MULHER
VEJA O VÍDEO: Não curtiu o post da firma? Empresária defende demissão e compra briga na internet
Uma declaração da empresária e dentista Mariana Almeida colocou fogo nas redes sociais e abriu uma discussão daquelas: funcionário é obrigado a curtir, comentar e compartilhar publicações da empresa?
No vídeo que viralizou nos últimos dias, Mariana defende que colaboradores que não interagem com os conteúdos institucionais da empresa demonstram falta de alinhamento com a cultura do negócio e ausência de comprometimento.
A fala ganhou repercussão justamente pelo tom direto. Segundo ela, o problema estaria no funcionário que trabalha todos os dias na empresa, recebe salário, cresce junto com o negócio, mas não apoia publicamente nada do que é construído pela organização.
“Pode parecer radical o que eu estou falando, mas olha só, presta bem atenção. Eu estou falando daquela pessoa que trabalha com você todos os dias, recebe o salário da sua empresa, cresce junto com a sua empresa, mas faz questão de não apoiar absolutamente nada do que você constrói”, declarou.
Para a empresária, atitudes simples, como curtir uma publicação, comentar ou compartilhar um conteúdo da empresa, seriam formas de demonstrar orgulho pelo ambiente de trabalho. Ela ainda sugere que a falta desse apoio nas redes poderia indicar que o funcionário também não defenderia a empresa no dia a dia.
A declaração dividiu opiniões. Parte dos internautas concordou com a empresária e afirmou que o funcionário deveria valorizar o local onde trabalha. Já outros detonaram a fala e defenderam que perfil pessoal não pode virar extensão obrigatória do marketing da empresa.
A polêmica também levantou um alerta jurídico. Especialistas em Direito do Trabalho afirmam que o empregador não pode obrigar funcionários a interagir com conteúdos da empresa em redes sociais pessoais.
Pela legislação trabalhista, o poder de direção da empresa tem limites e não pode invadir a vida privada do empregado. Exigir curtidas, comentários ou compartilhamentos como condição para manter o emprego pode ser visto como abuso e, dependendo do caso, até assédio moral.
Uma demissão motivada exclusivamente pela falta de interação nas redes sociais também pode ser questionada na Justiça do Trabalho, especialmente se o trabalhador comprovar constrangimento, pressão ou perseguição.
O caso reacendeu o debate sobre até onde vai o compromisso profissional e onde começa a vida privada do funcionário. Afinal, uma coisa é vestir a camisa da empresa no trabalho. Outra bem diferente é transformar o perfil pessoal em obrigação corporativa.
-
LUCAS DO RIO VERDE3 dias agoSaiba quem é o jovem que ficou em estado gravíssimo após acidente violento em Lucas do Rio Verde
-
LUCAS DO RIO VERDE4 dias agoHomem dá entrada no hospital com o corpo coberto de hematomas após possível “salve” em Lucas do Rio Verde
-
GERAL4 dias agoVEJA O VÍDEO: Mulher segue marido, descobre suposta traição e faz barraco em festa no rio
-
GERAL4 dias agoVereadora chama atenção ao acender rojão entre as nádegas antes de jogo do Brasil; veja o vídeo
-
LUCAS DO RIO VERDE5 dias agoEXCLUSIVO: Saiba quem é o homem espancado por seis pessoas e morto em Lucas do Rio Verde
-
CIDADES6 dias ago‘Não consigo sair na rua!’ Vídeo viral mudou tudo: padre diz que perdeu a paz e cobra R$ 300 mil na Justiça
-
VÍDEOS2 dias agoVEJA O VÍDEO: homem flagrado em ato obsceno em supermercado é encontrado e agredido por criminosos
-
ACIDENTE4 dias agoCarro atinge moto, foge sem prestar socorro e deixa homem em estado gravíssimo em Lucas do Rio Verde; veja o vídeo