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Confira como ficaram os preços da soja hoje

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. . . . . . . . . . . . . . . 4 de June de 2024

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2 minutos ago

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O mercado brasileiro de soja não teve grandes reportes de negócios nesta terça-feira (4). O dólar apresentou uma alta significativa e Chicago teve maior volatilidade, mas caiu.

Segundo a consultoria Safras & Mercado, os preços ficaram mistos no mercado físico, refletindo uma grande disparidade entre as ofertas de compra e venda.

Os produtores estão buscando níveis de preços mais elevados, o que contribuiu para a falta de consenso nas negociações.

Veja os preços da saca de soja hoje

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 132 para R$ 131,50
  • Missões (RS): queda de R$ 131,50 para R$ 131
  • Porto de Rio Grande (RS): seguiu em R$ 138
  • Cascavel (PR): alta de R$ 128 para R$ 129
  • Porto de Paranaguá (PR): alta de R$ 136 para R$ 137
  • Rondonópolis (MT): alta de R$ 123,50 para R$ 125
  • Dourados (MS): queda de R$ 122 para R$ 121
  • Rio Verde (GO): alta de R$ 120,50 para R$ 121

Soja na Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam o dia com preços mais baixos.

O mercado foi pressionado pela evolução do plantio nos Estados Unidos e pelo clima favorável às lavouras do país em maio.

O cenário externo de aversão ao risco e a retração do petróleo completaram o quadro negativo aos preços.

Mercado futuro

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Foto: Pixabay

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 5 centavos ou 0,46% a US$ 11,79 por bushel.

A posição agosto teve cotação de US$ 11,77 1/2 por bushel, com recuo de 5 centavos ou 0,42%.

A posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 4,40 ou 1,22% a US$ 355,10 por tonelada.

No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 43,62 centavos de dólar, com baixa de 0,52 centavo ou 1,17%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,95%, sendo negociado a R$ 5,2858 para venda e a R$ 5,2837 para compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2495 e a máxima de R$ 5,2960.

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Veja como o mercado do boi gordo fechou nesta terça-feira

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29 minutos ago

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4 de junho de 2024

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O mercado físico do boi gordo registrou preços em queda acentuada nesta terça-feira (4), notadamente em São Paulo.

“A manutenção das escalas de abate em uma posição de grande conforto favorece a indústria frigorífica, que pressiona por queda nos preços junto aos pecuaristas“, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

A oferta de boiadas segue representativa e permanecerá assim no curto prazo, com poucas chuvas previstas para o Centro-Oeste, Sudeste e parte da Região Norte do Brasil desgastando as pastagens. Ou seja, o mais provável no curtíssimo prazo é que os frigoríficos sigam em vantagem, pontuou o analista.

Preço da arroba

Boi no atacado

carne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista ainda se depara com manutenção dos seus preços para a carne bovina, e o viés ainda é de alguma alta para os próximos dias, em linha com a entrada dos salários na economia que motiva a reposição entre atacado e varejo.

“No entanto, vale mencionar que mesmo essa reposição parece insuficiente para motivar alguma recuperação dos preços da arroba do boi gordo”, ponderou Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 17,00 por quilo. A ponta de agulha segue a R$ 12,50 por quilo. O quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 12,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,95%, sendo negociado a R$ 5,2858 para venda e a R$ 5,2837 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2495 e a máxima de R$ 5,2960.

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Importação de arroz não derrubará preço, diz Neri Geller

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1 hora ago

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4 de junho de 2024

Diante da decisão da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) de entrar com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do governo federal de importar arroz, o Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (Mapa), Neri Geller, pediu cautela aos produtores nacionais e disse que não há motivo para apreensão.

“O arroz tem preço globalizado, não é a importação que vai derrubar preço. O Brasil já importa 1,8 milhão de toneladas tradicionalmente e exporta quase o mesmo tanto. Isso depende muito da questão logística. Em alguns casos é preciso fazer ações concretas para defender a demanda nacional. Então é preciso cautela. Não vamos politizar esse assunto. Acho que essa é uma resposta mais no ministro Fávaro [do Mapa]. Mas se eu pudesse falar com muito carinho aos produtores é de que não há porque se preocupar”.

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A decisão de compra do cereal de outros países, como a Tailândia, ocorre após as fortes chuvas que afetaram o Rio Grande do Sul – responsável pela maioria da produção do cereal no Brasil – colocarem em dúvida a capacidade de oferta interna.

A Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), por exemplo, informou nesta terça-feira ter encaminhado ao governo do estado uma nota técnica a respeito de potenciais impactos que as importações de arroz teriam sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) gaúcho.

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Nova lei permite que agricultor familiar use recursos do Fundo para Calamidades Públicas

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2 horas ago

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4 de junho de 2024

Ações para recuperar solos e investimentos produtivos feitos em propriedades de agricultura familiar passam a estar entre aquelas custeadas pelo Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil (Funcap) por determinação da Lei 14.872/2024 sancionada recentemente pelo presidente Lula. O senador Hamilton Mourão foi o relator da proposta.

“O projeto é congruente com os objetivos das Políticas Nacionais de Proteção e Defesa Civil e do Meio Ambiente e contribui com o cumprimento dos requisitos estabelecidos no art. 186 da Constituição Federal para o cumprimento da função social da propriedade rural”, ressalta Mourão.

Lei traz impedimento

Vinculado ao Ministério da Integração Nacional, o Funcap não poderá ter seus recursos utilizados na recuperação de atividades econômicas em áreas de preservação permanente.

A vedação foi votada no Senado, onde teve origem a lei proposta pela então senadora e atual deputada Gleisi Hoffmann.

Segundo o relator, a proibição evita o mau uso dos recursos públicos, que já são insuficientes para enfrentar os prejuízos causados por desastres, além de proteger a população. “Sem essa vedação, estimula-se a permanência de ocupações em solos frágeis e áreas vulneráveis, com impactos negativos sobre o desenvolvimento social, econômico e ambiental dessas localidades.”

A prioridade para as propriedades da agricultura familiar prevista na lei que já está em vigor faz parte de uma das destinações dos recursos do Funcap, que é recuperar áreas atingidas por desastres em estados, municípios e no Distrito Federal que tiverem decretado situação de emergência ou estado de calamidade pública, como aconteceu no Rio Grande do Sul.

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