CASO ROSELI

PM acusado de executar personal trainer em Várzea Grande se apresenta; mulher segue foragida

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Raylton Duarte Mourão teve prisão temporária decretada junto com a esposa, Aline Valandro Kounz. Vítima cobrava dívida de R$ 24 mil na Justiça.


O soldado da Polícia Militar Raylton Duarte Mourão, suspeito de participação no assassinato da personal trainer Rozeli da Costa Souza Nunes, se apresentou neste domingo (21) na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Várzea Grande.


A Justiça havia decretado a prisão temporária de 30 dias contra Mourão e sua esposa, Aline Valandro Kounz. Enquanto o policial se entregou, Aline segue foragida.

Rozeli foi morta no último 11 de setembro, por volta das 6h, no bairro Cohab Canelas, quando saía de casa para trabalhar. Dois homens em uma motocicleta se aproximaram e atiraram contra a vítima.

As investigações apontam que o próprio PM pode ter sido o autor dos disparos. O crime teria ligação com uma ação judicial movida por Rozeli contra Mourão, cobrando R$ 24 mil referentes a um acidente de trânsito.

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De acordo com os autos, um caminhão-pipa da empresa Reizinho Água Potável, de propriedade do militar e da esposa, avançou uma sinalização e atingiu o carro da personal trainer. Na ação, Rozeli pedia R$ 9,6 mil por danos materiais e R$ 15 mil por danos morais. Uma audiência de conciliação estava marcada para o dia 16 de setembro, mas ela foi assassinada dias antes.

O nome de Mourão também já apareceu em outra ocorrência. Em setembro de 2023, ele foi vítima de um acidente de trânsito provocado pela médica veterinária Rosalia Maria Neves Campos, que dirigia embriagada. Ela tentou subornar policiais no local e acabou condenada a dois anos e seis meses de prisão por corrupção ativa.

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