AGRONEGÓCIO

Preços do milho avançam com boa movimentação nos portos e retração na oferta – MAIS SOJA

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. . . . . . . . . . . . . . . 24 de August de 2024

Sustentabilidade

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3 horas ago

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O mercado brasileiro de milho teve uma semana de preços mais altos no balanço em grande parte das praças de comercialização. Embora o ritmo de negócios tenha seguido travado em algumas regiões no mercado interno, uma boa movimentação nos portos para exportação e a oferta limitada garantiram suporte às cotações.

Segundo a Safras Consultoria, nesta última semana o mercado permaneceu com postura retraída tanto de consumidores como dos produtores, o que limita o avanço de negócios. As atenções seguem voltadas para o câmbio, para os movimentos dos futuros do milho (Bolsa de Chicago) e para a paridade de exportação firme. Os consumidores sinalizam tranquilidade em relação a abastecimento no momento, mas com a colheita da safrinha terminando reduz-se a disponibilidade e as cotações reagem a isso.

Os negócios nos portos fluíram, com avanços nas negociações a bons preços, entre R$ 64,00 a 66,00 a saca, o que também puxou as cotações no mercado interno. Em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul o mercado esteve melhor movimentado. Já em outras praças, houve um fluxo mais lento na comercialização.

No balanço semanal, entre as quintas-feiras (15 e 22 de agosto) no disponível ao produtor, o preço do milho em Campinas/CIF na base de venda subiu de R$ 61,00 para R$ 64,00 a saca de 60 quilos, alta de 4,9%. Na região Mogiana paulista, o cereal subiu de R$ 55,00 para R$ 58,00 a saca, alta de 5,4%.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal indicado, o preço subiu de R$ 58,00 para R$ 60,00 a saca na base de venda, elevação de 3,4%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação avançou de R$ 46,00 para R$ 47,00 a saca, avanço de 2,2%. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço no balanço se manteve em R$ 66,00.

Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda entre 15 e 22 de agosto subiu de R$ 56,00 para R$ 58,00, elevação de 3,6%. E em Rio Verde, Goiás, o preço na venda subiu de R$ 50,00 para R$ 52,00 a saca, aumento de 4,0%.

Autor/Fonte: Lessandro Carvalho / Safras News



Sustentabilidade

Retomar competitividade internacional será crucial para impulsionar exportações de arroz em 2025 – MAIS SOJA

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1 hora ago

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23 de agosto de 2024

O mercado do arroz manteve em um cenário de cotações sustentadas, mas com um ritmo de comercialização lento. “A extensa disputa entre compradores e vendedores continua limitando negociações expressivas e impede grandes flutuações nos preços internos”, explica o analista e consultor de Safra & Mercado, Evandro Oliveira.

Orizicultores permanecem cautelosos, mas atentos às necessidades de caixa, especialmente com o vencimento de custeios se aproximando. “Já as indústrias estão focadas na paridade de importação, ajustando-se às oscilações anteriores no setor varejista/atacadista”, acrescenta o analista.

“O plantio da próxima safra avança gradualmente no Mercosul, com boas perspectivas de produção para 2024/25”, destaca Oliveira. O arroz, sendo uma cultura com um ciclo de cultivo concentrado em 5 a 6 meses, é particularmente vulnerável às oscilações de mercado, onde a oferta e demanda definem os preços.

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Para Oliveira, a expectativa é de que as exportações brasileiras retornem aos níveis anteriores, desde que as condições sejam favoráveis, com preços internos entre US$ 17,00 e US$ 19,00 por saca. “Projeta-se que, durante a safra, os preços internos variem entre R$ 80,00 e R$ 100,00”, relata.

Caso o mercado internacional permaneça estável, o consultor acredita que o Brasil pode retomar seu papel como um player competitivo, com o arroz nacional atendendo à demanda da América Central, “que valoriza a qualidade do produto brasileiro, muitas vezes pagando acima da média do mercado”.

Em relação aos preços, a média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista) era cotada a R$ 118,67 no dia 21, com avanço de 0,22% em relação à semana anterior. Em comparação ao mesmo período do mês passado, havia alta de 2,44%. E um aumento de 26,9% quando comparado ao mesmo período de 2023.

