AGRONEGÓCIO
Programa Terra boa e plantio de milho em SC estão no Cooperativismo em Notícia deste sábado
. . . . . . . . . . . . . . . 15 de June de 2024
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2 horas ago
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O lançamento do programa Terra Boa, as perspectivas para o plantio de milho e a família Kunkel no quadro Gente que faz o Agronegócio são os destaques da semana do programa Cooperativismo em Notícia.
Terra Boa
No sul de Santa Catarina, ocorreu o lançamento do programa Terra Boa. O evento aconteceu no município de Jacinto Machado, a terra da Cooperja. O objetivo é incentivar o produtor a usar as tecnologias do programa, com foco no aumento da produção e da produtividade.
Consolidado como programa de estado, o Terra Boa já passou por muitos desafios. E ainda passa, principalmente quando o assunto é o dinheiro que precisa ser investido. Mas o bom senso sempre prevaleceu. Neste ano, serão perto de R$ 110 milhões para adquirir 170 mil sacas de milho, 400 mil toneladas de calcário, 4 mil kits forrageiros, 1,2 mil cotas de kit apicultura, 13 mil abelhas-rainhas e a liberação de insumos para 7 mil hectares de cereais de inverno.
Nesta temporada, perto de 65 mil agricultores serão beneficiados.
Plantio de milho
As tecnologias empregadas na produção de milho em Santa Catarina, via programa Terra Boa, são fundamentais para não deixar a cultura se esfacelar. Todo ano, quando inicia o planejamento de safra, uma série de obstáculos se colocam pelo caminho. Nesta temporada, por exemplo, está o La Ninã.
No meio-oeste do estado, onde fica Campos Novos, tem produtor revisando, para baixo, o volume de hectares plantados. Com o clima incerto, os custos elevados, com os valores pagos pelo mercado cada vez menores, o cenário quase desenhado para a safra de milho verão não é nada animador.
Um exemplo disso é o de João Alexandre Di Domênico. Ele, que habitualmente planta perto de 350 hectares de milho, deve reduzir em 100 hectares.
Gente que Faz
Nesta semana, vamos até o município de Rio Negrinho, no planalto norte catarinense, para contar a história da família Kunkel. A propriedade que tem mais de cem anos de existência começou com dona Francisca e seu Rodolfo. Depois seguiu com dona Maria e seu Luiz, e agora a missão cabe a André e Regiane.
Nessas décadas todas, a sucessão rural aconteceu de forma super tranquila. Antes eles plantavam só grãos, basicamente soja. Agora entraram em cena as vacas de leite. Um sonho de André Kunkel que virou realidade assim que assumiu a propriedade.
Há dois anos, eles entraram no programa do Senar chamado de assistência técnica emergencial. Sob os cuidados do médico-veterinário Sebastião, a propriedade foi ganhando novos status.
O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados, às 8hs30, com reprises às terças-feiras, às 13h30.

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Boi gordo: veja como fecharam as cotações da arroba na semana
Published
42 minutos ago
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14 de junho de 2024

O mercado físico do boi gordo encerrou a semana apresentando manutenção do padrão dos negócios em grande parte do Brasil.
O ritmo de negociações se tornou menos fluído no decorrer desta semana, de acordo com análise da consultoria Safras & Mercado, com o pecuarista carregando algum otimismo em meio ao processo de desvalorização cambial.
Por outro lado, os frigoríficos ainda se deparam com escalas de abate confortáveis, posicionadas em média entre nove e dez dias úteis. Isso permite boa capacidade para suportar mais tempo mantendo os preços atuais, disse o analista da consultoria Fernando Henrique Iglesias.
Confira os preços da arroba de boi gordo
- São Paulo: R$ 217,58.
- Goiás: R$ 199,67
- Minas Gerais: R$ 206,59.
- Mato Grosso do Sul: R$ 213,57.
- Mato Grosso: R$ 206,78.
Carne no atacado
O mercado atacadista seguiu com preços acomodados durante esta sexta-feira (14), em uma primeira quinzena bastante fraca em termos de vendas.
Mesmo com a entrada dos salários na economia os estoques estão elevados, oferecendo baixa perspectiva de recuperação, analisa a consultoria.
Para a segunda quinzena do mês o cenário geral é ainda mais complicado, considerando o arrefecimento do consumo.
O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 17 o quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 12,50 o quilo. Quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 12,50 o quilo.
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confira como o mercado fechou a semana no Brasil e em Chicago
Published
1 hora ago
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14 de junho de 2024

