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Margem menor diminui ritmo de aumento, mas área de soja em 2024/25 ainda deve subir – MAIS SOJA

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. . . . . . . . . . . . . . . 13 de July de 2024

Sustentabilidade

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3 horas ago

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Mesmo com margens menores, a soja deverá ter incremento de área na temporada 2024/25 no Brasil. Sem problemas climáticos, a aposta inicial é de uma produção recorde, superando 170 milhões de toneladas e ampliando em cerca de 20 milhões a disponibilidade da oleaginosa no maior produtor mundial.

Segundo levantamento de intenção de plantio de Safras & Mercado, os produtores brasileiros de soja deverão cultivar 47,331 milhões de hectares em 2024/25, crescendo 1,9% sobre o total semeado no ano passado, de 46,447 milhões.

Com uma possível elevação de produtividade, de 3.279 quilos para 3.643 quilos por hectare, a produção nacional deve ficar acima da obtida nesta temporada. A previsão inicial é de uma safra de 171,542 milhões de toneladas, 13,2% maior que as 151,548 milhões de toneladas colhidas este ano.

A pesquisa de intenção de plantio de soja da safra brasileira 2024/25, que começará a ser semeada a partir de setembro, aponta para um novo crescimento da área plantada e do potencial produtivo nacional, dando continuidade ao movimento de expansão da oleaginosa nos principais estados produtores do país.

A área deverá crescer em praticamente todos os estados produtores no país, mas em um menor ritmo em relação às safras anteriores. “Tal fato deve ocorrer devido à queda da margem dos produtores nos últimos meses, que é derivada, principalmente, do recuo nos preços praticados nos mercados brasileiro e internacional”, explica o analista de Safras & Mercado, Luiz Fernando Gutierrez Roque. “De qualquer forma, como a oleaginosa ainda é uma opção mais rentável que outras culturas em boa parte dos estados, novamente os produtores irão optar pelo avanço da área”, completa.

No Sul, após uma temporada de perdas no Rio Grande do Sul e no Paraná, os produtores têm o desafio de semear uma nova safra diante da possibilidade crescente de um novo La Niña. “Esperamos um crescimento pequeno nas áreas a serem semeadas nestes dois estados, visto também que no Rio Grande do Sul muito produtores continuam com dificuldades financeiras pelas perdas produtivas registradas nos últimos anos. Algumas áreas de milho podem migrar para a soja nos dois estados, assim como algumas áreas de pastagem”, avalia Roque.

Segundo o analista, no Centro-Oeste e no Sudeste, novamente deve ser visto um crescimento da área semeada com a oleaginosa, com os produtores voltando a centralizar a produção de verão na soja e a produção da segunda safra no milho. Novas áreas devem ser abertas, principalmente sobre pastagens.

“Nas regiões Nordeste e Norte, mais uma vez deveremos ter os maiores percentuais de crescimento, dando continuidade ao avanço da soja na ‘nova fronteira agrícola’. O aumento das exportações pelos portos do Arco Norte é um fator positivo para a expansão da área, assim como as boas produtividades registradas nas últimas safras em alguns estados. Apesar disso, o ritmo de crescimento também deve ser menor que nas safras anteriores, devido às margens mais ‘apertadas’”, acrescenta Roque.

Se o clima permitir, a produção brasileira de soja poderá superar a marca de 170 milhões de toneladas pela primeira vez na história, sendo estimada inicialmente em 171,542 milhões de toneladas, um novo recorde.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua / Safras News




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Sustentabilidade

pH e teor de alumínio do solo, como estão os solos cultivados com soja no Brasil? – MAIS SOJA

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13 minutos ago

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12 de julho de 2024

O pH do solo é um dos principais determinantes da disponibilidade de nutrientes essenciais para as plantas, especialmente para culturas como a soja, que desempenha um papel crucial na segurança alimentar global. O pH do solo influencia diretamente a solubilidade e a disponibilidade de nutrientes como fósforo, cálcio, magnésio, potássio e outros elementos essenciais para o crescimento da soja.

