AGRONEGÓCIO
Em meio às decisões de plantio para próxima safra, governo volta a falar em importações de arroz – MAIS SOJA
. . . . . . . . . . . . . . . 12 de July de 2024
Sustentabilidade
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2 minutos ago
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O mercado do arroz no Brasil está atualmente estagnado, com negócios em segundo plano e os preços mantendo-se nominais. “O foco dos agentes da cadeia produtiva permanece nos preparativos para a próxima safra, refletindo uma abordagem cautelosa em meio às incertezas que pairam sobre o setor”, pontua o analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.
“Um fator significativo para essa incerteza é a recente postura do Governo Federal, que voltou a sinalizar a intenção de intervir no mercado de arroz”, comenta o analista. Declarações recentes indicam que o governo “está longe de desistir” da importação do grão para aumentar a oferta interna, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do país, com o objetivo de reduzir os preços considerados elevados. “Tal política tem gerado preocupações crescentes entre os produtores, que veem a insistência na intervenção como um enorme desincentivo, especialmente em um momento delicado em que muitos ainda se recuperam dos prejuízos causados por eventos climáticos extremos no Sul neste ano”, pondera.
No cenário de exportações, apesar do real desvalorizado, o ritmo permanece bastante lento. O último relatório de embarques nos portos brasileiros, o line up, mostra que cerca de 13 mil toneladas de arroz branco estão programadas para embarque rumo à Venezuela, enquanto aproximadamente 104 mil toneladas do produto beneficiado devem chegar da Tailândia até o fim do mês. Em junho, cerca de 73 mil toneladas de arroz (base casca) foram efetivamente embarcadas.
Os preços, de qualquer forma, seguem firmes. A média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista) encerrou a quinta-feira (11) cotada a R$ 115,90, apresentando um avanço de 0,54% em relação à semana anterior. Em comparação ao mesmo período do mês passado, havia uma alta de 1,15% e um aumento de 40,99% quando comparado ao mesmo período de 2023.
Autor/Fonte: Rodrigo Ramos/ Agência Safras News
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Sustentabilidade
Margem menor diminui ritmo de aumento, mas área de soja em 2024/25 ainda deve subir – MAIS SOJA
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38 minutos ago
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12 de julho de 2024

Mesmo com margens menores, a soja deverá ter incremento de área na temporada 2024/25 no Brasil. Sem problemas climáticos, a aposta inicial é de uma produção recorde, superando 170 milhões de toneladas e ampliando em cerca de 20 milhões a disponibilidade da oleaginosa no maior produtor mundial.
Segundo levantamento de intenção de plantio de Safras & Mercado, os produtores brasileiros de soja deverão cultivar 47,331 milhões de hectares em 2024/25, crescendo 1,9% sobre o total semeado no ano passado, de 46,447 milhões.
Com uma possível elevação de produtividade, de 3.279 quilos para 3.643 quilos por hectare, a produção nacional deve ficar acima da obtida nesta temporada. A previsão inicial é de uma safra de 171,542 milhões de toneladas, 13,2% maior que as 151,548 milhões de toneladas colhidas este ano.
A pesquisa de intenção de plantio de soja da safra brasileira 2024/25, que começará a ser semeada a partir de setembro, aponta para um novo crescimento da área plantada e do potencial produtivo nacional, dando continuidade ao movimento de expansão da oleaginosa nos principais estados produtores do país.
A área deverá crescer em praticamente todos os estados produtores no país, mas em um menor ritmo em relação às safras anteriores. “Tal fato deve ocorrer devido à queda da margem dos produtores nos últimos meses, que é derivada, principalmente, do recuo nos preços praticados nos mercados brasileiro e internacional”, explica o analista de Safras & Mercado, Luiz Fernando Gutierrez Roque. “De qualquer forma, como a oleaginosa ainda é uma opção mais rentável que outras culturas em boa parte dos estados, novamente os produtores irão optar pelo avanço da área”, completa.
No Sul, após uma temporada de perdas no Rio Grande do Sul e no Paraná, os produtores têm o desafio de semear uma nova safra diante da possibilidade crescente de um novo La Niña. “Esperamos um crescimento pequeno nas áreas a serem semeadas nestes dois estados, visto também que no Rio Grande do Sul muito produtores continuam com dificuldades financeiras pelas perdas produtivas registradas nos últimos anos. Algumas áreas de milho podem migrar para a soja nos dois estados, assim como algumas áreas de pastagem”, avalia Roque.
Segundo o analista, no Centro-Oeste e no Sudeste, novamente deve ser visto um crescimento da área semeada com a oleaginosa, com os produtores voltando a centralizar a produção de verão na soja e a produção da segunda safra no milho. Novas áreas devem ser abertas, principalmente sobre pastagens.
“Nas regiões Nordeste e Norte, mais uma vez deveremos ter os maiores percentuais de crescimento, dando continuidade ao avanço da soja na ‘nova fronteira agrícola’. O aumento das exportações pelos portos do Arco Norte é um fator positivo para a expansão da área, assim como as boas produtividades registradas nas últimas safras em alguns estados. Apesar disso, o ritmo de crescimento também deve ser menor que nas safras anteriores, devido às margens mais ‘apertadas’”, acrescenta Roque.
Se o clima permitir, a produção brasileira de soja poderá superar a marca de 170 milhões de toneladas pela primeira vez na história, sendo estimada inicialmente em 171,542 milhões de toneladas, um novo recorde.
Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua / Safras News
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Sustentabilidade
Disponibilidade é mais curta no mercado físico de algodão, com vendedores dosando oferta – MAIS SOJA
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1 hora ago
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12 de julho de 2024