O mercado brasileiro de soja teve um dia lento em termos de negócios. Foram poucas ofertas registradas nesta sexta-feira (14), com lotes pontuais movimentados.
Os preços ficaram de estáveis a mais baixos, entre a queda de Chicago e a volatilidade do dólar, ainda que dentro de pequenas margens. Na semana, a Safras Consultoria observou comercialização moderada.
Preços da soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136 para R$ 135
- Região das Missões: recuou de R$ 135 para R$ 134
- Porto de Rio Grande: teve baixa de R$ 144 para R$ 143
- Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 133 para R$ 132
- Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 142 para R$ 141
- Rondonópolis (MT): baixou de R$ 125 para R$ 124
- Dourados (MS): diminuiu de R$ 126 para R$ 124
- Rio Verde (GO): caiu de R$ 126 para R$ 125
Bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos. Desde o início do dia, o mercado foi pressionado por um movimento de realização de parte dos lucros de ontem.
Na semana, a posição julho acumulou alta de 0,42%. O cenário externo de aversão ao risco, com quedas significativas nas bolsas de valores da Europa, influenciou negativamente.
De qualquer forma, a previsão de clima quente e seco para a próxima semana em partes do cinturão produtor dos Estados Unidos limitou as perdas. Segundo agências internacionais, a preocupação é que tenha surgido um novo padrão climático na parte central do país, que poderia continuar em julho, o que reduz o interesse de venda.
Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 9,75 centavos ou 0,81% a US$ 11,79 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,68 1/4 por bushel, com recuo de 10,00 centavos ou 0,84%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 0,10 ou 0,02% a US$ 368,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 43,68 centavos de dólar, com baixa de 0,18 centavo ou 0,41%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,27%, sendo negociado a R$ 5,3816 para venda e a R$ 5,3796 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3446 e a máxima de R$ 5,3872. Na semana, dólar teve valorização de 1,06%.
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Chuva de 200 mm e rajadas de vento de 100 km/h neste fim de semana; veja onde
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1 hora ago
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14 de junho de 2024

O Rio Grande do Sul se prepara para enfrentar chuvas intensas neste fim de semana, especialmente nas regiões noroeste e oeste do estado.
No entanto, o meteorologista do Canal Rural, Artur Müller, considera que não há risco imediato de enchentes, como as que ocorreram entre o final de abril e início de maio e devastaram boa parte do território gaúcho.
“A partir de amanhã, temporais já começam a ocorrer no estado, com maior intensidade na região noroeste, onde o volume de chuva pode chegar a 200 mm em três dias”, afirma.
Ele também alerta para a possibilidade de granizo e rajadas de vento que podem superar os 100 km/h, especialmente em áreas como Cruz Alta, noroeste do estado.
Chance de alagamento
O meteorologista explicou que, apesar das previsões de chuvas intensas, o volume não deve ser suficiente para elevar significativamente o nível do Rio Guaíba, prevenindo enchentes. No entanto, a chuva na faixa leste do estado pode causar alagamentos até terça-feira (18).
Müller ressalta que, embora o modelo meteorológico possa ajustar as previsões, é certo que mais de 100 mm de chuva cairão em parte do Rio Grande do Sul, trazendo estragos para o final de semana. Após o evento, as temperaturas devem cair, com mínimas atingindo 6°C, mas sem risco de geada até o final de junho.
Demais áreas do país
Para outras regiões do Brasil, o cenário varia. No Sudeste e Centro-Oeste, o tempo continua seco, com temperaturas elevadas que podem chegar a 37°C em Cuiabá, Mato Grosso.
O Nordeste também enfrenta restrição hídrica, com chuvas concentradas no litoral. No Norte, chuvas limitadas não contribuem significativamente para a reposição hídrica.
O meteorologista do Canal Rural enfatizou que o fim do fenômeno El Niño foi decretado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), com a transição para uma fase neutra e a possível chegada do La Niña.
Assim, o novo fenômeno pode impactar o clima no Rio Grande do Sul e outras regiões nos próximos meses, trazendo riscos de estiagens e geadas tardias.
Agro MT
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