Autor/Fonte: Rodrigo Ramos/ Agência Safras News



Sustentabilidade

Cenário tem leve melhora, preços reagem e sojicultor negocia de forma pontual no Brasil – MAIS SOJA

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2 horas ago

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23 de agosto de 2024

Os preços da soja reagiram nesta semana nas principais praças do país. O ritmo dos negócios também acelerou, ainda que envolvendo operações pontuais e aproveitando repiques de Chicago e do dólar, que encerraram a semana no positivo. Os prêmios também seguem firmes e favorecendo a movimentação.

A saca de 60 quilos subiu de R$ 124,00 para R$ 126,00 em Passo Fundo (RS) nesta semana. No período, o preço avançou de R$ 121,00 para R$ 127,00 em Cascavel (PR). Em Rondonópolis (MT), a cotação aumentou de R$ 121,00 para R$ 123,00.

No Porto de Paranaguá, a saca reagiu, passando de R$ 129,00 no início da semana para R$ 132,00. Os prêmios de exportação são positivos, o que ajudou na sustentação dos referenciais Fob.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, subiram 0,84% na semana, sendo cotados na manhã da sexta, 23, a US$ 9,65 por bushel. O comportamento do mercado foi guiado por um movimento de compras técnicas, com os agentes aproveitando a queda recente – os contratos bateram nos menores níveis desde 2020 na semana passada – para recompor carteiras.

Outro fator que colaborou para a elevação foi os bons números de exportação e anúncio de vendas por parte dos Estados Unidos. Com a queda, o produto americano ganhou competitividade.

Mas os fundamentos seguem baixistas. Com a colheita se aproximando, a sinalização é de que a safra americana bata recorde, ficando na casa de 1265 milhões de toneladas. Nesta semana, o mercado acompanhou de perto a tradicional crop tour da Pro Farmer, com as amostras confirmando produtividade acima da média nos principais estados produtores americanos.

O dólar comercial também subiu nesta semana na relação com real, favorecendo os negócios com a soja. A moeda americana tinha alta semanal de 2,22% até a manhã de sexta, na casa de R$ 5,59.

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Apesar da pequena melhora nesta semana, o cenário segue baixista para a soja. Diante desse quadro, o analista e consultor de Safras & Mercado, Luiz Fernando Gutierrez Roque, sugere que o produtor procure proteção nas ferramentas à disposição para garantir a melhor comercialização. “E os produtores devem aproveitar as janelas de oportunidade, como dessa semana, para negociar”, concluiu.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua / Safras News

Sustentabilidade

Acompanhe os principais eventos do agronegócio na semana entre 26 e 30 de de agosto – MAIS SOJA

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3 horas ago

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23 de agosto de 2024

Acompanhe abaixo os principais eventos ligados ao agronegócio e à economia na semana entre 26 e 30 de agosto:

—–Segunda-feira (26/08)

– O Banco Central (BC) divulga, às 8h30, o Boletim Focus.

– Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA, 12h.

– O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria. do Comércio e Serviços divulga, às 15h, a balança comercial parcial de agosto.

– Evolução e condições das lavouras nos EUA – USDA, 17h.

—-Terça-feira (27/08)

– Alemanha: A leitura revisada do PIB do segundo trimestre de 2024 será publicado às 3h pelo Destatis.

– O IBGE divulga, às 9h, o IPCA-15 referente a agosto.

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

—–Quarta-feira (28/08)

– EUA: A segunda leitura do PIB do segundo trimestre será publicada às 9h30 pelo Departamento do Comércio.

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

—–Quinta-feira (29/08)

– A FGV divulga, às 8h, o IGP-M referente a agosto.

– Alemanha: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de agosto será publicada às 9h pelo Destatis.

– O IBGE divulga, às 9h, o Índice de Preços ao Produtor – Indústrias Extrativa e de Transformação referente a julho.

– O Ministério do Trabalho divulga o Caged referente a julho.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30.

– EUA: O índice PCE, que mede os gastos individuais, bem como os dados sobre a renda e gastos pessoais de julho serão publicados às 9h30 pelo Departamento do Comércio.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Japão: A taxa de desemprego de julho será publicada às 20h30 pelo departamento de estatísticas.

– Japão: A leitura preliminar da produção industrial de julho será publicada às 20h50 pelo ministério da Economia, Comércio e Indústria

—–Sexta-feira (30/08)

– Alemanha: A taxa de desemprego de agosto será publicada às 4h55 pelo Destatis.

– Eurozona: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de agosto será publicada às 6h pelo Eurostat.

– O IBGE divulga, às 9h, a Pnad Contínua referente a julho.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Autor/Fonte: Pedro Carneiro/ Safras News



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