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Médico condenado a 20 anos por aborto em MT tem registro cassado pelo CRM e não pode mais atuar

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O Conselho Regional de Medicina (CRM-MT) cassou o registro profissional do médico Orlando Alves Teixeira, condenado, em 2018, a 20 anos de prisão por ter provocado o aborto de uma grávida, em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, em 2009. À época, o médico respondia em liberdade por aborto provocado, peculato e corrupção passiva.

O ato de cassação do registro foi publicado no Diário Oficial dessa quarta-feira (23).

De acordo com o CRM, Orlando, de 68 anos, infringiu o Código de Ética Profissional e descumpriu a legislação.

Além dos abortos feitos pelo médico, o Conselho afirma que ele aliciou uma paciente do Sistema Único de Saúde (SUS) para uma clínica privada e cobrou honorários da mulher, que fazia tratamento na rede pública de saúde.

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