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Morte trágica de égua em adutora expõe riscos de animais de grande porte em centros urbanos; veja

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A morte da égua Amora, da raça Mangalarga Marchador, provocou forte comoção em Belo Horizonte e levantou um alerta sobre os riscos envolvendo animais de grande porte em áreas urbanas. Prenhe de cinco meses, ela morreu após cair dentro de uma adutora da Copasa na região do Baleião, no bairro Vila Fazendinha.

O animal desapareceu na segunda-feira (4) e foi encontrado sem vida apenas na madrugada de quarta-feira (6). O caso mobilizou equipes técnicas, repercutiu nas redes sociais e chegou a afetar o abastecimento de água em centenas de bairros da capital mineira e da Região Metropolitana.

Especialistas apontam que o acidente expõe fragilidades na proteção de estruturas essenciais, como cercas danificadas, ausência de barreiras de segurança e falta de manutenção em áreas de risco.

Além da tragédia envolvendo a égua, o caso reacendeu o debate sobre a presença constante de cavalos soltos em regiões urbanas e periféricas, situação que aumenta o risco de acidentes, maus-tratos e mortes.

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A morte de Amora gerou indignação nas redes sociais e abriu discussões sobre responsabilidade, abandono de animais e falhas na fiscalização.

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