POLÍTICA

Bolsonaro é multado por andar pendurado em carro

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A prefeitura de Sorocaba (SP) multou o carro em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o prefeito da cidade, Rodrigo Manga (Republicanos), deixaram o aeroporto e seguiram pendurados no teto e nas portas pelas vias do município em visita no dia 25 de junho.

 

De acordo com a Urbes, empresa responsável pelo trânsito, a autuação ocorreu para o veículo, conforme procedimento “adotado rotineiramente em constatações no trânsito”, com base nos artigos 235 e 167 do Código de Trânsito Brasileiro, que são, respectivamente, conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo e deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, respes grave. As duas são infrações graves.

 

Segundo apurado pelo G1, o veículo Ford Fusion ano 2017/2018 de cor preta é Brasília-DF e de propriedade de uma locadora de carros que presta serviços para o governo. O motorista não foi identificado pelo G1. A reportagem também tenta contato com a empresa e com o governo federal.

 

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O governo estadual também autuou, no dia 25 de junho o presidente e outras 15 autoridades do Executivo e Legislativo de Sorocaba, de São Paulo e do Brasil por não uso de máscara em evento realizado em Sorocaba, interior paulista. De acordo com a assessoria de imprensa do estado, cada um deles recebeu autuação de R$ 552,71 por descumprimento da legislação que determina o uso da proteção facial em espaços públicos.

 

Foi a segunda autuação do mês, pelo mesmo motivo, que Bolsonaro recebeu da Vigilância Sanitária estadual. A primeira ocorreu no dia 12 de junho, em manifestação iniciada na capital, quando dez autoridades já tinham sido flagradas infringindo a lei estadual que determina o uso da proteção facial e prevê multa em caso de descumprimento.

 

Entre as demais autoridades federais autuadas estavam os Ministros da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes; das Comunicações, Fábio Faria; e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

 

Já os parlamentares incluídos eram o senador Luis Carlos Heinze e os deputados federais Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli, Caroline De Toni e Guilherme Muraro Derrite. O diretor presidente do CEAGESP, Ricardo Mello Araújo, também integrava o grupo.

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