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Ministro diz que Lucas do Rio Verde pode se tornar um grande polo ferroviário

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O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou durante pronunciamento, a autorização que o governo federal deve conceder para a exploração de ferrovias no Brasil, após a aprovação do novo “Marco Legal das Ferrovias”, irá beneficiar o município de Lucas de Rio Verde.

 

O ministro se pronunciou durante discurso realizado na entrega oficial da 500ª locomotiva de corrente alternada (AC44) produzida no Brasil. O evento ocorreu na fábrica da empresa Wabtec Corporation, em Contagem (MG), e segundo ele,

que deve visitar o estado do Mato Grosso em breve, Lucas deve se tornar “o grande entroncamento ferroviário do Brasil”.

 

A expectativa é de que o projeto seja aprovado ainda esse ano. A legislação sobre o futuro da malha ferroviária no País está em tramitação no Senado Federal.

 

Em Mato Grosso, uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) aprovada em outubro do ano passado pela Assembleia Legislativa, de autoria do deputado Eduardo Botelho (DEM), já regularizou o regime no estado. O texto é tido como um incentivo para o “destravamento” da pauta no Senado, onde o senador Jean Paul Prates (PT-RN) é o relator.

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“A primeira autorização que nós vamos dar será a da extensão da Ferronorte, de Rondonópolis para Lucas do Rio Verde. A Agência [ Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT] já está informada disso. Nós já colocamos isso como prioridade. Eu imagino que Lucas do Rio Verde vai ser o grande entrocamento ferroviário do Brasil, de onde vai nascer a Ferrogrão, chegando até Miritituba, a Ferronorte, passando por Rondonópolis até se ligar a malha paulista, e a Fico, que vai começar em Lucas do Rio Verde e terminar lá em Ilhéus [BA]”, prevê o ministro.

 

Na ocasião,Tarcísio Freitas destacou ainda os investimentos do Ministério na ampliação da malha ferroviária do País, e da importância de participação da iniciativa privada para o avanço desse projeto.
“Nossa missão aqui hoje é plantar para o Brasil colher, fazer com que mais ferrovias nasçam, mais locomotivas apareçam, mais empresas entreguem e invistam (…)”, expõe.

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