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mercado tenta assimilar decisão de Comissão Europeia; veja cotações

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. . . . . . . . . . . . . . . 4 de October de 2024

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2 horas ago

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Nesta quinta-feira (3), o mercado brasileiro da soja registrou poucos negócios, com preços variando de estáveis a mais altos.

A Bolsa de Chicago apresentou volatilidade, enquanto o dólar teve uma alta significativa. Embora as ofertas no mercado fossem atrativas, muitos vendedores optaram por reter seus produtos, na expectativa de preços ainda mais vantajosos.

Preços do grão no país

  • Passo Fundo (RS): o preço da saca de 60 quilos subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Missões (RS): a cotação avançou de R$ 132,00 para R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): o valor aumentou de R$ 140,00 para R$ 141,00
  • Cascavel (PR): a saca valorizou de R$ 137,00 para R$ 139,00.
  • Porto de Paranaguá (PR): o preço subiu de R$ 142,00 para R$ 143,00
  • Rondonópolis (MT): o preço da saca subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Dourados (MS): o preço estabilizou em R$ 134,00
  • Rio Verde (GO): a cotação permaneceu em R$ 133,00.

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em baixa. A previsão de chuvas nas regiões produtoras do Brasil, facilitando o plantio da nova safra, e o avanço da colheita da maior safra dos EUA pressionaram os preços.

Adicionalmente, o mercado ainda assimila a decisão da União Europeia de adiar em pelo menos um ano a implementação da Lei Antidesmatamento, que, na teoria, poderia favorecer a demanda por soja americana em detrimento da soja e do farelo brasileiros e argentinos.

As exportações líquidas dos Estados Unidos de soja, para a temporada 2024/25, iniciada em 1º de setembro, totalizaram 1.443.500 toneladas na semana encerrada em 26 de setembro, com a China liderando as importações, totalizando 725.700 toneladas.

Para a temporada 2025/2026, foram registradas apenas 1.000 toneladas, abaixo das expectativas que variavam entre 1 milhão e 1,6 milhão de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam a US$ 10,46 por bushel, uma baixa de 10,00 centavos de dólar (0,94%). A posição de janeiro foi cotada a US$ 10,64 1/2 por bushel, com perda de 9,75 centavos (0,90%).

Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo encerrou com uma baixa de US$ 7,90 (2,32%), a US$ 332,50 por tonelada. Por outro lado, os contratos do óleo com vencimento em dezembro fecharam a 44,53 centavos de dólar, com alta de 0,89 centavo (2,03%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, negociado a R$ 5,4745 para venda e R$ 5,4726 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre uma mínima de R$ 5,4503 e uma máxima de R$ 5,5107.

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Mercado da soja tem quinta-feira com poucos negócios no Brasil

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3 horas ago

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3 de outubro de 2024

Nesta quinta-feira (3), o mercado brasileiro da soja registrou poucos negócios, com preços variando de estáveis a mais altos. A Bolsa de Chicago apresentou volatilidade, enquanto o dólar teve uma alta significativa. Embora as ofertas no mercado fossem atrativas, muitos vendedores optaram por reter seus produtos, na expectativa de preços ainda mais vantajosos.

Leia Também:  “Precisamos mostrar o que está sendo feito aqui em MT para ser exemplo para os outros estados”, afirma presidente da Confederação de Automobilismo

Preços do grão no país

  • Passo Fundo (RS): o preço da saca de 60 quilos subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Missões (RS): a cotação avançou de R$ 132,00 para R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): o valor aumentou de R$ 140,00 para R$ 141,00
  • Cascavel (PR): a saca valorizou de R$ 137,00 para R$ 139,00.
  • Porto de Paranaguá (PR): o preço subiu de R$ 142,00 para R$ 143,00
  • Rondonópolis (MT): o preço da saca subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Dourados (MS): o preço estabilizou em R$ 134,00
  • Rio Verde (GO): a cotação permaneceu em R$ 133,00.

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em baixa. A previsão de chuvas nas regiões produtoras do Brasil, facilitando o plantio da nova safra, e o avanço da colheita da maior safra dos EUA pressionaram os preços.

Adicionalmente, o mercado ainda assimila a decisão da União Europeia de adiar em pelo menos um ano a implementação da Lei Antidesmatamento, que, na teoria, poderia favorecer a demanda por soja americana em detrimento da soja e do farelo brasileiros e argentinos.

