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Justiça nega liberdade a suspeita de matar Beatriz Vitória e ocultar o corpo em MG

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o pedido de liberdade de Carla Luíza da Silva, de 23 anos, suspeita de envolvimento no assassinato de Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota, de 27, em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A decisão foi assinada pelo desembargador Guilherme de Azeredo Passos.

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Beatriz Vitória foi encontrada morta em Jaboticatubas

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o pedido de liberdade de Carla Luíza da Silva, de 23 anos, suspeita de envolvimento no assassinato de Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota, de 27, em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A decisão foi assinada pelo desembargador Guilherme de Azeredo Passos.

Carla está presa preventivamente desde 21 de outubro e é investigada por feminicídio e ocultação de cadáver. Ela e Samuel Castro Melo tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva após o corpo de Beatriz ser encontrado.

 

A defesa entrou com habeas corpus alegando falta de indícios de autoria e de fundamentação individualizada na decisão. Os advogados afirmaram ainda que Carla teria sofrido coação durante a atuação policial e destacaram que ela é ré primária, tem residência fixa e emprego formal.

Ao analisar o pedido, o desembargador entendeu que não havia elementos para conceder a liberdade de forma liminar, antes do julgamento definitivo do habeas corpus, por não ter sido identificado constrangimento ilegal evidente.

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