AGRONEGÓCIO
Em apenas dois anos, produção de leite cresce mais de 40 vezes em sítio de Mato Grosso
. . . . . . . . . . . . . . . 31 de December de 2024
Business
Published
9 horas ago
on

[ad_1]
A produção de leite em um sítio de 22 hectares em Alto Paraguai transformou o local há cerca de quatro anos. A captação diária que no início era de 17 litros passou para 720 litros, após muita persistência e a busca por conhecimento.
Quem vê hoje a produtora Sirlene Freire de Carvalho na lida com o rebanho e administrando a propriedade que adquiriu no município, não imagina que faz pouco tempo que ela deu os primeiros passos no mundo rural.
Nascida em Itaituba, no Pará, Sirlene se mudou para Mato Grosso com o sonho de construir a própria história no campo, trazendo nas malas a coragem de mudar de vida e embarcar numa nova jornada.
No Pará, Sirlene conta no programa Senar Transforma desta semana que era cozinheira. “Então foi tudo novidade”.
Desafios geram substituição de atividade
E quem encara algo novo precisa superar desafios, muitas vezes só descobertos na prática do dia a dia. No caso da Sirlene, uma das barreiras foi a falta de capital de giro para tocar a pecuária de corte, primeira atividade implantada no sítio, que não demorou muito tempo para ser substituída.
“O pequeno produtor quando vem para a pequena propriedade ele tem que ter lucro. Se ele não tem lucro, ele não consegue manter a propriedade. A gente tinha gado de corte e ele são nove meses de vaca prenha, mais nove meses para você ter um retorno que não é grande”.

De acordo com a produtora, foi na bacia leiteira que ela viu um retorno “rápido” e “imediato”. Ela conta ao programa do Canal Rural Mato Grosso, que a troca de atividades demorou seis meses.
A mudança de foco também esbarrou em alguns obstáculos. Entre eles, o desempenho da vacada, que deixava muito a desejar.
“Começamos com 20 animais, 17 litros. Nem todas pariam junto com a inseminação. Não conseguia mantê-las com esse leite”.
Ajuda para os primeiros passos
Outra dificuldade enfrentada por Sirlene era a falta de experiência com a pecuária leiteira. Ela não sabia nem como ordenhar as vacas.
A solução encontrada por ele foi buscar a ajuda de um casal de vizinhos e como forma de pagamento dividia a produção de leite.
“Ela pediu para ajudarmos ela e viemos. Não tinha barraco, não tinha nada. Era um curralzinho de arame. E logo ela foi se desenvolvendo e foi aumentando aos pouquinhos e hoje está aí”, recorda Laurice Júlia Araújo.


Outra ajuda recebida por Sirlene foi do Senar Mato Grosso por meio do programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Leite. A chegada do técnico de campo Josué da Silva Lima foi a chave que a produtora precisava para a grande transformação do sítio.
Josué comenta que quando chegou há pouco mais de dois anos na propriedade o cenário era de uma produtora com “vontade de querer estar na atividade e alavancar a atividade”. Porém, existiam falhas para serem corrigidas e atrapalhando a realização do sonho de Sirlene.
“Quando iniciamos ela estava com 17 litros de leite. Com muita vaca e pouco leite. O primeiro passo que falei para ela era que o leite precisava de três bases: nutrição, manejo e genética. Sem uma dessas três bases o produtor não tem um retorno adequado para viabilizar a atividade”.
Produção de leite cresce mais de 40 vezes
Diante das orientações, do planejamento e do investimento gradativo no melhoramento do rebanho leiteiro, o sítio de 22 hectares em Alto Paraguai ganhou novos ares.
“E com isso a ATeG me tirou do escuro e esclareceu a minha ideia, porque o pequeno produtor não precisa de uma vaca de baixa produção. Mesmo que você mantenha uma vaca de 30 litros, você mantém uma de sete litros. Então a gente começou a trocar. Quando vemos o retorno a gente anima. Abre uma luz no fim do túnel”, diz Sirlene.
Com as mudanças, técnico e produtora começaram a estabelecer metas. A primeira foi alcançada apenas seis meses após o início dos atendimentos da ATeG, que era chegar a 200 litros.


