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Guerra eleva tensão global: petróleo dispara a US$ 118 e ameaça crise mundial de energia

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A escalada do conflito no Oriente Médio já começa a impactar diretamente o bolso e a economia global. Após uma série de ataques entre Israel e Irã a refinarias e campos energéticos, os preços do petróleo e do gás dispararam nesta quinta-feira (19).

O barril do petróleo tipo Brent chegou a atingir US$ 118,20 nas primeiras horas do dia, um dos níveis mais altos recentes, mantendo-se ainda acima dos US$ 113 ao longo da manhã — patamar considerado elevado e preocupante para o mercado internacional.

Os ataques atingiram diretamente estruturas estratégicas de energia no Golfo Pérsico, incluindo refinarias na Arábia Saudita, Kuwait e instalações no Catar, além de danos em complexos de gás considerados essenciais para o abastecimento mundial.

Na Europa, o impacto foi imediato: o preço do gás natural disparou até 24%, atingindo níveis recordes desde 2022. No Reino Unido, os valores mais que dobraram nas últimas semanas, ampliando o temor de crise energética.

A tensão aumentou ainda mais após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar uma resposta militar de grande escala contra o Irã, caso novos ataques continuem. Especialistas alertam que o cenário pode indicar uma nova fase da guerra, com consequências econômicas imprevisíveis.

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Com o risco de desabastecimento global e alta generalizada nos combustíveis, o mundo acompanha com preocupação os desdobramentos do conflito, que já começa a refletir diretamente nos mercados e pode afetar preços em diversos países, incluindo o Brasil.

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