CASO BÁRBARO

Justiça nega pedido de insanidade para mulher que matou adolescente grávida em Cuiabá

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O juiz Francisco Ney Gaiva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá, negou o pedido de reconhecimento de insanidade mental e inimputabilidade penal de Nataly Helen Martins Pereira, acusada de assassinar Emelly Beatriz Azevedo Sena, de 16 anos, que estava grávida de nove meses.

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A defesa alegou que Nataly foi vítima de abuso sexual na infância, o que teria desencadeado quadros recorrentes de surto psicótico. No entanto, o magistrado rejeitou os argumentos, mantendo a ré como plenamente imputável e apta a responder criminalmente pelos atos.

Nataly confessou o assassinato e foi denunciada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) por uma série de crimes graves:

  • Feminicídio (com agravantes de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima);

  • Tentativa de aborto sem consentimento da gestante;

  • Subtração da criança;

  • Parto suposto;

  • Ocultação de cadáver;

  • Fraude processual;

  • Falsificação de documento;

  • Uso de documento falso.

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A Justiça prossegue com o processo, e a acusada seguirá presa enquanto aguarda julgamento.

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