GERAL

Brasileiro é executado com tiro na cabeça por roubar 150 kg de droga; Veja Vídeo

Publicado em

Um brasileiro de 30 anos, identificado como Raimundo Nonato Braga de Andrade, conhecido como “Nonato”, foi executado com um tiro na cabeça na manhã do dia 6 de janeiro de 2026, enquanto abria seu comércio no centro da cidade, no jirón Alfonso Ugarte, no Peru.

O crime ocorreu por volta das 7h12, em plena luz do dia. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem se aproxima da vítima, efetua um disparo à queima-roupa na cabeça e foge em uma motocicleta com o apoio de um comparsa. Nonato morreu no local.

Segundo a polícia peruana, a principal linha de investigação aponta para um ajuste de contas relacionado ao tráfico de drogas. A vítima teria se envolvido em um conflito após o desvio ou roubo de um carregamento de aproximadamente 150 quilos de entorpecentes, pertencente a uma liderança criminosa local na região de Ucayali. A ação teria motivado a execução.

O autor do disparo, Alex Ampuero Tamani, foi capturado poucas horas após o crime e confessou a execução. Ele relatou que recebeu cerca de R$ 1.500, em moeda local, pelo assassinato, contratado por Abner Enrique Molina Castillo, conhecido como “Pelacho”. Ao todo, três suspeitos foram presos em uma ação rápida das forças de segurança, e a Justiça decretou prisão preventiva dos envolvidos.

Leia Também:  URGENTE: Dupla aplicava golpes com estofados, vendia móveis das vítimas e acaba presa em MT

Nonato era brasileiro e possuía antecedentes criminais no Brasil, incluindo uma prisão por tráfico de drogas registrada em 2014, no estado do Acre. No Peru, ele atuava formalmente como comerciante, mas, de acordo com as investigações, mantinha ligações com atividades ilegais, incluindo o cultivo de folhas de coca.

O caso evidencia a atuação de organizações criminosas ligadas ao narcotráfico na região amazônica, onde disputas por rotas e carregamentos de drogas frequentemente resultam em crimes violentos.

As investigações seguem em andamento para esclarecer possíveis conexões entre os envolvidos e identificar outros participantes. O vídeo da execução circula em redes sociais e páginas especializadas em notícias criminais.

Anúncio

MAIS LIDAS DA SEMANA