AGRONEGÓCIO

A capacitação da força jovem para o emprego na agroindústria

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. . . . . . . . . . . . . . . 24 de December de 2024

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3 horas ago

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Estado pujante no agronegócio, o setor vive um cenário difícil com a falta de mão de obra qualificada. Programas com foco na formação e no desenvolvimento técnico profissional, qualificando jovens para o mercado de trabalho são vistos com bons olhos e oportunidades para aqueles que desejam ficar mais próximos de um emprego e pelas empresas, que abrem as portas para este treinamento e veem a chance de contratar profissionais qualificados.

Em Barra do Bugres, centenas de jovens estão recebendo capacitação na área agroindustrial através de uma parceria entre o Senar Mato Grosso e o Senai Mato Grosso, por meio do Programa de Aprendizagem Técnica.

A parceria oferece formação e desenvolvimento profissional na modalidade aprendizagem técnica de nível médio, através de cursos nas áreas tecnológicas de manutenção de máquinas pesadas, manutenção automotiva, biocombustíveis, gestão, logística e eletroeletrônica.

Entre os aprendizes está Marcos Antônio Corcino de Campo. Apaixonado desde pequeno por motores e máquinas pesadas, ele buscou no programa mais conhecimento. Ele conta ao Senar Transforma desta semana que tudo começou com o pai que tem caminhão.

“A primeira coisa que eu mexi, eu lembro até hoje, foi mola. A mola do caminhão tinha quebrado e nós fomos fazer a troca. Foi a primeira coisa. Daí fomos mexendo em tudo. Já fiz motor, já fiz muita coisa. [O programa] é excelente. Aqui o conhecimento agrega muito”.

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

O Programa de Aprendizagem Técnica é dividido em duas partes, explica o coordenador de Formação Profissional Rural do Senar Mato Grosso, Rafael Flores.

A primeira parte é teórica e possui 1,8 mil horas. Já a fase prática, na qual os alunos colocam em ação nas empresas parceiras o que aprenderam em sala de aulas, são 1.230 horas.

Uma dessas empresas parceiras do programa é a Barralcool, em Barra do Bugres, que na temporada 2024/25 moeu 2,850 milhões de toneladas, produzindo quase 2,551 milhões sacas de açúcar e mais de 166,670 mil metros cúbicos de etanol anidro e hidratado.

Neste momento, ela se encontra em período de entressafra e nesta pausa, com os equipamentos desligados, é justamente o setor da manutenção que recebe o maior foco.

Para o supervisor de manutenção automotiva, Neulivan Vasconcelos Souza Filho, receber os aprendizes é um “grande prazer”, pois “o desejo nosso é que eles consigam colocar em prática o que eles viram na teoria”.

Alagoano, Neulivan chegou em Mato Grosso há 16 anos para trabalhar na agroindústria e viu de perto a evolução dos equipamentos, maquinários e da tecnologia embarcada neles. Evolução que passou a exigir cada vez mais mão de obra qualificada.

“A capacidade técnica está andando à passos lentos e a tecnologia anda à passos bem largos. Então, tem sempre que buscar aqueles que consigam ter esse tipo de informação e eu consigo fazer a manutenção de equipamentos cada vez mais tecnológicos”.

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

A aprendizagem que gera oportunidade

O quadro de colaboradores da agroindústria em Barra do Bugres tem aproximadamente 1,2 mil pessoas, sendo que nos períodos de safra esse número pode aumentar. E quando se fala em contratação, esse é um dos grandes desafios da empresa: trazer profissionais qualificados que vão dar conta do recado em cada situação.

Conforme a coordenadora de Desenvolvimento Humano Organizacional (DHO) da Barralcool, o desafio cresce ao passo da evolução da tecnologia e dos equipamentos.

“A tecnologia tem vindo e nós precisamos sempre de profissionais que estejam melhor qualificados para contribuir com a gente no nosso quadro de funcionários”.

Questionada se é fácil encontrar profissionais capacitados e aptos diante de tais evoluções, ela responde que não. “São profissionais que até hoje a gente fala, na parte de regra, que a gente está um brigando com o outro para trazer esses funcionários, para reter esses funcionários também”.

Para a coordenadora de DHO, diante desse cenário, a parceria da empresa com o programa do Senar e o Senai é de suma importância.

“Para a gente aprendizagem ela é extremamente importante, porque são jovens da nossa comunidade que a gente pode ajudar a capacitar. Então é muito rico isso para a gente. Porque às vezes eles trazem ideias novas e ajudam a gente a colocar a tecnologia em prática dentro da empresa também”.

