MATO GROSSO

MATO GROSSO ENTRA EM ALERTA MÁXIMO PARA SRAG, aponta Fiocruz

Publicado em

Mato Grosso foi classificado em nível de risco máximo para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo boletim divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O estado é o único da região Centro-Oeste a atingir o patamar mais elevado de alerta no momento.

De acordo com o levantamento, os casos da síndrome apresentam tendência de crescimento nas últimas semanas, acendendo um sinal de preocupação para as autoridades de saúde.

Entre os principais vírus associados ao avanço da SRAG estão a influenza A, o rinovírus e o vírus sincicial respiratório (VSR). Já a covid-19 aparece com menor incidência na região neste momento, concentrando maior número de casos em estados do Sudeste.

O boletim também aponta que crianças e adolescentes têm sido os mais afetados pelo rinovírus, enquanto a influenza A lidera os casos graves entre jovens, adultos e idosos. O VSR, por sua vez, segue como um dos principais riscos para crianças pequenas, sendo o maior responsável por quadros graves em menores de dois anos.

Leia Também:  URGENTE: Final de campeonato termina em pancadaria; VEJA VIDEO

Além de Mato Grosso, outros 19 estados brasileiros apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco para a síndrome. O cenário também preocupa nas capitais: 18 das 27 cidades monitoradas estão com tendência de crescimento, incluindo Cuiabá.

Diante desse avanço, o Ministério da Saúde anunciou medidas para reforçar a prevenção em 2026. A campanha nacional de vacinação contra a influenza está prevista para ocorrer entre 28 de março e 30 de maio, com um “Dia D” de mobilização já programado.

Especialistas reforçam que a vacinação continua sendo a principal forma de evitar casos graves e mortes. A pesquisadora Tatiana Portella destacou ainda a importância da imunização de grupos prioritários e da vacina contra o VSR para gestantes, como estratégia de proteção aos bebês.

⚠️ ALERTA À POPULAÇÃO

Com o aumento dos casos, autoridades orientam que a população redobre os cuidados, especialmente com crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

👉 Medidas simples como higienizar as mãos, evitar ambientes fechados e manter a vacinação em dia podem fazer a diferença.

A atenção deve ser imediata diante de sintomas como febre alta, tosse persistente e dificuldade para respirar. Procurar atendimento médico rapidamente pode salvar vidas.

Leia Também:  Deputado Estadual Silvio Fávero segue internado com Covid-19, em hospital de Lucas do Rio Verde

 

Anúncio

MAIS LIDAS DA SEMANA