Rafael Aparecido Queiroz de Amorim Veiga é alvo de nova ação penal e já possui condenações anteriores na Justiça

Condenado por envolvimento na morte de jornalista passa a responder por organização criminosa em MT

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O juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, aceitou uma denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso contra Rafael Aparecido Queiroz de Amorim Veiga. Com a decisão, disponibilizada nesta terça-feira (15), ele passa a responder formalmente a uma nova ação penal por suposta participação em organização criminosa.

Rafael já possui histórico de processos e condenações na Justiça de Mato Grosso. Ele esteve envolvido no caso da morte do jornalista Auro Ida, assassinado a tiros em Cuiabá, em julho de 2011.

Na época do crime, Rafael tinha 17 anos. Por ser adolescente, foi submetido a procedimento separado dos demais acusados e acabou condenado a três anos de internação pela participação no caso. Segundo a acusação, ele teria colaborado no planejamento do assassinato.

Além desse episódio, Rafael também foi condenado por tráfico de drogas. Em 2017, a Justiça de Mato Grosso fixou pena de 11 anos e seis meses de prisão. Anos depois, em 2024, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um pedido apresentado pela defesa relacionado a essa condenação.

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Nova acusação

O nome de Rafael também aparece entre os acusados no âmbito da Operação Ludus Sordidus, deflagrada pela Polícia Civil para apurar a atuação de uma estrutura criminosa suspeita de envolvimento em diferentes delitos.

As investigações da operação abrangem crimes como tráfico de drogas, exploração de jogos de azar, estelionato e lavagem de dinheiro.

Na nova ação penal, Rafael foi denunciado por suposta participação em organização criminosa. Ao analisar a denúncia, o juiz considerou que existem elementos iniciais suficientes de autoria e materialidade para permitir o prosseguimento do processo.

O magistrado ressaltou que o recebimento da denúncia não representa uma conclusão antecipada sobre a culpa do acusado. Nesta etapa, segundo a decisão, a Justiça verifica apenas se há indícios mínimos que justifiquem a abertura da ação penal.

Com o recebimento da acusação, Rafael passa oficialmente à condição de réu no processo.

O juiz Jean Garcia também determinou a retirada do sigilo dos autos, permitindo o acesso público às informações do processo, observadas eventuais restrições legais.

Posso também fazer um título mais forte, estilo portal policial, destacando a ligação com a morte de Auro Ida e a nova acusação.

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