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Idealmente, o pH ótimo para a soja situa-se entre 6.0 e 6.5, faixa na qual a absorção desses nutrientes é maximizada. Em solos ácidos, especialmente com pH abaixo de 5.5, há um aumento na solubilidade do alumínio. Este elemento torna-se tóxico para as plantas, interferindo no desenvolvimento radicular e na absorção de água e nutrientes.

A toxicidade por alumínio é um dos principais fatores limitantes para o crescimento da soja em muitas regiões, resultando em perdas significativas de produtividade.

Uma correlação entre pH do solo e produtividade foi analisada através da função limite com dados de 512 lavouras de soja acompanhadas pela Equipe FieldCrops entre safras 2015/2016 a 2020/2021. Uma função limite com as produtividades superiores apresentou um platô de produtividade encontrado em áreas com pH entre 5,5 e 6,5. A cada 0,1 de pH abaixo de pH 5,5 a produtividade de grãos reduz em 151 kg ha-1, ou seja, aproximadamente 2,5 sc ha-1 (Figura 1).

Nesta estimativa, não foram considerados as lavouras da safra 23/24 (em vermelho), apenas utilizada para visualização na figura de Tagliapietra et al., 2022.

Figura 1. Relação entre a produtividade de soja e o pH do solo. Os círculos amarelos representam as lavouras das safras 2005/2016 a 2020/2021 e os losangos vermelhos as lavouras participantes do Campeonato Soybean Money Maker 2023/2024.
Fonte: Adaptado de Tagliapietra et al., 2022.

Na Operação Raízes, abriu-se trincheiras até 1.5m em 13 estados brasileiros e coletou-se solo a cada camada de profundidade que consta na tabela. Ao analisar apenas o banco de dados da safra 2023/2024 do Campeonato, verificou-se que a maioria das lavouras se encontram igual ou acima do teor crítico de pH de 0 a 20 cm, no entanto, ao aprofundar-se no perfil de solo, verifica-se uma diminuição no pH, consequentemente, aumentando a porcentagem de lavouras abaixo do teor crítico de pH.

Figura 2. Porcentagem de lavouras participantes do Campeonato Soybean Money Maker com pH em água abaixo do valor crítico (5.5) e igual ou superior ao valor crítico.
Fonte: Campeonato Soybean Money Maker 23/24 – Equipe FieldCrops.

Nem todas as lavouras que apresentavam pH menor que 5.5 continham Al tóxico no solo, isso porque, depende do tipo de solo e composição mineral, histórico de manejo e condições ambientais. Do mesmo modo, ao analisar a presença e os valores de Alumínio no solo, verifica-se tendência semelhante. Conforme aprofunda-se no perfil, aumenta a presença de Al no solo (Figura 3).

Figura 3. Porcentagem de lavouras participantes do Campeonato Soybean Money Maker com presença ou não de Alumínio.
Fonte: Campeonato Soybean Money Maker 23/24 – Equipe FieldCrops.

Os agricultores estão cada vez mais conscientes da importância de manejar adequadamente o pH do solo e controlar a presença de alumínio. Estratégias como a calagem, que consiste na aplicação de calcário para elevar o pH do solo, são fundamentais para neutralizar a acidez excessiva e reduzir a toxicidade por alumínio. Monitorar regularmente o pH do solo e ajustar as práticas agrícolas conforme necessário são passos essenciais para garantir condições ideais de crescimento da soja e maximizar a produtividade.




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Sustentabilidade

Em apenas 7 meses, Mapa alcança recorde anual de aberturas de mercado – MAIS SOJA

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1 hora ago

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12 de julho de 2024

Com a recente abertura de quatro novos mercados para Cuba, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) bateu seu próprio recorde de novas expansões para produtos agrícolas no comercial internacional em um único ano, conforme os registros da série histórica.

