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Poucos negócios para a soja; confira detalhes e cotações

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. . . . . . . . . . . . . . . 23 de November de 2024

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3 horas ago

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O mercado brasileiro da soja teve um dia de poucos negócios, tanto nos portos quanto na indústria, com ofertas escassas e preços sem grandes variações. A safra nova apresentou um viés de baixa, mas os vendedores aguardam melhores preços, o que resulta em uma disparidade crescente entre compradores e vendedores.

Os preços domésticos oscilaram de forma moderada, com ajustes pontuais em algumas regiões. Em algumas áreas, as cotações se mantiveram estáveis ou apresentaram pequenos aumentos, principalmente devido à demanda local.

Cotações pelo Brasil

  • Passo Fundo (RS): A saca subiu de R$ 131,50 para R$ 132,00
  • Missões (RS): A cotação aumentou de R$ 130,50 para R$ 131,00 por saca
  • Porto de Rio Grande (RS): O preço subiu de R$ 140,50 para R$ 141,50
  • Cascavel (PR): A saca se manteve em R$ 136,00.
  • Porto de Paranaguá (PR): O preço subiu de R$ 142,00 para R$ 142,50
  • Rondonópolis (MT): O preço seguiu em R$ 147,00
  • Dourados (MS): O preço caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Rio Verde (GO): O preço subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam em alta na sexta-feira, recuperando parte das perdas acumuladas durante a semana. O movimento foi impulsionado por novas vendas de exportadores privados dos Estados Unidos, que anunciaram a venda de 198 mil toneladas de soja para destinos não revelados.

O mercado da soja continua pressionado pela colheita de uma safra recorde de soja nos Estados Unidos, estimada em mais de 120 milhões de toneladas. As perspectivas para a América do Sul, especialmente para o Brasil, que deverá colher cerca de 170 milhões de toneladas, continuam favoráveis.

Além disso, o mercado da soja está atento à formação da nova equipe do governo dos Estados Unidos, com a expectativa de que a ex-senadora Kelly Loeffler seja nomeada secretária de Agricultura. Existe uma preocupação crescente com a possibilidade de uma nova guerra comercial com a China e possíveis revisões nos incentivos à produção de biodiesel.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros da soja com entrega em janeiro fecharam a US$ 9,83 1/2 por bushel, com alta de 5,75 centavos (0,58%). O contrato de março foi negociado a US$ 9,92 1/4, com um aumento de 7,00 centavos (0,71%).

Nos subprodutos, o farelo de soja com vencimento em dezembro fechou a US$ 289,20 por tonelada, com alta de US$ 1,50 (0,52%). Já o óleo de soja, com vencimento em dezembro, registrou baixa de 0,41 centavo, fechando a 41,77 centavos de dólar (queda de 0,97%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,01%, sendo negociado a R$ 5,8122 para venda e R$ 5,8102 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,7893 e R$ 5,8319. Na semana, o dólar valorizou 0,42%.

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Produtora rural do Paraná inova e conquista prêmio 

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4 horas ago

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22 de novembro de 2024

Vencedora do Prêmio Nacional Sebrae Mulher de Negócios 2024, na categoria Produtora Rural, Fabiana Castelari Leme retorna à Chácara Castelari, em Marialva (PR), com o primeiro lugar. “Eu estou muito feliz com a conquista deste troféu. 

Leia Também:  Frente fria ameaçam colheita de soja no Sul

A palavra é gratidão”, destaca Leme, que teve seu reconhecimento graças à inovação do parreiral em que produz atualmente 10 variedades de uvas, entre elas Vitória, Núbia e Niágara (branca e rosada).

O Prêmio Sebrae Mulher de Negócios é composto por três etapas: estadual, regional e nacional. Na primeira, foram escolhidas até cinco participantes por unidade federativa, sendo uma de cada categoria: pequenos negócios, microempreendedora individual, negócios internacionais, produtora rural e ciência e tecnologia. 

De acordo com a Agência de Notícias do Sebrae, todas as vencedoras seguiram para a fase regional, de caráter eliminatório. Cada região do país teve apenas uma representante por categoria para disputar a fase nacional, totalizando 25 candidatas para a grande final.

Fabiana passou por todas as etapas e se consolidou como uma referência feminina no empreendedorismo rural. Seu modelo de negócios pode impulsionar tanto o turismo na região como valorizar a produção local de uvas. Afinal, são mais de três décadas em que a Chácara Castelari é referência na produção de uvas:

 “Minha jornada é marcada por desafios, inovações e um profundo compromisso com a comunidade e o meio ambiente. Nossa propriedade é um exemplo de perseverança, inovação e inclusão, inspirando outras mulheres empreendedoras a seguirem seus sonhos e contribuírem para o desenvolvimento de suas comunidades,” finaliza a produtora.

Durante a pandemia, nasceu na Chácara Castelari o projeto “Colha e Pague,” integrando o Caminho da Uva. Depois, Fabiana implantou o “Open de Uva”, onde os visitantes podem colher e saborear as uvas diretamente da parreira. 

