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Hoje marca um ano desde Vitinho, desapareceu aos 18 anos em Lucas do Rio Verde

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Em entrevista a mídia local a mãe do jovem, Suzana Soares de Melo, falou sobre a dor de não ter notícias de um filho. 

 

“Um ano sem resposta, um ano de aflição, um ano de dor, um ano de angústia. Eu não vivo mais, minha dor é na alma, sem respostas, sem nenhum retorno que eu deveria ter e não tenho. Meu coração hoje é de dor e aflição”, desabafa Suzana, com lágrimas nos olhos. Ela clama por justiça e respostas das autoridades: “Aguardo por uma precisão exata, e o que me sustenta é a misericórdia de Deus”.

 

A recente descoberta de um cemitério clandestino na região revisitou novas esperanças e temores para Suzana, que agora espera que Victor possa estar entre as vítimas encontradas no local. Ela esteve na sede da Politec em Lucas do Rio Verde para coletar material para realizar testes comparativos de DNA com os restos mortais das 12 vítimas enterradas por assassinos. 

Até o momento, apenas quatro das vítimas foram identificadas pelas autoridades locais. 

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O desaparecimento de Vitinho ocorreu no domingo, dia 21 de janeiro do ano passado, quando ele foi visto pela última vez entrando em um carro próximo a uma tabacaria na Avenida Mato Grosso, próximo à Avenida Sergipe, no Bairro Jardim das Palmeiras. 

 

Ele estava na companhia de sua namorada naquela noite, chegando de motocicleta. 

Vitinho estava vestindo uma camisa vermelha listrada, shorts, boné branco, chinelos pretos e correntes no pescoço naquela noite. Sua mãe, em um apelo emocionante, pede o apoio da comunidade luverdense e das autoridades locais: “Socorro, me ajudem a encontrar meu filho. Estou sofrendo muito, não aguento mais tanto sofrimento. Que dor, que aflição. 

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