AGRONEGÓCIO

Queda do dólar pressiona preços da soja e trava negócios no Brasil

Publicado em

queda-do-dolar-pressiona-precos-da-soja-e-trava-negocios-no-brasil

. . . . . . . . . . . . . . . 24 de September de 2024

Tech

Published

6 segundos ago

on

O mercado brasileiro da soja apresentou um dia lento, com negócios pontuais e preços variando entre estáveis e em queda, refletindo a desvalorização do dólar. A Bolsa de Chicago teve um desempenho positivo durante a manhã, mas inverteu sua tendência à tarde, dificultando novas transações. Os prêmios oferecidos não foram suficientes para compensar a queda na CBOT.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Números

  • Em Passo Fundo (RS), o preço da saca de 60 quilos caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Na região das Missões (RS), o valor recuou de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • No Porto de Rio Grande passou de R$ 142,00 para R$ 141,00
  • Em Cascavel (PR), a saca desvalorizou de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • No porto de Paranaguá (PR), o preço caiu de R$ 143,00 para R$ 142,00
  • Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • Em Dourados (MS) estabilizou em R$ 130,00
  • Em Rio Verde (GO), o preço caiu de R$ 132,00 para R$ 131,00

Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em alta, mas abaixo das máximas do dia. As preocupações com o clima seco e o atraso no plantio no Brasil sustentaram os preços, além de relatos de rendimentos inferiores ao esperado nos primeiros plantios.

Outro fator que chamou a atenção dos investidores foi o novo plano de estímulo econômico do governo chinês, que pode aumentar a demanda por commodities. A China continua sendo o maior comprador da soja do mundo.

No entanto, ao longo do dia, o mercado perdeu força devido a um movimento de realização de lucros e um cenário de longo prazo pessimista, com uma oferta mundial ampla da oleaginosa.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou um relatório sobre a evolução da colheita de soja. Até 22 de setembro, 13% da área estava colhida, contra 6% na semana anterior e 10% no mesmo período do ano passado, sendo a média de 8%.

De acordo com o USDA, 64% das lavouras estão em boas a excelentes condições, 25% em situação regular e 11% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 54%, 25% e 11%, respectivamente.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3 centavos de dólar (0,28%), a US$ 10,42 1/4 por bushel. A posição de janeiro teve cotação de US$ 10,60 1/2 por bushel, com um ganho de 3,75 centavos (0,35%).

Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 (0,85%), a US$ 325,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 43,34 centavos de dólar, com alta de 1,50 centavo (3,58%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,34%, sendo negociado a R$ 5,4601 para venda e R$ 5,4581 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4466 e a máxima de R$ 5,5270.

Leia Também:  Um Natal chuvoso em grande parte do país, prevê meteorologia

Tech

Agricultores atingidos pela seca em MG receberão 12% a mais de recursos

Published

1 hora ago

on

24 de setembro de 2024

O Governo de Minas Gerais repassou mais de R$ 5,7 milhões ao Fundo Garantia-Safra 2023/2024, aumento de aproximadamente 12% em relação à transferência feita na temporada anterior.

O aumento do aporte estadual ampliou em 11% o número de produtores beneficiados, chegando a aproximadamente 40 mil.

Assim, os recursos chegam a famílias como a de Maria Eni dos Reis Brant, da comunidade de Ribeirãozinho, no município de Padre Carvalho, no Norte de Minas, que enfrenta perda sistemática das suas lavouras de feijão, milho e mandioca em função da seca.

Ela conta que o pouco que planta para subsistência é sempre perdido pela falta de chuva. “A gente trabalha mais do que produz. Este ano mesmo, colhemos só um pouco de milho. O resto, perdemos tudo”, lamenta.

Segundo a produtora, com o Garantia-Safra é possível cobrir a ração para as galinhas, algo para as vacas.

Programa Garantia-Safra

agro nas eleições 2022 - ocupações - agricultores - tomaz silva - agência brasil
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O Programa Garantia-Safra é executado com recursos da União, em parceria com os estados, as prefeituras e os próprios agricultores familiares, onde cada um deles paga uma quota-parte ao fundo do programa.

