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Riachuelo renova parceria com ACNUR e auxilia pessoas refugiadas
O Brasil possui mais de 600 mil pessoas que buscam ajuda internacional após abandonarem suas casas e acabarem ficando em situação de refugio, sendo um processo muito delicado e difícil de se lidar. Para isso, a Riachuelo renova sua parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), organização humanitária global dedicada a salvar vidas, proteger direitos e garantir um futuro digno às pessoas em deslocamento forçado, refugiadas ou apátridas.
O Programa Recomeços é um projeto de acolhimento social e afetivo de refugiados e migrantes, que fornece apoio a essas pessoas na reconstrução de suas vidas e promove autonomia e integração na sociedade, atuando em dois eixos principais: trabalho, fazendo a seleção, contratação e apoio integral dessas pessoas, educação, capacitando para o futuro e fornecendo formação humanizada interdisciplinar como língua portuguesa, reconhecimento da cultura local, educação financeira e práticas de desenvolvimento pessoal e comunitário.
“Nosso grande objetivo é atuar em prol da dignidade humana. O Recomeços não é apenas um programa focado na empregabilidade, mas na acolhida e desenvolvimento dessas pessoas, com a finalidade de ajudá-las a recomeçar suas vidas em outro país. Queremos abraçar as diferentes culturas e promover um ambiente de acolhimento para que cada pessoa possa ter uma condição de vida digna em todos os âmbitos”, comenta Valesca Magalhães, Diretora de Sustentabilidade e Comunicação Interna da Riachuelo.
A parceria da Riachuelo com a ACNUR começou no ano passado com o propósito de atender 140 mulheres venezuelanas para ajudá-las, oferecendo abrigo e assistência básica e financeira, assegurando direitos com atendimentos psicossociais e assistência jurídica, para registro e documentação além de dar oportunidades de cursos profissionalizantes para facilitar o acesso ao mercado de trabalho e interiorização para outros estados do Brasil.
“A parceria com a Riachuelo nos ajuda de forma fundamental a construir pontes de esperança e oportunidade para a população refugiada e migrante no Brasil. É um excelente exemplo de como o setor privado pode apoiar a proteção de pessoas refugiadas de forma completa: desde a acolhida emergencial e assistência humanitária até a inclusão social e laboral. Refugiados chegam aqui com uma enorme capacidade de contribuir em todas as esferas, e reconhecer isso significa oferecer as oportunidades que precisam para recomeçar”, afirma Samantha Federici, Head de Parcerias com o Setor Privado do ACNUR Brasil.
Fonte: Mulher
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