POLÍCIA

Personal que levou R$ 1,4 milhão de casa no Florais diz a delegado que tem ‘impulso em roubar’

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Legenda: Foto: Reprodução

 

O delegado-titular da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), Guilherme Bertoli, contou ao #reportermt que, a personal trainer Kátia Valéria, envolvida em furtos de relógios, alegou ser cleptomaníaca (transtorno de controle que resulta em um impulso irresistível de roubar). durante interrogatório.

 

                                                                 

Ela foi presa por furtar joias da casa da empresária Rose Piran, no condomínio Florais dos Lagos, na Capital, na semana passada.

 

 

Segundo Bertoli, ele não pode afirmar se a mulher é doente, cabe a ela procurar um especialista, realizar uma avaliação e anexar na sua defesa. 

 

 

Na segunda-feira (21), a Derf recuperou um relógio Rolex avaliado em R$ 200 mil e outros pertencentes levados por Kátia. A ladra chegou de vender um relógio avaliado em mais de R$ 1 milhão, pelo valor de R$40 mil.

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Deste valor, a polícia recuperou R$ 36 mil na casa da mulher, visto que outros R$ 4 mil ela já havia gastado em um “banho de loja”.

 

 

O caso
Kátia foi presa na sexta-feira (18), após furtar um relógio Rolex Rose, um relógio Roles de fundo branco, um anel de diamante e outras joias, totalizando mais de R$ 1,4 milhão em joias.

 

Durante as investigações, também foi identificado o receptador de um dos relógios de ouro furtado.

 

 

Durante a oitiva, a conduzida confirmou que havia subtraído o relógio Rolex e o anel de diamante, que estavam em sua residência no bairro Despraiado, em Cuiabá.

 

 

Ela revelou que além das duas peças de alto valor, também subtraiu inúmeras correntes, anéis, brincos, pulseiras.

 

 

Em continuidade as diligências, os investigadores foram até o endereço da personal onde recuperaram os objetos subtraídos, os quais foram reconhecidos pela vítima.
As investigações continuam e os acusados responderão pelos crimes em inquérito policial, sendo a personal pelo furto qualificado pelo abuso de confiança e os proprietários da loja por receptação. 

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Fonte: REPORTER MT

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