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URGENTE: Após deixar prisão, MC Mestrão dispara: “se me pagar, eu faço”; VEJA VIDEO

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O cantor Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como MC Mestrão, teve a liberdade concedida pela Justiça de Mato Grosso neste sábado (11), após decisão favorável em habeas corpus.

Ele havia sido preso durante a operação Ruptura CPX, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso, que investiga a atuação de uma organização criminosa na região metropolitana de Cuiabá.

Segundo as investigações, o artista é apontado como responsável por auxiliar na guarda e negociação de veículos roubados, além de atuar na difusão de conteúdos que reforçariam a identidade e a influência do grupo criminoso.

A operação foi desencadeada no dia 31 de março e teve como objetivo desarticular uma estrutura criminosa envolvida em diversos delitos, incluindo tráfico de drogas e receptação. As apurações tiveram início a partir de investigações relacionadas a um flagrante de furto e comércio ilegal de defensivos agrícolas.

Investigação

De acordo com a Polícia Civil, os elementos reunidos indicam que o grupo buscava consolidar domínio territorial em áreas como o Complexo Residencial Isabel Campos (CPX) e bairros adjacentes, estabelecendo regras próprias e monitorando a circulação de pessoas.

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As investigações também apontam que integrantes mantinham uma estrutura organizada por regiões, com divisão de responsabilidades e controle sobre atividades ilícitas, além de utilizar moradores para monitorar a presença de viaturas policiais.

No caso de MC Mestrão, a polícia afirma que ele mantinha contato com membros de alto escalão da organização e frequentava locais utilizados como pontos de encontro do grupo.

Declaração

Em depoimento, o cantor afirmou que produz músicas mediante pagamento e negou intenção direta de fazer apologia ao crime.

“É meu serviço, eu vivo da música. Se me pagar para fazer uma música, eu vou fazer”, declarou.

Apurações

Além da atuação artística, as investigações indicam que ele teria prestado apoio logístico ao grupo, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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