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Segundo Marino Franz, Lucas do Rio Verde pode se transformar em grande Polo tecnológico

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A implantação da primeira Ferrovia Estadual em Mato Grosso vai possibilitar importantes investimentos para Lucas e Região, afirmou o empresário e ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Marino José Franz.

 

O investimento de aproximadamente R$ 11,2 bilhões irá possibilitar que Lucas do Rio Verde se torne um grande polo industrial, fabricando tratores e implementos agrícolas.

 

A expectativa, além da construção da Rumo logística (Ferronorte), também é aguardada a vinda de outras duas ferrovias, FICO – ferrovia Integração Centro Oeste (Vale do Rio Doce) e a Ferrogão (Pará/MT)

 

O contrato com a Rumo Logística S/A, foi assinado em 20 de setembro nos municípios de Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, e tem previsão de inicio das obras em 2022, passando por Lucas do Rio Verde no ano de 2028.

 

Na visão do ex-prefeito, com a instalação da FICO, Lucas do Rio Verde levará até o porto de Santos os grão e carnes que são produzidos aqui e trazer o minério de ferro, para assim transformar em um grande polo metal/mecânico. Ainda segundo Franz, o município precisa se preparar para se tornar um grande terminal com várias frentes ferroviárias.

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De acordo com o empresário, Lucas tem potencial para se tornar um centro tecnológico. Marino citou a Fundação Rio Verde, que tem auditório de primeiro mundo, com equipamentos excelentes, estação metrológica e bem localizado. “Então, na minha visão, deveríamos criar uma área de tecnologia de 400 hectares, 200 hectares já temos. Nesse espaço poderíamos colocar todas as universidades, institutos, centros de pesquisas e até mesmo um hospital-escola”, disse Marino.

 

 

Segundo Marino Franz, as instituições deveriam trabalhar de forma integrada, para que o desenvolvimento chegue mais rápido.

 

O ex-prefeito disse ainda a importância da produção no nosso estado “Temos que gerar alta tecnologia de valores agregados. Por exemplo, as enzimas para fabricação do etanol, elas vêm tudo da Bélgica ou de Curitiba, poderíamos fazer aqui, produtos para a agricultura poderemos fazer tudo aqui. Não podemos mais importar esses produtos”,

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