POLÍCIA

CASO BRYAN: Laudo desmente mãe e confirma traumatismo em bebê em Sorriso

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O pequeno Bryan da Silva Otani, de 5 meses, morreu de traumatismo craniano hemorrágico. É o que aponta o laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

 

A criança foi encontrada enterrada no quintal de uma casa em Sorriso . O laudo vai contra a primeira versão apresentada pela mãe, Ramira Gomes da Silva, de 22 anos, de que o bebê teria se ensgasgado.

 

Ela está presa como principal suspeita do crime. Sobre os pés e mãos amputados da criança, a suspeita nega e afirma que enterrou o filho inteiro.

 

A Polícia Civil investiga se os pés e mãos do menino foram jogados no ralo do banheiro da casa onde ele morava com a mãe. Há indícios de sangue no interior da casa.

O local teria sido lavado com produtos de limpeza. A hipótese de que os membros tenham sido descartados dessa maneira surgiu após os peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) examinarem o local com luminol, substância química utilizada para apontar vestígios de sangue.

 

A substância apontou uma grande quantidade de sangue no ralo do banheiro da casa. Diante disso, existe a possibilidade da criança ter sido esquartejada naquele cômodo. Porém, os membros ainda não foram encontrados.

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Uma cadela desenterrou o corpo do menino, de cinco meses, no quintal de uma residência Rua Itajaí, no bairro Benjamin Raiser, no início da tarde de segunda-feira (17). O corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição e estava com os braços e pernas amputados. A principal suspeita do crime é a mãe da criança, identificada como Ramira Gomes, de 22 anos.

 

Ramira Gomes foi presa nesta terça-feira em Porto Velho (RO) dentro de uma embarcação tentando fugir para Manaus. De acordo com a Polícia Civil, Ramira trabalha como garota de programa e dividia a casa com outras duas mulheres. A embarcação em que a suspeita estava chegaria em Manaus na manhã de quarta-feira (19).

 

Ainda de acordo com a polícia, ainda não há indícios da participação de outras pessoas no crime. A criminosa teria lavado a casa na tentativa de esconder os vestígios do crime, já que a criança teve os membros cortados.

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