Caso Jéssica

Execução brutal: mulher é achada morta após rastro de cabelos levar polícia ao local

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O desaparecimento de Jéssica Brígida de Almeida, de 35 anos, terminou de forma trágica e agora é investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso como um possível homicídio praticado por integrantes de uma organização criminosa.

 

Jéssica estava desaparecida desde o dia 27 de julho e foi encontrada morta às margens do Rio Peixotinho, no município de Matupá. Segundo as investigações, policiais chegaram ao local após seguirem uma trilha formada por fios de cabelo presos à vegetação, que acabou levando os agentes até o corpo da vítima.

 

De acordo com o delegado Thiago Barros, responsável pela investigação, Jéssica foi localizada em avançado estado de decomposição e apresentava diversos sinais de violência. O corpo tinha cortes em várias partes, braços inchados e uma lesão profunda em uma das pernas, que teria atingido o osso, indicando que a vítima foi submetida a intensa agressão antes da morte.

 

Moradora do bairro Pedra 90, em Cuiabá, Jéssica havia viajado para a região de Peixoto de Azevedo a trabalho. Conforme os levantamentos iniciais, ela costumava prestar serviços em casas noturnas de municípios do interior do estado.

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A Polícia Civil informou que, neste momento, a principal linha de investigação não aponta para feminicídio. Pela dinâmica do crime e pela forma como o corpo foi ocultado, a suspeita é de que a execução tenha sido cometida por integrantes de uma organização criminosa. A motivação, no entanto, ainda está sendo apurada.

 

Outro ponto considerado importante para a investigação é o telefone celular da vítima, que não foi encontrado junto ao corpo. Segundo o delegado, o aparelho permanecia ligado em outro ponto da cidade, informação que poderá auxiliar na reconstituição dos últimos passos de Jéssica e na identificação dos responsáveis pelo crime.

 

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde exames periciais deverão apontar a causa da morte e contribuir com o avanço das investigações. O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil de Mato Grosso.

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