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SAÚDE

ABSURDO: Família diz que idosa de 84 anos com câncer foi encaminhada para fila de hemodiálise em vez de exame para quimioterapia

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A aposentada Maria Florentina Nascimento Gomes, de 84 anos, está em tratamento de câncer e foi deslocada nesta segunda-feira (7) até o hospital de Cáceres, a 93 km da casa dela, em São José dos Quatro Marcos, mas não foi realizado o exame sobre o quadro de evolução da doença, segundo a filha dela, Aparecida Gomes.

Ela ainda aguarda por um exame para averiguar o atual quadro de saúde da paciente.

Elas acordaram às 4h da manhã e retornaram para casa sem o exame que precisavam. De acordo com a filha, os exames sempre foram feitos pelo SUS, por meio da Secretaria de Saúde do município onde moram e, geralmente, iam até Cuiabá, a 308 km, para realizar a consulta médica.

“Essa foi a primeira vez que isso aconteceu. Nenhuma outra vez tinha acontecido”, disse.

 

Filha única de Maria, ela cuida da mãe há quatro anos, desde que ela foi diagnosticada com câncer maligno, que começou na boca.

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Segundo a filha, a mãe não fala, não anda e só fica deitada por causa da doença, o que exige acompanhamento 24 horas por dia.

Maria não consegue se alimentar sozinha e precisa da filha para essas tarefas diárias.

A família se mudou de São Paulo para Mato Grosso em 1965, mas chegou a São José dos Quatro Marcos somente em 1980. Desde então, a maioria dos familiares trabalha na roça para se sustentar.

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Com a mãe nessas condições, a filha não consegue trabalho e o próprio deslocamento até o hospital ou exames de rotina se tornam desafios exaustivos.

“Quem ama, cuida. Não importa como vai fazer, mas cuida. Está do lado. Eu espero que tenham mais amor ao próximo”, pediu.

A reportagem tentou contato com a Secretaria de Saúde do município, mas não teve retorno.

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SAÚDE

Saiba como funcionam os polos para pacientes com dengue no Rio

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Até o fim desta semana, a cidade do Rio de Janeiro terá dez polos de saúde específicos para atender a pacientes com suspeita de dengue. O primeiro deles, em Curicica, na zona oeste da cidade, foi inaugurado na manhã desta segunda-feira (5). A capital entrou hoje em situação de emergência devido à doença.

Haverá polos também em Campo Grande, Santa Cruz e Bangu (na zona oeste), Complexo do Alemão, Madureira, Del Castilho e Tijuca (na zona norte), Gávea (na zona sul) e Centro.

A abertura dos polos é uma das ações do plano de contingência de enfrentamento à dengue, criado pela prefeitura do Rio, uma vez que a cidade já registrou, este ano, 11 mil casos da doença, com 360 deles necessitando de internação.

Os polos vão funcionar nas dependências de unidades básicas de saúde. No caso de Curicica, por exemplo, está localizado dentro do Centro Municipal de Saúde Raphael de Paula Souza.

Atendimento

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, orienta as pessoas a procurarem atendimento nos polos ou em redes de atenção básica se começarem a sentir sintomas da dengue, que incluem febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, nas articulações e no fundo dos olhos.

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Assim que chegam ao polo, os pacientes têm uma amostra do sangue recolhida para a confirmação do diagnóstico, que é dado cerca de uma hora depois da coleta. No local, também há cadeiras e macas para hidratação venosa e oral.

A equipe de saúde, formada por médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, fará também a classificação da gravidade do quadro. Os quadros mais graves serão encaminhados para internação como “vaga zero” (emergência), através da Central Municipal de Regulação.

O plano de contingência também prevê a destinação de leitos exclusivos para a internação desses pacientes. No Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, por exemplo, que funciona como uma unidade de referência inicial, foram separados 20 leitos.

No próprio Centro Municipal de Saúde Raphael de Paula Souza, também haverá um setor destinado à internação de pacientes com dengue e outras arboviroses (doenças transmitidas por artrópodes, como mosquitos e carrapatos).

“Esse nosso primeiro polo consegue fazer todo o tratamento. O paciente chega, colhe sangue, consegue fazer hemograma, consegue colher sorologia. Se precisar de hidratação, faz hidratação venosa e oral aqui mesmo. E, se precisar de internação, também tem leitos dedicados aqui para arbovirose e infectologia. O objetivo é que a gente consiga reduzir o número de casos graves e reduzir o número de óbitos por dengue. Esse tratamento precoce faz toda a diferença”, afirmou Soranz.

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Caso haja necessidade, mais centros de atendimento poderão ser abertos, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Além dos polos, os 150 centros de hidratação montados no final do ano passado nas unidades de saúde para o atendimento de devido aos efeitos do calor também serão usados na assistência às pessoas com dengue.

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Fonte: EBC SAÚDE

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