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Falsa médica acusada na morte de prefeito em MT quer ir à audiência sem macacão de presídio e algemas: ‘injusto constrangimento’

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A falsa médica Yana Fois Coelho Alvarenga pediu à Justiça autorização para comparecer sem o uniforme usado no presídio e sem algemas à audiência de instrução do processo em que é acusada de planejar a morte do prefeito de Colniza, a 1.065 km de Cuiabá, Esvandir Mendes, assassinado em dezembro do ano passado.

A acusada, que exercia a profissão de médica sem autorização legal, argumenta, por meio de sua defesa, que as vestes usadas no sistema penitenciário são “chamativas e degradantes”. Ela está presa há sete meses e encontra-se recolhida na Penitenciária Ana Maria do Couto May, na capital.

A primeira audiência de instrução da ação penal irá ocorrer em agosto deste ano e a acusada deverá ser ouvida no Fórum de Cuiabá, por meio de carta precatória. Na ocasião, também devem ser ouvidas testemunhas de defesa também devem ser ouvidas.

O pedido foi feito pela banca de advogados de defesa de Yana, com sede em Brasília, à juíza Daiane Marilyn, da Vara Única de Colniza, no dia 3 deste mês. O processo corre em segredo de Justiça.

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A defesa argumentou que não é raro que réus presos – ainda que provisórios – compareçam à audiências criminais vestidos com o macacão vestido nos presídios, mas que isso fere as normas mínimas para tratamento do preso, estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

G1 MT
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