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Casal sai para curtir pagode, desaparece após entrar em área de facção rival e família recebe notícia de execução

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Lohanna Miranda, de 22 anos, e Darielson Azevedo, de 26, desapareceram em abril de 2024, no Rio de Janeiro; familiares receberam relatos de que os dois teriam sido mortos e esquartejados.

O desaparecimento de um jovem casal no Rio de Janeiro voltou a chamar a atenção nas redes sociais. Lohanna Miranda Santos da Silva, de 22 anos, e Darielson Azevedo Nunes, de 26, desapareceram em 13 de abril de 2024, após saírem para uma noite de diversão com amigos.

Os dois moravam em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e estavam juntos havia mais de um ano. Na ocasião, o casal participou de um pagode na Praça do Sarapuí e, posteriormente, decidiu continuar a noite em um baile na comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré.

O que deveria ser apenas um passeio terminou em um desaparecimento cercado de suspeitas e relatos de extrema violência.

Casal teria entrado por engano em território criminoso

Conforme informações repassadas por familiares, Lohanna e Darielson seguiam de motocicleta para o evento quando teriam entrado por engano na comunidade Cidade Alta, em Cordovil, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

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Uma das versões investigadas aponta que os jovens teriam tentado evitar uma fiscalização policial e acabado acessando uma região controlada por uma organização criminosa rival à que atuava no destino pretendido.

Depois disso, os dois não fizeram mais contato com familiares, e seus celulares permaneceram desligados.

Família recebeu relatos de que jovens foram esquartejados

 

Dias após o desaparecimento, familiares receberam informações de que o casal teria sido capturado e assassinado por integrantes de uma organização criminosa.

Em um áudio divulgado na época, o pai de Lohanna afirmou, bastante abalado, que havia recebido a notícia de que a filha teria sido morta e esquartejada.

Segundo relatos publicados naquele período, criminosos teriam comunicado a morte dos jovens e afirmado que não entregariam os corpos.

Entretanto, essas informações não constituem confirmação oficial dos assassinatos. As circunstâncias do desaparecimento e o destino dos jovens dependem de esclarecimento pelas autoridades.

Polícia iniciou investigação

O desaparecimento foi registrado na 59ª Delegacia de Polícia de Duque de Caxias e encaminhado ao setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

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Na época, a Polícia Civil investigava diferentes versões apresentadas sobre o trajeto percorrido pelo casal e o possível envolvimento de criminosos.

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro também acompanhou o caso e manteve contato com familiares.

O desaparecimento ganhou grande repercussão devido às suspeitas de violência e às circunstâncias em que os jovens teriam entrado na comunidade.

Até as informações verificadas para esta reportagem, não foi localizada confirmação oficial sobre a recuperação dos corpos ou a conclusão das investigações.

O caso, ocorrido em 2024, voltou a circular nas redes sociais em outubro de 2026, reacendendo questionamentos sobre o que aconteceu com Lohanna e Darielson.

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