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Idoso mata companheira a golpes de ferro e martelo e se suicida ao ser cercado pela polícia

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Um idoso de 64 anos, identificado como Aristóteles Leite Farias, matou a própria companheira, Dileia das Graças Ribeiro Silva, de 42 anos, com golpes de barra de ferro e martelo, dentro de uma residência localizada na Avenida Amazonas, nº 19. Em seguida, ao ser encurralado pela Polícia Militar, ele tirou a própria vida.

De acordo com as informações apuradas, o crime ocorreu após uma discussão acalorada, motivada por ciúmes e suspeitas de traição. No momento do ataque, ambos estavam nus. Dileia foi brutalmente agredida na cabeça, sem qualquer chance de defesa. A cena se torna ainda mais perturbadora porque, minutos antes de morrer, a vítima implorou perdão e pediu para que os dois fossem embora “para qualquer lugar”.

Toda a discussão e parte da violência foram registradas em vídeo por um adolescente de 15 anos, que presenciou o ocorrido e acionou a polícia.

A Polícia Militar chegou rapidamente, cercou o imóvel e isolou todas as rotas de fuga. Por uma fresta da porta dos fundos, os policiais visualizaram o corpo de Dileia já sem vida, estendido no chão. Dentro da casa, Aristóteles foi encontrado ensanguentado e despido. Mesmo após receber ordem de rendição, ele caminhou até a cozinha e, em um ato extremo para evitar a prisão, cravou uma faca no próprio pescoço, cometendo suicídio na frente dos agentes.

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Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas ambos já estavam sem sinais vitais. O local apresentava grande quantidade de sangue, indicando a violência extrema do ataque.

A Polícia Civil realizou uma perícia técnica minuciosa, recolhendo as armas utilizadas no crime — barra de ferro, martelo e faca — além de vestígios biológicos para exames complementares. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML).

Familiares relataram que o casal mantinha um relacionamento marcado por desavenças constantes e ciúmes possessivos, embora não houvesse registros formais anteriores de violência doméstica. Há indícios de consumo de álcool, fator que pode ter contribuído para a escalada da agressão. O caso segue sob investigação.

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