A nutrição dos animais também passou por melhorias com o emprego do volumoso empregado, especialmente na época da seca.
Já para melhorar o manejo, a estratégia foi investir na estrutura do sítio. Uma das aquisições foi a ordenhadeira mecânica, que otimizou o serviço e ajudou a ampliar os resultados.
Com a substituição das vacas de baixa lactação para vacas de maior lactação e melhor genética, além das melhorias na nutrição e no manejo, que possibilitou duas ordenhas por dia, a produção de leite saltou de 17 litros por dia para 720 litros.
Todo leite produzido no sítio é vendido para um laticínio da região, que paga em média R$ 2,25 por litro. Numa atividade em que cada centavo é importante, o controle das despesas e das receitas é minucioso, também seguindo as orientações do programa de assistência técnica e gerencial do Senar.
Determinação é a chave do sucesso
Questionada sobre o resultado, Sirlene credita as mudanças no sítio decorrem de “esforço” e “determinação”.
“É aí que está a chave do negócio. Tudo você tem que fazer conta. O produtor de leite trabalha com centavos. Se diminuir um centavo no litro de leite você já vê uma quebra bem alta no fim do mês. Se você conseguir manusear na bacia leiteira essa chave o sucesso vem”.
Segundo o técnico de campo da ATeG Leite do Senar Mato Grosso, o planejamento traçado para 2025 é chegar a uma produção de 1,5 mil litros de leite por dia a dois mil litros. Além disso, melhorar um pouco mais na estrutura da propriedade, no sistema de manejo e fazer uma fossa para os dejetos do curral para usá-los como irrigação de pastagem, visando a redução de custos com adubação.
“E ela consegue, porque é uma pessoa decidida e ela investe em conhecimento”, frisa Josué.
Sobre o futuro, Sirlene ressalta acreditar que pode chegar a uma produção de dois mil litros de leite por dia. E que para isso conta com a “genética, manejo e força de vontade”.
“Com determinação você chega em qualquer lugar. O meu sonho não é só para mim. É para os vizinhos também. Eu tento puxar eles também. O Senar se a gente quiser ele traz o conhecimento. Ele não vai te falar ‘pega essa vaca e vai lá’. Ele vai te mostrar o conhecimento para você buscar”.
+Confira programas Senar Transforma em nossa playlist no YouTube
+Confira outras matérias do Senar Transforma
+Confira as pílulas do Senar Transforma
Clique aqui, entre em nossa comunidade no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.
[ad_2]

Business
Ajustes na área e cautela nos investimentos devem marcar 2025 em Mato Grosso
Published
2 dias ago
on
28 de dezembro de 2024
[ad_1]
Ajustes na área de cultivo das principais commodities e cautela nos investimentos da porteira para dentro. Essa será a estratégia dos agricultores mato-grossenses para tentar garantir receita frente aos custos na próxima temporada na expectativa de minimizar os prejuízos herdados do clima adverso da safra 2023/24 e a desvalorização dos grãos no estado.
A família Weber em Paranatinga conseguiu nesta temporada finalizar o plantio da soja após muito esforço e paciência. A irregularidade climática no início da safra 2024/25 acabou atrapalhando o desempenho das plantadeiras no campo este ano.
O produtor Idinei Weber classifica o ano de 2024 como “desafiador” e “bem crítico”. “A margem está bem apertada esse ano. Está sobrando muito pouquinho”, frisa ele ao Canal Rural Mato Grosso.
A desvalorização do grão frente aos custos de produção é outro fator de alerta na fazenda.
“O que subiu da soja e o que subiu dos insumos, dos custos, o que desceu da soja e o que desceu dos insumos estão desparelhados ainda. Então não desceu na mesma proporção. A conta está apertada”, reforça Robson Weber.

Cenário é observado em todo o Mato Grosso
A região nordeste do estado também enfrenta um cenário de incertezas no campo e a descapitalização herdada na última safra é considerada o grande desafio a ser superado para a permanência na atividade.
“O produtor está precisando de uma cheia. Ele vem com uma quebra na safra de 20% da produção e também uma quebra muito grande de 30% a 40% no preço. Isso impacta muito no bolso do produtor. Máquinas com preços altos e agora vai ter que pagar essa máquina com soja de R$ 100, R$ 110. Isso impacta muito”, comenta o presidente do Sindicato Rural de Querência, Osmar Frizzo.
O presidente do Sindicato de Querência destaca ainda que o arrendamento de áreas é outro ponto que está pesando no bolso dos produtores, uma vez que houve um salto de oito a dez sacas para 12, 14 sacas.
“Estamos vendo muitos RJs acontecendo e isso impacta muito. As exigências de crédito também começam a ser maiores em função das RJs. Os acessos a crédito estão muito mais difíceis e quando dá essa quebra nos preços isso vai impactar muito”, diz Osmar Frizzo.


