AMEAÇAS CONTRA FLÁVIO

“Matar a família Bolsonaro”: vídeo com ameaças a Flávio e aliados da direita viraliza, e perfil desaparece

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Gravação também cita Nikolas Ferreira e outros nomes da direita; publicação provocou denúncias e o perfil atribuído ao autor deixou de ficar acessível

Um vídeo que circula nas redes sociais provocou indignação após mostrar um homem defendendo o assassinato de políticos da direita brasileira. Na gravação, ele menciona o senador Flávio Bolsonaro (PL), integrantes da família Bolsonaro e outras figuras públicas. Após a repercussão, o perfil atribuído ao autor no Instagram deixou de ficar acessível.

O usuário identificado como @heart.at.war teria publicado o vídeo original. Nas imagens, o homem trata a morte de adversários políticos como uma forma de eliminar problemas no cenário eleitoral.

“Vocês sabiam que gente morta não é eleita, né?”, diz ele em um trecho da gravação. Em seguida, faz referência ao assassinato do ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.

Família Bolsonaro é citada em ameaça

Durante o vídeo, o homem afirma que matar toda a família Bolsonaro resolveria parte dos problemas políticos. Ele também menciona o deputado federal Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato e Eduarda Campopiano.

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Em outro momento, ao se referir a essas figuras públicas, o autor da gravação afirma: “Gente, matou, acabou a dor de cabeça”.

As declarações provocaram críticas e mobilização de usuários nas redes sociais, que passaram a denunciar o conteúdo.

Perfil deixa de ficar acessível

Após a repercussão, o perfil atribuído ao homem deixou de estar acessível no Instagram. Ainda não há confirmação sobre se a conta foi desativada pelo próprio usuário ou removida pela plataforma após as denúncias.

Até o momento, não foram divulgadas informações confirmadas sobre eventual investigação policial, identificação formal do autor ou medidas adotadas pelas autoridades em relação às declarações.

O caso levanta preocupação sobre ameaças de violência contra representantes políticos e reforça a importância de apurar declarações que possam representar risco à segurança de pessoas públicas.

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