"TIGRINHO"
Justiça bloqueia R$ 102 milhões de investigados ligados a influenciadora de MT e apreende Hilux
Segundo a Polícia Civil, a evolução patrimonial dos investigados chamou a atenção durante as apurações. Os investigadores identificaram veículos de alto valor, um imóvel residencial e gastos com viagens internacionais que seriam incompatíveis com os rendimentos lícitos declarados.
Além das duas Hilux, a ordem judicial prevê a apreensão de uma Volkswagen Saveiro e de um Volkswagen Nivus GTS.
O valor de R$ 102,4 milhões corresponde ao limite global autorizado pela Justiça para o bloqueio de ativos financeiros. A Polícia Civil não informou quanto desse montante foi efetivamente localizado ou bloqueado.
Empresa movimentou mais de R$ 102 milhões
A decisão foi proferida pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias, Polo Cuiabá, após investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).
Conforme a investigação, uma das empresas divulgadas por Fernanda nas redes sociais movimentou mais de R$ 102,4 milhões entre 14 de maio e 12 de julho deste ano, considerando entradas e saídas de dinheiro.
Os investigadores identificaram movimentações consideradas suspeitas, incluindo recebimentos e repasses sucessivos de valores relacionados a apostas on-line. A suspeita é de que empresas ligadas ao grupo fossem utilizadas para receber recursos provenientes de jogos ilegais.
A Justiça também determinou a suspensão cautelar das atividades econômicas e financeiras de duas empresas investigadas.
Influenciadora fica proibida de divulgar apostas

Entre as medidas impostas, Fernanda foi proibida de criar, acessar ou utilizar redes sociais e plataformas digitais para divulgar ou promover jogos e apostas.
A investigação teve início após uma denúncia recebida em agosto deste ano, que apontava a possível atuação de uma facção criminosa na divulgação de plataformas ilegais de apostas e em práticas de lavagem de dinheiro.
Durante os levantamentos, a Polícia Civil identificou publicações da influenciadora com links que direcionavam seguidores para plataformas de jogos. Segundo os investigadores, os pagamentos eram feitos por Pix e os valores eram destinados a empresas que não constavam na lista de operadoras autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.
Operação cumpre 19 ordens judiciais
Ao todo, a Operação Aposta Final prevê o cumprimento de 19 ordens judiciais, incluindo buscas em imóveis dos investigados e em estabelecimentos comerciais ligados ao casal, entre eles um salão de beleza e um açougue, em Várzea Grande e Cuiabá.
A Polícia Civil busca identificar outros possíveis envolvidos, esclarecer o destino dos valores movimentados e reunir provas sobre a suposta estrutura criminosa.
As suspeitas seguem sob investigação. Até o momento, não há confirmação de que todo o dinheiro movimentado tenha origem ilícita, e as medidas judiciais não representam, por si só, uma condenação dos investigados.
-
LUCAS DO RIO VERDE6 dias agoJustiça manda transferir para hospital psiquiátrico público homem acusado de matar esposa a facadas e tentar assassinar filha em Lucas do Rio Verde
-
LUCAS DO RIO VERDE6 dias agoPM supostamente afastado da corporação é acusado de ameaçar pessoas com arma de fogo em disputa por terras em Lucas do Rio Verde
-
LUCAS DO RIO VERDE6 dias agoSORTUDO! Morador de Lucas do Rio Verde ganha R$ 100 mil no Nota MT após colocar CPF na nota fiscal
-
LUCAS DO RIO VERDE10 horas agoExclusivo: vídeo mostra momento em que homem esfaqueia vítima durante confusão; um morreu e três ficaram feridos
-
LUCAS DO RIO VERDE3 dias agoSaiba quem é a mulher morta com 16 facadas pelo ex-companheiro em MT
-
LUCAS DO RIO VERDE6 dias agoDono de imóvel é acusado de atacar inquilino com facão e ameaçar matá-lo por dívida de aluguel em Lucas do Rio Verde
-
LUCAS DO RIO VERDE5 dias agoVacina contra a gripe é liberada para toda a população em Lucas do Rio Verde; veja onde se vacinar
-
LUCAS DO RIO VERDE1 dia agoLucas do Rio Verde: juiz aciona MPs após comentários pedirem expulsão de nordestinos de MT e caso pode virar investigação por xenofobia