CONFUSÃO EM CONDOMÍNIO

Enrolada em toalha, advogada chuta porta de vizinha e caso bizarro envolve Elon Musk; VEJA VÍDEO

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Uma advogada de 42 anos foi filmada dando chutes na porta de uma vizinha enquanto estava enrolada em uma toalha, em um condomínio de Águas Claras, no Distrito Federal. O episódio ocorreu na manhã de terça-feira (20) e faz parte de uma série de conflitos relatados por moradores do residencial.

Segundo uma das vizinhas, a confusão começou por volta das 8h52, quando a advogada passou a bater violentamente à porta do apartamento. A força dos chutes teria sido tão grande que a estrutura quase cedeu, obrigando a moradora a segurá-la para evitar que caísse.

Os relatos apontam que os desentendimentos se repetem há meses. Moradores afirmam que a mulher costuma gritar pelos corredores e provocar situações que levam ao acionamento da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Uma das vizinhas relatou que os conflitos estariam ligados à crença da advogada de que seria casada com o empresário Elon Musk. No vídeo divulgado pela imprensa, é possível ouvir a mulher mencionar o nome do bilionário.

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MORADORES RELATAM AMEAÇAS E OFENSAS

Além dos episódios de perturbação, moradores também relatam ameaças de morte e acusações de injúria racial. Em um caso ocorrido em maio, uma vizinha afirma ter sido alvo de ofensas racistas e registrou boletim de ocorrência na 21ª Delegacia de Polícia, em Águas Claras.

Outra moradora disse que teria sido ameaçada em duas ocasiões e relatou uma tentativa de agressão. As acusações fazem parte dos relatos apresentados pelos vizinhos e devem ser apuradas pelas autoridades.

CONDOMÍNIO TENTA AFASTAR ADVOGADA

O caso chegou à Justiça. A administração do Edifício Uptown Residence entrou com uma ação para tentar afastar a advogada do imóvel, alegando que notificações e multas não foram suficientes para interromper os conflitos. Entre os documentos apresentados estão boletins de ocorrência, relatos de moradores e gravações.

Em junho de 2026, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) negou o afastamento imediato. Na decisão, o desembargador Roberto Freitas Filho considerou que a retirada de uma pessoa da própria residência é uma medida excepcional e que as acusações precisavam de análise mais aprofundada, com direito de defesa.

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A decisão não encerrou o processo. O pedido do condomínio ainda deverá ser julgado.

A defesa da advogada foi procurada pela reportagem original, mas não havia se manifestado até a publicação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.

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