As exportações líquidas dos EUA de soja, para a temporada 2024/25, iniciada em 1º de setembro, totalizaram 1.443.500 toneladas na semana encerrada em 26 de setembro, com a China liderando as importações, totalizando 725.700 toneladas. Para a temporada 2025/2026, foram registradas apenas 1.000 toneladas, abaixo das expectativas que variavam entre 1 milhão e 1,6 milhão de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam a US$ 10,46 por bushel, uma baixa de 10,00 centavos de dólar (0,94%). A posição de janeiro foi cotada a US$ 10,64 1/2 por bushel, com perda de 9,75 centavos (0,90%).

Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo encerrou com uma baixa de US$ 7,90 (2,32%), a US$ 332,50 por tonelada. Por outro lado, os contratos do óleo com vencimento em dezembro fecharam a 44,53 centavos de dólar, com alta de 0,89 centavo (2,03%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, negociado a R$ 5,4745 para venda e R$ 5,4726 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre uma mínima de R$ 5,4503 e uma máxima de R$ 5,5107.

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Cuba e Japão abrem mercados para novos produtos do Brasil

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5 horas ago

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3 de outubro de 2024

O Brasil poderá exportar novos produtos para Cuba e Japão, informaram os Ministérios da Agricultura (Mapa) e das Relações Exteriores em nota conjunta. As autorizações sanitárias foram recebidas pelo governo brasileiro na quarta-feira (2) e nesta quinta-feira (3).

O Japão abriu seu mercado para farelo de mandioca, feno, polpa cítrica desidratada, flor seca de cravo-da-índia, folha seca de erva-mate e fruto seco de macadâmia do Brasil.

Já para Cuba, o Brasil está liberado a exportar material genético ovino e caprino. A abertura do mercado cubano ocorreu em meio à missão do Ministério da Agricultura ao país.

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O diretor do Centro Nacional de Sanidade Animal de Cuba (Cenasa), Roymi Hernandez Cuervo, anunciou ao secretário-executivo adjunto do ministério, Cleber Soares, a aprovação dos requisitos apresentados pelo Brasil para a exportação de sêmen e embriões de ovinos e caprinos.

“Isso trará benefícios mútuos e reforça o papel do Brasil como um parceiro estratégico para o desenvolvimento agrícola e comercial de nossos países amigos na América Central”, afirmou Soares, em nota.

Defesa animal e vegetal

Os países também atualizaram o Certificado Veterinário Internacional (CVI) para exportação de ovos férteis e pintos de um dia do Brasil e acordaram em elaborar um Memorando de Entendimento em defesa agropecuária, abrangendo defesa animal e vegetal, vigilância sanitária, laboratórios, quarentena e inspeção de produtos de origem vegetal e animal.

De acordo com as pastas, setembro foi o mês com número maior de aberturas de mercado no ano, com 50 processos concluídos em 14 países. No ano, o país acumula 168 aberturas de mercado para produtos agropecuários, com 246 mercados abertos em 60 países desde o início de 2023.

“Esse resultado é reflexo do nosso compromisso em fortalecer a agropecuária brasileira e abrir novas oportunidades para agricultores e pecuaristas. Temos a certeza de que ainda há muito a ser conquistado”, disse o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

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Rio Verde destaca prioridades do agronegócio para eleições municipais

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5 horas ago

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3 de outubro de 2024

O município de Rio Verde, em Goiás, é reconhecido como um dos principais polos do agronegócio no estado. Juntamente com Cristalina, a cidade se destaca pela produção de soja, milho e cana-de-açúcar, que exigem tecnologia e mão de obra especializada. O agronegócio em Goiás, segundo a Secretaria de Agricultura do Estado, empregou mais de um milhão de pessoas no último ano.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Apesar das condições favoráveis, como solo e clima propícios, os produtores rurais e entidades representativas esperam que os novos governantes eleitos nas próximas eleições municipais estejam comprometidos com as demandas do setor. Eles destacam a importância de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores conhecerem as necessidades do meio rural e terem um compromisso com a agropecuária, principalmente nas áreas de infraestrutura e educação.

Em Rio Verde, o sindicato rural tem promovido reuniões com candidatos, apresentando as necessidades da região. Questões como a infraestrutura das estradas rurais e a aplicação dos impostos arrecadados pelo setor produtivo estão em debate. Além disso, os produtores estão atentos às inovações tecnológicas necessárias para enfrentar desafios como a escassez de chuva, que demandam pesquisas e práticas agrícolas mais sustentáveis.

Nas eleições municipais de 2020, a maior parte dos principais municípios produtores elegeu líderes ligados ao agronegócio, como Sapezal e Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso, e São Desidério, na Bahia. A expectativa agora é que este número aumente nas eleições de 2024, reforçando o papel do setor no cenário político local.

O canal rural está preparando uma cobertura especial das eleições nas principais cidades agrícolas do país, com análises e transmissões ao vivo no dia 6 de outubro.

Agro MT

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