LUCAS DO RIO VERDE

Polícia Civil de Lucas do Rio Verde vai até Goiás e desmonta esquema do “falso gerente” após golpe de quase R$ 300 mil. VEJA DETALHES

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Lucas do Rio Verde, deflagrou na manhã de hoje (07), uma operação interestadual contra integrantes de uma organização criminosa investigada pelo chamado “golpe do falso gerente bancário”. A ação ocorreu na cidade de Caldas Novas, em Goiás, e contou com apoio das forças policiais locais.

Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Policiais civis saíram de Lucas do Rio Verde e se deslocaram até Goiás para participar diretamente da ofensiva, reforçando a atuação da delegacia luverdense no combate aos crimes de estelionato eletrônico.

Segundo as investigações, os criminosos teriam aplicado um golpe que causou movimentações financeiras que chegaram a aproximadamente R$ 290 mil. Parte do valor ainda conseguiu ser retida pela instituição bancária, reduzindo o prejuízo da vítima.

De acordo com a Polícia Civil, ainda restou um valor de R$ 267 mil de prejuízo, motivo pelo qual foi solicitado o bloqueio judicial das quantias restantes para tentar ressarcir completamente a vítima.

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Durante o cumprimento das buscas, os investigadores apreenderam celulares, documentos, dinheiro em espécie, além de diversos cartões bancários vinculados a diferentes contas. Todo o material recolhido será encaminhado para análise pericial e deve auxiliar no aprofundamento das investigações.

Além das apreensões, também foi requerida a quebra do sigilo telefônico dos investigados, medida considerada fundamental para identificar possíveis comparsas e rastrear a estrutura utilizada pela quadrilha para aplicar os golpes.

A Polícia Civil destaca que o esquema utilizava a modalidade conhecida como “falso gerente”, em que criminosos entram em contato com as vítimas se passando por funcionários de instituições bancárias, induzindo transferências e fornecimento de dados sigilosos.

As investigações seguem em andamento e novas medidas não estão descartadas. A suspeita é de que o grupo criminoso tenha feito outras vítimas em diferentes estados do país.

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