Safra 2025/26 ainda é uma incógnita em Mato Grosso
Para o presidente do Sindicato Rural de Canarana, Alex Wisch, a safra 2025/26 em Mato Grosso ainda é uma verdadeira incógnita em decorrência da descapitalização dos produtores.
“Tem produtores que conseguiram esse ano plantar ainda. Agora, 2025/26 é uma incógnita muito grande. Uma interrogação muito grande, justamente por essa descapitalização do produtor. Pode ser, em questão financeira, um dos anos mais críticos que a gente possa enfrentar”, diz Alex Wisch.
Conforme o agricultor Arlindo Cancian, o próximo ano deverá “ser um ano de ajustes e de botar mais o pé no chão ainda”.
“Fazer o dever de casa, não fazer loucura, não querer aumentar muito as lavouras. A cautela é a palavra-chave. Muita! Pensar muito em fazer qualquer investimento. O produtor tem que plantar, porque não tem outra alternativa e nós esperamos que isso mude”.


É preciso fazer margem de rentabilidade
A necessidade de fazer margem de rentabilidade é um ponto destacado pelo presidente do Sindicato Rural de Água Boa, Geraldo Delai. Em entrevista ao Canal Rural Mato Grosso, ele frisa que “essa margem vai fazer com que o produtor continue ou saia do mercado”.
“Os nossos custos estão bastante altos, ainda. Nós não temos preços de soja que sejam compensadores e tem mais um fator relevante. Na região de Água Boa temos 70% que são arrendatários e eles pagam renda. E, isso aí é preocupante para a região, porque se ele paga renda e ainda tem preço baixo, o recurso que sobra para ele é muito pouco. Por isso que está havendo muitas RJs e a gente acredita que no ano que vem, infelizmente, nós teremos mais RJs. A palavra é cautela e trabalhar com o que tem e produzir o máximo possível”.


Falta seriedade do governo, afirma setor produtivo
Ações efetivas do governo federal em apoio ao agronegócio, que possam favorecer investimentos para dar mais viabilidade na produção agrícola da porteira para dentro, é outra reivindicação do setor.
“Os juros estão com taxas muito altas. O dinheiro que o governo promete, que é subsidiado, não existe no mercado. O produtor tem que ir ao mercado livre pegar o dinheiro que consegue. Então, realmente, não tem esse apoio do governo que ele fala”, diz Osmar Frizzo.
O presidente do Sindicato Rural de Querência ressalta, em entrevista ao Canal Rural Mato Grosso, que este foi um ano em que se observou redução na aplicação de adubos nas lavouras e que “os químicos não vão ser usados na mesma quantidade. Vai ter um regramento em função de diminuir o custo. A indústria de máquinas diminuiu bem as vendas e a comercialização de insumos também diminuiu. Então, realmente, a cautela do produtor está tomando [conta] e vai ter que continuar até recuperar”.
Na avaliação do agricultor Osvaldo Pasqualotto “os produtores estão muito desassistidos de financiamentos, BNDES para armazém, para maquinário. O próprio custeio das safras, o governo federal anda tirando o pé. Eles anunciam valores astronômicos todos os anos, mas esse dinheiro não chega no bolso do produtor e ele tem que ir ao mercado. E a gente sabe que no mercado é um dinheiro caro, um dinheiro difícil e eles estão perdendo acesso às linhas oficiais de crédito. Acho que está faltando seriedade ao governo em fazer o que ele está prometendo”.
Clique aqui, entre em nossa comunidade no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.
[ad_2]
Business
Três meses após sancionada, Lei do Pantanal ainda não foi regulamentada em MT
Published
2 dias ago
on
28 de dezembro de 2024
[ad_1]
Sancionada no final de setembro deste ano, a chamada Lei do Pantanal ainda enfrenta desafios para ser colocada efetivamente em prática em Mato Grosso. Comemorada pelo setor produtivo, a nova Lei ainda não foi regulamentada e enfrenta uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) encaminhada pelo Partido Verde ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A norma autoriza a pecuária extensiva, ou seja, à pasto em áreas alagadas e em reserva legal com pastagem nativa na planície alagável do Pantanal, proíbe o cultivo de gramíneas não nativas no ecossistema das reservas legais, mas autoriza o plantio de pastagens cultivadas em até 40% da área total nas planícies alagáveis do Pantanal. Expandindo assim as opções para renovação de pastagens anteriormente limitadas a algumas espécies específicas de gramíneas.
A construção da Lei teve início em 2021 diante dos incêndios florestais que atingiram o Pantanal naquele ano. De acordo com o deputado estadual Carlos Avallone (PSDB-MT), se observou ao chegar nas propriedades para fazer o combate aos focos de calor que muitas estavam abandonadas.
“Nós percebemos que tínhamos que trazer de volta o homem pantaneiro. A saída do homem pantaneiro do Pantanal é que causou os maiores problemas ao local”, diz ele no Conexão FPA-MT desta semana.
Diante da situação, o deputado estadual pontua que a Embrapa Pantanal foi contratada para elaborar projeto que auxiliasse na criação da lei, que chegou a ser sancionada pelo governador de Mato Grosso, contudo, após ação do Ministério Público, sofreu ajustes diante de um acordo no Tribunal de Justiça, vindo a sofrer modificações e ser novamente sancionada.
“Mas, assim mesmo, o Partido Verde entrou com outro ADIN no STF e nós estamos conduzindo isso lá. Não foi nada imposto. Não foi uma Lei que nasceu dentro da Assembleia, não foi uma Lei que foi colocada politicamente. Ela foi colocada tecnicamente. Nós contratamos, a Assembleia, a Comissão de Meio Ambiente, junto com a Sema, contratou a Embrapa e ela durante dois anos estudou todas as questões para que a gente pudesse fazer isso, tendo como principal motivo a preservação do Pantanal”, salienta Carlos Avallone.

