POLÍCIA

Saiba que é o eletricista preso por assediar mulher em atacado em Cuiabá

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Vítima fazia compras acompanhada dos dois filhos quando foi surpreendida pelo suspeito, que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Um eletricista de 56 anos teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva após ser acusado de importunação sexual contra uma mulher dentro de um supermercado no bairro Coxipó, em Cuiabá. O caso ocorreu no último dia 8 de julho e ganhou novos desdobramentos após a decisão da Justiça.

De acordo com as investigações, o suspeito, identificado como Milton Esmicelato de Almeida, abordou uma mulher que não conhecia enquanto ela fazia compras com os dois filhos pequenos. Segundo o relato da vítima, ele a encurralou entre o carrinho de compras e uma prateleira, segurou seus braços, colocou a mão por baixo da saia, apalpou seus glúteos e ainda tentou beijá-la à força.

A vítima chegou a pedir que o agressor parasse, informando que havia passado recentemente por uma cirurgia. Mesmo assim, o homem continuou com a agressão, que só foi interrompida após a intervenção de outras pessoas que presenciaram a cena e afastaram o suspeito.

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As imagens das câmeras de segurança do supermercado foram fundamentais para a identificação do acusado. Horas depois, ele foi localizado e preso pela Polícia Militar na Avenida Espigão.

Ao converter a prisão em preventiva, a juíza destacou a gravidade da conduta, especialmente pelo fato de a violência ter ocorrido na frente dos dois filhos da vítima, que testemunharam toda a situação.

Na decisão, a magistrada também ressaltou que o vídeo mostra que foi necessária a atuação de duas pessoas para afastar o suspeito da vítima, reforçando que a ação só terminou graças à intervenção de terceiros.

A defesa do acusado pediu a concessão de liberdade provisória ou, alternativamente, a aplicação de medidas cautelares, como monitoramento eletrônico e proibição de aproximação da vítima. No entanto, a Justiça entendeu que essas medidas seriam insuficientes diante da gravidade dos fatos e manteve a prisão preventiva.

O caso segue sob investigação.

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