Desde o início do ano, somam-se 82 novos mercados abertos em 34 países, somando um total de 160 desde o início de 2023, quando começou o terceiro mandato do presidente Lula e a gestão do ministro Carlos Fávaro no Mapa.

Os números mensais mostram 26 novos mercados em junho (13 países), 15 em maio (10 países), 10 em março (7 países), 7 em fevereiro (6 países), 9 em janeiro (5 países) e 5 em abril (3 países).

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Em julho, até o momento, houve aberturas para ovos e ovoprodutos, pescados extrativo e derivados, gelatina e colágeno e pescados de cultivo e derivados para Cuba, camarões e carne de camarão na Austrália, óleos e gorduras de aves e ruminantes no Equador, bovinos e bubalinos para reprodução no Gabão, vísceras comestíveis no Chile e pintos de um dia no México.

O novo recorde supera significativamente os números dos últimos cinco anos: em 2019 foram 35 novos mercados em 22 países, em 2020 foram 74 em 24 países, em 2021 foram 77 em 33 países, em 2022 foram 53 em 26 países, e em 2023 foram 78 em 39 países.

“Isso significa que, em média, uma nova oportunidade de comercialização foi criada a cada quatro dias neste ano. Estamos trabalhando intensamente para que novos recordes sejam alcançados”, destacou o ministro Carlos Fávaro.

As aberturas contemplam todos os continentes e incluem não apenas produtos tradicionais do Brasil, como carnes e soja, mas também uma variedade de produtos agropecuários, como pescados, sementes, gelatina e colágeno, ovos, produtos de reciclagem animal, açaí em pó, café verde, embriões e sêmens.

“A abertura de novos mercados demonstra a competitividade e confiabilidade do setor produtivo brasileiro, reconhecido em mais de 200 países por sua qualidade sanitária. Essa expansão internacional impulsiona as exportações, contribuindo para o saldo positivo da balança comercial, gerando divisas, empregos e renda ao homem do campo,” ressaltou Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Fonte: MAPA



FONTE

Autor:Ministério da Agricultura e Pecuária

Site: MAPA


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Sustentabilidade

Em meio às decisões de plantio para próxima safra, governo volta a falar em importações de arroz – MAIS SOJA

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2 horas ago

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12 de julho de 2024

 O mercado do arroz no Brasil está atualmente estagnado, com negócios em segundo plano e os preços mantendo-se nominais. “O foco dos agentes da cadeia produtiva permanece nos preparativos para a próxima safra, refletindo uma abordagem cautelosa em meio às incertezas que pairam sobre o setor”, pontua o analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

“Um fator significativo para essa incerteza é a recente postura do Governo Federal, que voltou a sinalizar a intenção de intervir no mercado de arroz”, comenta o analista. Declarações recentes indicam que o governo “está longe de desistir” da importação do grão para aumentar a oferta interna, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do país, com o objetivo de reduzir os preços considerados elevados. “Tal política tem gerado preocupações crescentes entre os produtores, que veem a insistência na intervenção como um enorme desincentivo, especialmente em um momento delicado em que muitos ainda se recuperam dos prejuízos causados por eventos climáticos extremos no Sul neste ano”, pondera.

No cenário de exportações, apesar do real desvalorizado, o ritmo permanece bastante lento. O último relatório de embarques nos portos brasileiros, o line up, mostra que cerca de 13 mil toneladas de arroz branco estão programadas para embarque rumo à Venezuela, enquanto aproximadamente 104 mil toneladas do produto beneficiado devem chegar da Tailândia até o fim do mês. Em junho, cerca de 73 mil toneladas de arroz (base casca) foram efetivamente embarcadas.

Os preços, de qualquer forma, seguem firmes. A média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista) encerrou a quinta-feira (11) cotada a R$ 115,90, apresentando um avanço de 0,54% em relação à semana anterior. Em comparação ao mesmo período do mês passado, havia uma alta de 1,15% e um aumento de 40,99% quando comparado ao mesmo período de 2023.

Autor/Fonte: Rodrigo Ramos/ Agência Safras News




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