O mercado doméstico de algodão teve uma semana de comercialização pontual. A disponibilidade tem sido mais curta no físico, com os vendedores dosando a oferta e favorecendo a valorização do algodão brasileiro no mercado externo. Algumas tradings continuaram trabalhando com interesse para a safra 2025. As cotações internas andaram descoladas da Bolsa de Nova York, informou a Safras Consultoria.
Na quinta-feira (11), a pluma de algodão paga ao produtor em Rondonópolis (MT) ficou cotada a R$ 3,93 por libra-peso (ou R$ 130,12 por arroba). O mercado está 1,58% acima do valor de uma semana atrás, quando a pluma era negociada a R$ 3,87 por libra-peso (R$ 128,10 por arroba). Na comparação com igual período de um mês, a pluma também subiu, trocando de mãos a R$ 3,65 por libra-peso (R$ 120,80 por arroba).
Já a indústria local reduziu um pouco sua demanda, trabalhando com mais cautela. O preço do algodão colocado na indústria em São Paulo ficou em R$ 4,10 por libra-peso, um recuo de 0,73% em comparação com a quinta-feira (4), quando o algodão era cotado a R$ 4,13 por libra-peso. No mesmo período do mês passado, acumula uma alta de 5,13% (R$ 3,90 por libra-peso).
Safra 2023/24 de algodão em pluma – Conab
A safra brasileira de algodão em pluma na temporada 2023/24 está estimada em 3,636 milhões de toneladas, aumento de 14,6% na comparação com as 3,173 milhões de toneladas indicadas na safra 2022/23. Os números fazem parte do 10o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra 2023/24.
A produtividade das lavouras está estimada em 1.870 quilos de algodão em pluma por hectare, ante 1.907 quilos por hectare na temporada 2022/23. A área plantada com algodão na temporada 2023/24 está estimada em 1,944 milhão de hectares, elevação de 16,9% na comparação com os 1,663 milhão de hectares da safra passada.
O Mato Grosso, principal Estado produtor, deverá colher uma safra de algodão em pluma de 2,632,1 milhões de toneladas, número que representa um avanço de 16,9% ante 2022/23, quando foram produzidas 2,251,5 milhões de toneladas.
A Bahia, segundo maior produtor de algodão, deve colher 669,0 mil toneladas de algodão em pluma, elevação de 6,8% sobre 2022/23 (626,2 mil toneladas). Goiás deverá ter uma safra 2023/24 de 56,0 mil toneladas, um avanço de 7,7% sobre 2022/23 (52 mil toneladas).
Autor/Fonte: Sara Lane / Safras News
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Sustentabilidade
Mosca branca tem dizimado lavouras de feijão em PR, MG e GO – MAIS SOJA
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2 horas ago
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12 de julho de 2024

Por Larissa Machado
Produtores de feijão de Minas Gerais, Goiás e Paraná têm amargado prejuízos em decorrência da infestação da praga de mosca branca e da disseminação de mosaico dourado, uma doença provocada por vírus. Segundo Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe), plantações de feijão têm sido dizimadas.
A incidência do El Niño, com calor e menos chuva, unida à elevada capacidade de proliferação da mosca branca contaminada com o mosaico dourado, causaram diversos danos à produção de feijão. Algumas lavouras que, a princípio, apresentavam um desenvolvimento satisfatório, estão com os resultados comprometidos.
Técnicos e produtores de feijão defendem que a produtividade desse produto será uma das piores dos últimos cinco anos.
Paraná
Uma inspeção realizada por pesquisadores e técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e de prefeituras municipais identificaram danos severos em plantações no sul do Paraná, inclusive com casos de perda total.
Os pesquisadores enfatizaram ainda que a alta infestação de mosca branca está ligada ao cultivo de feijão segunda safra após a soja, juntamente com condições de alta temperatura e estiagem e a falta de rotação de culturas, favorecendo a proliferação do inseto.
Estimativa
De acordo com uma estimativa divulgada pela Conab nesta sexta-feira (12), a colheita de feijão caiu em 100 mil toneladas, para um total de 3,3 milhões de toneladas nas três safras da leguminosa.
Fonte foto de capa: Embrapa/ Alice Nagata
Fonte: SNA
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