POLÍCIA

Saiba o que pode acontecer com delegado Bruno França após receber alta médica em Sorriso

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O delegado Bruno França Ferreira, de 42 anos, segue internado sob escolta policial após ser autuado em flagrante por tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil, após a intensa troca de tiros registrada na noite da última quarta-feira (13), em Sorriso.

Conforme apurado pelo portal Terra MT Digital, após receber alta médica, o delegado deverá passar pelos procedimentos legais relacionados ao flagrante lavrado pela Corregedoria da Polícia Civil.

Entre as medidas previstas, Bruno França deverá ser oficialmente ouvido pelas autoridades responsáveis pela investigação e, posteriormente, passará por audiência de custódia, procedimento em que a Justiça irá analisar a legalidade da prisão e decidir quais medidas serão adotadas no caso.

A decisão ficará a cargo do Poder Judiciário. O juiz responsável poderá determinar a liberdade provisória, aplicar medidas cautelares ou até converter o flagrante em prisão preventiva.

Caso a prisão preventiva seja decretada, o delegado poderá ser encaminhado para uma unidade prisional enquanto o processo segue em andamento.

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Bruno França permanece hospitalizado após ser baleado na mão esquerda durante o confronto. Conforme nota médica divulgada pelo Hospital Villa Romana, ele passou por procedimento cirúrgico para estabilização da fratura causada pelo disparo e segue com quadro clínico estável, sem risco de morte.

A ocorrência aconteceu em uma residência localizada na rua Pica-Pau, no bairro Parque das Araras. Segundo o boletim da Polícia Militar, equipes da Raio ouviram diversos disparos de arma de fogo enquanto encerravam o turno de serviço e seguiram até o local da ocorrência.

No endereço, os policiais encontraram um investigador da Polícia Civil armado e em estado de nervosismo. Conforme relato registrado no boletim, a troca de tiros teria ocorrido após desentendimentos envolvendo mensagens trocadas anteriormente entre os dois policiais civis.

O caso segue sendo investigado pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

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