Na safra 2023/2024, o recurso poderá servir de auxílio a até 39.730 agricultores familiares de 110 municípios do semiárido mineiro, em situação de vulnerabilidade devido às dificuldades climáticas.

O benefício anual de R$ 1,2 mil é pago aos agricultores dos municípios que comprovem perdas de 50% ou mais das culturas cobertas pelo programa em razão de secas ou chuvas em excesso.

Em Minas Gerais, a gestão do programa é da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com a coordenação e execução da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG).

“Ao efetuar o pagamento da parte que cabe ao estado, o Governo de Minas garante a segurança alimentar desses agricultores em um momento de prejuízos. O recurso assegura as condições mínimas de sobrevivência e a continuidade da atividade que desenvolvem na propriedade rural”, avalia o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes.

Agricultores que têm direito

O Programa Garantia-Safra está disponível para agricultores familiares que residem na região de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

É preciso estar inscrito no Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ou com Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa, com renda familiar mensal de, no máximo, 1,5 salário mínimo, e com plantação entre 0,6 a 5 hectares de feijão, milho, arroz, algodão ou mandioca.

Tech

Soja: Chicago fecha em alta por clima seco no Brasil, mas abaixo da máxima do dia

Published

3 horas ago

on

24 de setembro de 2024

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam esta terça-feira em alta (24), mas abaixo das máximas do dia. As preocupações com o clima seco e o atraso do plantio no Brasil sustentaram os contratos. Há, ainda, reportes de rendimentos abaixo do esperado no início do plantio nos Estados, fator que ajudou na elevação.

Leia Também:  Destaques da semana Mais Soja – MAIS SOJA

Outro ponto que mereceu atenção dos investidores foi o ousado plano de incentivo à economia divulgado pelo governo chinês. Na avaliação do mercado, as medidas poderiam garantir uma maior demanda por commodities. Os chineses são os maiores compradores e soja do mundo.

Ao longo do dia, o mercado foi perdendo força. Um movimento de realização de lucros e o cenário fundamental de longo prazo baixista, com ampla oferta mundial da oleaginosa, pesaram na composição dos preços.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem relatório sobre a evolução colheita das lavouras da soja. Até 22 de setembro, a área colhida estava apontada em 13%. Na semana passada, eram 6%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 10%. A média é de 8%.

Segundo o USDA, até 22 de setembro, 64% estavam entre boas e excelentes condições, 25% em situação regular 11% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 54%, 25% e 11%, respectivamente.

Soja em grão

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,00 centavos de dólar, ou 0,28%, a US$ 10,42 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,60 1/2 por bushel, com ganho de 3,75 centavos ou 0,35%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,85% a US$ 325,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 43,34 centavos de dólar, com alta de 1,50 centavo ou 3,58%.

Tech

Caiado diz que incêndios já deram prejuízo de R$ 1,5 bi a Goiás

Published

3 horas ago

on

24 de setembro de 2024

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), afirmou que os incêndios já deram prejuízos de R$ 1,5 bilhão a Goiás, valor equivalente a 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado. As declarações ocorreram durante o painel “Brasil 2025/26: As oportunidades nos estados”, em conferência do Banco Safra, em São Paulo, nesta terça-feira (24).

“Nós precisamos ter uma retaguarda maior dentro do federalismo, porque nós não podemos admitir que, até o Congresso se reunir para tratar de um assunto que é específico de alguns estados, o estado já queimou todo”, declarou o governador.

Caiado acrescentou: “Tanto é que nós já fizemos um cálculo. Goiás teve uma perda de R$ 1,5 bilhão, o que está comprometendo hoje 0,4% do PIB do estado de Goiás.”

Na sequência, Caiado criticou o governo federal no combate às queimadas. “Então, isto é uma irresponsabilidade muito grande, porque o governo federal não só não atendeu no Rio Grande do Sul, como não atendeu nas enchentes e não atendeu nas queimadas. Não tinha plano nenhum. Fez uma reunião na semana passada para dizer que ia mandar 100 bombeiros militares para Goiás. O que isso significa?”, questionou.

Agro MT

Anúncio

MAIS LIDAS DA SEMANA