TÁBUA DO SEXO

Adolescentes usam buracos em tábuas para fazer sexo ao ar livre em festa clandestina; vídeo

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Uma prática sexual de alto risco registrada em festas clandestinas e “pancadões” de São Paulo voltou a repercutir após ser abordada em uma reportagem exibida pelo Balanço Geral, da Record.

Conhecida como “Baile da Tábua” ou “tábua do sexo”, a prática envolve estruturas de madeira com buracos, utilizadas para que participantes mantenham contato sexual sem visualizar quem está do outro lado.

O caso chama ainda mais atenção diante de relatos sobre a presença de adolescentes nesses eventos clandestinos. O assunto já foi discutido no Legislativo paulistano durante debates relacionados aos pancadões e à fiscalização desse tipo de festa.

Em 2025, durante uma discussão na Câmara Municipal de São Paulo, o vereador Rubinho Nunes afirmou que havia recebido informações sobre meninas de 12 e 13 anos expostas a práticas sexuais nesses ambientes.

Os pancadões também foram investigados por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), cujo relatório final foi aprovado em abril de 2026.

Conforme as informações divulgadas pela Record, autoridades também apontaram outros problemas relacionados a festas clandestinas, como venda irregular de bebidas alcoólicas a menores, circulação de drogas e presença de armas.

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Nas redes sociais, a expressão “filhos da madeira” passou a circular associada a alegações de possíveis gravidezes decorrentes desses encontros. Essa associação, porém, deve ser tratada como relato difundido nas redes, e não como fato comprovado.

VEJA O VÍDEO

 

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