Produtores no Pantanal aguardam regulamentação
A lei, segundo o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Oswaldo Pereira Ribeiro Junior, é uma lei que vem “sendo empurrada há muito tempo”.
“A gente está trabalhando há muitos anos nela. Esse ano tivemos a sanção do governador. E aí o quê que acontece, a gente não consegue colocar em efetividade essa legislação. O produtor está esperando. A Lei ainda exige alguns detalhes e esses detalhes não foram efetivados”.
Ainda conforme o presidente da Acrimat, “o produtor pantaneiro já perdeu muitos anos não podendo produzir. Ele produz uma mínima quantidade. Então, quer dizer, com a autorização de novas gramíneas ele vai ter um upgrade na sua produtividade, vai poder investir mais”, mas que enquanto não há a regulamentação “muitos estão saindo da atividade”.
+Confira outras matérias do Conexão FPA-MT
+Confira todos os episódios do Conexão FPA-MT
+Confira as pilulas do Conexão FPA-MT
Clique aqui, entre em nossa comunidade no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.
[ad_2]
Business
Grupo de produtores se une para agregar valor à produção agrícola em Mato Grosso
Published
2 dias ago
on
28 de dezembro de 2024
[ad_1]
Há quatro anos um grupo de 24 produtores rurais de Mato Grosso se juntou para criar uma indústria de etanol de milho. Além do biocombustível e seus coprodutos, como o DDGs, a instalação da agroindústria mexeu com a economia da região. Hoje, a empresa se prepara para triplicar de tamanho.
Situada às margens da BR-364, entre os municípios de Diamantino e Nova Marilândia, na Chapada do Parecis, uma das mais importantes regiões produtoras de grãos do país, está a ALD Bioenergia Deciolândia.
A indústria opera desde janeiro de 2021 e anualmente processa 350 mil toneladas de milho, para produção de 150 milhões de litros de etanol e 103 mil toneladas de DDGs, resíduo sólido rico em proteínas, utilizado na alimentação animal. Além disso, durante o processo, são geradas 5,4 mil toneladas de óleo de milho.

