e pagou R$ 5 pelo bilhete. Nesse caso, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860.

Ao g1, a proprietária da lotérica onde a aposta foi feita, Dalia Chahine, após sorteio, o movimento no local cresceu. Ainda de acordo com ela, esse foi o prêmio de valor mais alto já registrado na lotérica, que foi aberta há cinco anos.

Sustentabilidade

Enacal: “O calcário é uma parceria em que todos ganham”, diz Bellato – MAIS SOJA

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6 horas ago

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4 de dezembro de 2024

O Encontro Nacional dos Produtores de Calcário Agrícola (Enacal) reforçou a necessidade de correção da acidez do solo no Brasil. “O calcário representa uma parceria em que todos ganham”, disse o presidente da Abracal, João Bellato Júnior, na abertura do evento.

Curitiba sediou os debates do Enacal em 2024. Entre os dias 27 e 29 de novembro, empresários, produtores rurais e especialistas puderam avaliar as principais práticas que impactam a fertilidade dos solos tropicais, como os do Brasil. Também avaliaram ações de gestão nas empresas e as perspectivas do cenário mundial para o agronegócio brasileiro.

Bellato apresentou um dado importante em sua fala, na abertura do evento. A defasagem no consumo de calcário no Brasil equivale a 4 meses de produção da indústria nacional do insumo.

Segundo ele, as mais de 300 produtoras de calcário no país estão aptas a alavancar o consumo, sem necessidade de novos investimentos. O presidente da Abracal avalia que a utilização do parque industrial já existente na geração de insumos será importante diante de desafios nacional no campo, como o estresse hídrico.

Veja o posicionamento de Bellato aqui, na seção “Palavra do Presidente”.

Já o presidente do Sindicato das Indústrias de Calcário do Paraná (Sindemcap), Diego Mocelin, reforçou a disposição dos empresários do Paraná em atuar na evolução do consumo.

Segundo Mocelin, o consumo por hectare ainda está baixo no estado, e as ações do sindicato estadual têm buscado trazer trabalhos de pesquisadores que mostram os benefícios da correção da acidez na rentabilidade dos produtores rurais.

Empresário do setor de calcário, o vice-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), Cláudio Grochowicz, também reforçou a necessidade do fortalecimento da indústria no país. No ato de abertura, Grochowicz representou o presidente da FIEP, Edson Vasconcelos.

Em 2025, no Rio Grande do Sul

Uma das atividades da Diretoria da Abracal em Curitiba foi a avaliação das atividades desenvolvidas nos últimos meses. Em assembleia, os diretores definiram que o Enacal de 2025 será realizado no Rio Grande do Sul.

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O encontro ocorre anualmente em um estado diferente.

Vídeos resumirão as palestras

O conteúdo das palestras do Enacal de Curitiba foi bastante elogiado pelo público presente. Quase 300 pessoas acompanharam as apresentações.

Também chamou a atenção a movimentação no espaço dos patrocinadores do evento, com reuniões sobre produtos e serviços voltados aos produtores de calcário agrícola. Novos negócios foram fechados, o que deve trazer inovação ao segmento.

A convite do site da Abracal, os palestrantes deram depoimento citando as principais tendências dos temas abordados. Os vídeos serão postados nos próximos dias.

Fonte: Abracal.


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Sustentabilidade

CNA debate medidas para proteger a competitividade do agro brasileiro no exterior – MAIS SOJA

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7 horas ago

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4 de dezembro de 2024

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na quarta (4), de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal para discutir o Projeto de Lei 2.088/2023, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima.

A proposta, do senador Zequinha Marinho (PL/PA), torna obrigatório a outros países o cumprimento de padrões ambientais compatíveis aos do Brasil, com o objetivo de garantir a proteção da competitividade do setor agropecuário brasileiro frente a práticas desleais no comércio global.

Na audiência, a diretora de Relações Internacionais da CNA, Sueme Mori, afirmou que a entidade é favorável ao projeto e à adoção de medidas governamentais para reequilibrar as relações comerciais, principalmente diante da relevância do agro no exterior e o aumento do protecionismo mundial.

“O Brasil é o maior exportador líquido de alimentos e ainda não alcançou todo o seu potencial. E com o aumento do protagonismo e da liderança do agro no mercado internacional, o setor sofrerá cada vez mais ataques. É importante saber como vamos responder iniciativas unilaterais que impactam negativamente o comércio”, disse.

No debate, Sueme Mori citou as recentes declarações do grupo Carrefour e do Parlamento Europeu em relação à carne de países do Mercosul e o enfraquecimento da Organização Mundial do Comércio (OMC), que torna o movimento protecionista da União Europeia e de outros países cada vez mais preocupante.

“Na lógica de comércio, uma empresa privada dizer que não quer mais importar um produto faz parte, mas o que estamos vendo acontecer são iniciativas governamentais dizendo como os países devem se comportar”, destacou.

Para a diretora da CNA, o Projeto de Lei 2.088/2023 é importante para reequilibrar as relações de comércio, mas deve considerar que o agro brasileiro é um grande fornecedor de meio de cadeia, que importa e exporta muito, e qualquer iniciativa de “reciprocidade” pode ter um impacto geral em todos os setores.

“O PL precisa respeitar os normativos da OMC e não ser prejudicial à economia brasileira como um todo. Não podemos correr o risco de comprometer o nosso meio de cadeia, nem o que a gente importa, nem o que a gente exporta”, concluiu Sueme.

Assista a audiência na íntegra:

Fonte: CNA



FONTE

Autor:Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Site: CNA


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