Além disso, estruturou o espaço para atender o turismo pedagógico – Escola Campo, que recebe grupos de autistas, idosos com Alzheimer e cadeirantes: 

“Procuramos adaptar o espaço para proporcionar a todos uma experiência inesquecível. E esse prêmio significa todo esse reconhecimento do nosso trabalho, porque a gente percebe que o que estamos fazendo não é em vão. Eu tenho certeza de que, através desse primeiro lugar, vamos ter muito mais clientes,” afirmou a empreendedora, que está aproveitando o último dia do Delas Summit 2024, o maior evento voltado ao protagonismo feminino, em Florianópolis.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Mulheres que fazem a diferença

O Sebrae Delas, programa voltado para incentivar, valorizar e acelerar a jornada de mulheres que empreendem ou querem empreender, também marca presença no Summit Delas 2024. 

“Nós não vamos garantir um país de igualdade sem que haja o empoderamento e a garantia da renda das mulheres”, destacou o presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima, que participou do evento e compareceu à entrega do prêmio Sebrae Mulher de Negócios.

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o avanço no plantio da soja em Mato Grosso

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6 horas ago

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22 de novembro de 2024

O plantio da soja para a safra 2024/25 no Mato Grosso alcançou 99,85% da área prevista até o dia 22 de novembro, conforme informações do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O número da semeadura representa um avanço em relação à semana anterior, quando o percentual de plantio era de 98,98%. No mesmo período do ano passado, a área plantada era de 98,39%.

Segundo a Safras & Mercado, a safra de soja 2024/25 no estado segue dentro das expectativas, com o ritmo de semeadura acelerado, favorecido pelas boas condições climáticas. A previsão é que o restante da área seja completado nos próximos dias, permitindo que os produtores se preparem para a fase de desenvolvimento e crescimento das lavouras.

Leia Também:  Rezende lembrou ainda que a FPA tem se dedicado a defender a integridade do processo legislativo, afirmando: “A atuação incansável da Frente Parlamentar da Agropecuária na defesa do Marco Temporal e na busca por equilíbrio entre os interesses envolvidos merece destaque. A recente ação da deputada Célia Xakriabá e do deputado Chico Alencar, juntamente com a resposta firme da deputada Silvia Waiãpi na Comissão de Povos Indígenas, evidencia a importância de garantir que as decisões sejam tomadas de acordo com os princípios e normas estabelecidos. A FPA desempenha um papel crucial ao assegurar que o processo legislativo seja conduzido de maneira ética e transparente, respeitando os interesses de todos os setores envolvidos.”

De perto no plantio da soja

A Aprosoja Mato Grosso realiza a série Clima e Mercado 2024, que percorre as principais regiões agrícolas do estado. O objetivo é dialogar diretamente com os produtores sobre os desafios climáticos e de mercado.

No terceiro episódio da série, a equipe visitou Terra Nova do Norte, Nova Canaã do Norte e Paranaíta. Em Terra Nova, apesar do bom clima, houve atraso no início da safra, impactando o planejamento para o milho. Em Nova Canaã, embora a produção seja das melhores dos últimos anos, a queda nos preços preocupa os produtores. Já em Paranaíta, o plantio começou bem, mas as chuvas cessaram rapidamente, gerando incertezas sobre o avanço da lavoura.

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Vem água por aí? Previsão é otimista; veja onde deve chover

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7 horas ago

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22 de novembro de 2024

A previsão do tempo para o período de 21 de novembro a 2 de dezembro aponta um cenário mais otimista para as lavouras de soja em todo o Brasil. Deve chover em diversas regiões produtoras, com destaque para o Matopiba, que começa a receber o alívio necessário após um período de estiagem.

No entanto, algumas áreas ainda precisam de mais precipitação para garantir o desenvolvimento das lavouras e assegurar uma boa colheita, como no oeste de São Paulo, sul de Mato Grosso do Sul, áreas do oeste do Rio Grande do Sul e centro-norte do Pará.

Vem chuva por aí!

O Matopiba ainda precisa de mais chuvas, principalmente no oeste de São Paulo, sul de Mato Grosso do Sul, áreas do oeste do Rio Grande do Sul e boa parte do centro-norte do Pará. Nos próximos dias, a tendência é de chuvas no centro-norte de Minas Gerais e no estado da Bahia, com as precipitações se espalhando pelo Matopiba. A previsão indica que, ao longo dos próximos dias, o tempo ainda deve permanecer mais seco em São Paulo e Mato Grosso do Sul, mas uma nova frente fria na próxima semana deve fazer chover nas regiões.

Nos próximos 5 dias, o volume de chuvas será bom tanto no Tocantins quanto na Bahia, com acumulados que podem chegar a 80 mm. A tendência para o período de 21 de novembro a 2 de dezembro é de boas precipitações, especialmente no Oeste e Norte do Paraná, interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e Mato Grosso do Sul, com acumulados superiores a 60 mm, o que deve contribuir para a reposição hídrica do solo.

Mais previsão do tempo

Em Mato Grosso, as chuvas devem ficar entre 30 e 40 mm nos próximos 5 dias, o que não deve prejudicar os trabalhos em campo. Já no Matopiba, as chuvas devem dar uma trégua nesse período, mas a partir da segunda quinzena de dezembro, espera-se o retorno das precipitações em maior volume, o que ajudará não só no desenvolvimento, mas também na continuidade do plantio da safra 2024/25.

É importante também ficar atento às condições de Goiás e do Triângulo Mineiro, que devem receber mais de 50 mm de chuva, o que será benéfico para as lavouras nessas regiões.

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