Estes números, por sinal, irão crescer em breve, uma vez que a indústria se prepara para expandir e triplicar a produção, como conta o seu CEO, Marco Orozimbo, ao programa MT Sustentável.
“Nós entendemos que, vencidos os primeiros quatro anos de operação, nós chegamos no ponto de maturidade, que era importante e fundamental para ganharmos escala. Por isso, decidimos pela ampliação da planta. Um projeto que está em curso e que vai resultar numa nova capacidade de produção a partir de meados de 2026. Então, vamos ter mais volume, mais competitividade para estar inseridos tanto no crescimento do mercado brasileiro quanto para participar das exportações”.
Indústria surge de sonho em comum de produtores
O surgimento da ALD Bioenergia Deciolândia partiu de um sonho em comum de 24 produtores rurais da região, a maioria vizinhos, de transformar o que produziam em suas terras. Em outras palavras, agregar valor aos seus produtos.
Paulo Sérgio de Assunção é um dos 24 sócios. Ele participou das discussões desde o início. O foco era definir um projeto que tivesse sinergia com o trabalho que já era desenvolvido por eles.


Ele conta ao programa do Canal Rural Mato Grosso que foram várias ideias postas em mesa, como granjas de frango, granjas de suínos.
“Qualquer coisa que fizesse a gente romper essa barreira só do setor primário e passasse para a agroindústria. Aí em 2016 foi quando começou a chegar o projeto da ALD. A gente enxugou o projeto, juntou todo mundo, chamou mais sócios e todo mundo foi aportando dinheiro ali”, relembra Paulo.
Ainda de acordo com Paulo, saber trabalhar todos juntos fez a grande diferença no empreendimento.
“Aquilo que talvez jamais poderia ter sozinho, junto com os nossos companheiros, a gente conseguiu romper e fazer acontecer”.


Indústria ajuda no desenvolvimento da região
Para gerir a empresa, os sócios foram buscar profissionais no mercado. Hoje, os fundadores participam das decisões via conselho de administração. O presidente é o José Afonso Gonçalves, produtor rural que há 40 anos chegou em Mato Grosso.
Para ele, o sucesso da indústria que ajudou a criar tem um papel importante no desenvolvimento regional.
“Uma usina de etanol não é só o emprego direto que ela gera, mas sim o entorno. Você precisa de toda uma biomassa, tem transportadores de milho, de biomassa, tem aquele que corta essa biomassa, que tritura. Então, você vai gerando uma cadeia que é importantíssima. E esse dinheiro, essa renda que é gerada, principalmente no nosso negócio, fica toda aqui. Então isso fomenta toda a nossa região, o entorno com todo o movimento que existe de sustentabilidade, movimento ambientalmente correto. O que mundo procura hoje com os acordos entre os países”, frisa José Afonso.
Para José Afonso, a produção de etanol no Brasil ainda tem um caminho “enorme” a ser percorrido.
“É um negócio que não volta mais para trás. Essa substituição de combustíveis fósseis por combustíveis renováveis é uma tendência do mundo de hoje. Ela pode ser um pouco mais rápida ou mais devagar. Mas, vai acontecer”.
+Confira outras matérias da série MT Sustentável
+Confira todos os episódios da série MT Sustentável
Clique aqui, entre em nossa comunidade no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.
[ad_2]
Agro MT
-
GERAL5 dias agoMotorista de aplicativo é obrigado a gravar despedida e citar nomes antes de ser executado a tiros; Veja Vídeo
-
GERAL5 dias ago“TENHO CARA DE OTÁRIO?” Corno pega a mulher peladona com outro homem no Motel; Veja Vídeo
-
GERAL5 dias agoProstituta filma empresário após suposto calote em boate: ”Dá tchauzinho pra sua esposa”; Veja Vídeo
-
CIDADES4 dias agoABSURDO IMAGENS FORTES: Filho de 12 @nos agredindo a própria mãe após pedir mais comida e ouvir “não”; VEJA VIDEO
-
GERAL5 dias ago“Aqui ó, no meio das minhas perna”: Travesti expõe companheiro em vídeo após descobrir relacionamentos paralelos; Veja Vídeo
-
VÍDEOS4 dias agoIMAGENS FORTES: homem mata criança de 2 anos após mãe recusar pedido de casamento; suspeito troca tiros com a polícia e é preso
-
LUCAS DO RIO VERDE4 dias agoExpolucas 2026: saiba qual é uma das atrações confirmadas para o evento
-
CIDADES4 dias agoIMAGEM FORTE; Jovem é encontrada morta nos fundos de casa e marcas no pescoço levantam suspeita de estrangulamento






