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VEJA O VÍDEO: família denuncia supostos maus-tratos contra criança autista durante terapia dentro de casa

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Mulher apresentada como bacharel em Psicologia aparece em gravações divulgadas pela família; menino é autista e, segundo os parentes, não possui comunicação verbal.

Uma família de Lima, no Peru, denunciou uma mulher identificada nas publicações sobre o caso como Pamela Almenara por supostos maus-tratos contra uma criança autista durante atendimentos realizados dentro da residência.

O caso ganhou repercussão após imagens do atendimento começarem a circular nas redes sociais.

Segundo a denúncia apresentada pela família, o menino possui transtorno do espectro autista e é não verbal, condição que teria dificultado que ele relatasse diretamente aos responsáveis o que acontecia durante as sessões.

Família confiava na profissional

De acordo com os relatos divulgados sobre o caso, Pamela teria sido contratada para acompanhar a criança em atividades terapêuticas e de reforço.

A família afirma que a mulher foi apresentada como bacharel em Psicologia e que os responsáveis acreditavam estar deixando o menino sob os cuidados de uma pessoa qualificada para esse tipo de acompanhamento.

Publicação da imprensa peruana também identifica Pamela Almenara como bacharel em Psicologia e registra que ela foi denunciada por uma suposta agressão contra um menor autista.

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Câmeras teriam revelado comportamento

A denúncia ganhou força depois que registros feitos dentro da residência foram analisados pelos familiares.

As imagens divulgadas nas redes sociais teriam registrado situações que os responsáveis consideraram incompatíveis com um atendimento terapêutico adequado e que motivaram a denúncia.

Por envolver uma criança, a identidade do menino deve ser preservada.

Caso provocou revolta no Peru

A repercussão chegou a veículos de comunicação peruanos. Publicações da RPP Noticias registraram que Pamela Almenara foi denunciada por agressão a um menor com autismo e que ela também apresentou sua versão sobre o vídeo.

Já uma publicação da emissora Willax mostrou a mãe da criança cobrando responsabilização da profissional e afirmando temer que outras crianças possam passar por situação semelhante.

Os detalhes completos da defesa apresentada pela denunciada, entretanto, não foram localizados em reportagem textual confiável consultada para esta matéria.

Responsabilização ainda precisa ser esclarecida

Até o momento, não foi localizada decisão judicial definitiva ou informação oficial confirmando eventual condenação ou prisão relacionada ao episódio.

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Por esse motivo, o caso deve ser tratado como denúncia e as acusações ainda dependem da apuração das autoridades peruanas.

Também será necessário esclarecer a relação da profissional com a agência mencionada pela família, sua habilitação para exercer as atividades oferecidas e há quanto tempo efetivamente realizava o acompanhamento da criança.

Atenção para não confundir com outro caso

Em 2023, outro episódio de agressão contra uma criança autista também foi registrado por câmeras dentro de uma residência em Surco, Lima.

Naquela ocorrência, porém, a denunciada era Evelynn Katiuska Camejo Rojas e a vítima era um menino de 5 anos. Trata-se, portanto, de um caso diferente e que não deve ser confundido com a denúncia atual envolvendo Pamela Almenara.

As autoridades deverão analisar as gravações, ouvir os responsáveis e a profissional denunciada e determinar se houve crime ou outra irregularidade durante os atendimentos.

VEJA O VÍDEO:

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