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

Na indústria, o programa de aprendizagem do Senar e do Senai está em sua segunda turma. A primeira turma foi de técnico em eletromecânica com 33 alunos. Larissa conta ao Senar Transforma, do Canal Mato Grosso, que destes 33 alunos, 15 foram efetivados pela empresa.

Entre os ex-alunos está Luiz Ricardo Oliveira Macedo. Ex-montador de móveis, ele é hoje mecânico de refrigeração, sendo responsável pela manutenção de ar condicionado da usina.

“Eu passei pelo de mecânica automotiva e depois eu fui para elétrica industrial e lá comecei a aprender sobre a parte elétrica e a mexer com ar condicionado. E com isso fui tendo aprendizado até chegar no fim do curso e fui contratado. Para mim foi um momento muito feliz”.

Entre os futuros profissionais que participam hoje do programa do Senar e do Senai tem aqueles que buscam a primeira oportunidade de emprego e para isso seguem o caminho da qualificação. É o caso de Milene Aparecida de Siqueira Arantes, de 19 anos.

Ela conta ao Canal Rural Mato Grosso que buscava um curso para conseguir iniciar uma carreira, até que tomou conhecimento do programa.

“Comecei na parte de mecânica e agora estou mexendo mais na parte elétrica. Tem dias que eu pego na colhedora, no trator. Tem dias que eu fico em caminhão. Tem dias que eu estou no campo, tem dias que eu fico aqui na oficina. Estou gostando bastante. É tudo novo”.

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

Novas experiências, novos gostos

Daniel Henrique da Silva Santana é um dos aprendizes na agroindústria em Barra do Bugres. Filho de fotógrafos, o jovem de 19 anos, que até há alguns dias atrás estava com uma máquina fotográfica em mãos, hoje tem nelas colheitadeiras, tratores e caminhões.

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“Eu vi a oportunidade de entrar no curso. Ter um conhecimento a mais nunca é demais, também. Me interessei, entrei e estou gostando. Eu não tinha conhecimento nenhum. Entre aqui e ganhei conhecimento a mais e gostei bastante. Já mexi com várias coisas aqui. Com colhedora, trator, até caminhão eu já mexi”.

O coordenador de Formação Profissional Rural Senar Mato Grosso, Rafael Flores, frisa que o estado “precisa de uma mão de obra qualificada. Então esse programa ele tem um processo onde no final o jovem vai estar extremamente capacitado para estar realizando todas as necessidades da agroindústria”.

Em dois anos de atuação, segundo Rafael, 39 turmas foram montadas pelo programa. Algumas já concluíram e outras estão em período de aprendizagem. A perspectiva para 2025 é que 17 turmas iniciem.

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Justiça em MT determina fim de cobrança de royalties por patentes vencidas

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2 dias ago

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21 de dezembro de 2024

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A Bayer/Monsanto deverá interromper a cobrança de royalties por patentes vencidas, referente à tecnologia Intacta RR2 PRO®, e devolver os valores cobrados indevidamente, no valor de 1/3 para cada patente. A decisão é da Dra. Celia Regina Vidotti, juíza da Vara Especializada em Ações Públicas de Mato Grosso.

A informação é da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja Mato Grosso). A tecnologia Intacta RR2 PRO® é utilizada na cultura da soja e conta com duas patentes vencidas e uma terceira com vencimento em 2026.

A sentença poderá ainda ser objeto de recurso.

Em nota, a Aprosoja Mato Grosso afirma que a decisão representa “uma grande vitória dos produtores contra a ilegalidade e abuso na cobrança de royalties flagrantemente indevidos”.

“Essa vitória demonstra o papel fundamental da nossa associação na defesa dos direitos dos agricultores, corrigindo uma prática que prejudicava diretamente o setor e comprometia a rentabilidade dos produtores, especialmente os pequenos e médios”, destaca o presidente da entidade, Lucas Costa Beber.

Bayer apresentará recursos cabíveis

A Bayer, em nota enviada à reportagem do Canal Rural Mato Grosso, pontua que “embora a decisão não tenha sido publicada oficialmente, a empresa está acompanhando atentamente o caso para compreender eventuais implicações”.

A multinacional salienta ainda que “a tecnologia INTACTA RR2 PRO® está protegida por direitos de propriedade intelectual, incluindo diversas patentes concedidas e válidas no Brasil e no exterior. A Bayer confia na solidez da legislação que garante seus direitos. Independente do teor da decisão, a empresa apresentará os recursos cabíveis. Não há qualquer alteração nos pilares do nosso modelo de negócio, incluindo o sistema de testagem e cobrança nos Pontos de Recebimento (PODs)”.


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Queda do algodão, guerra comercial e depreciação do real frente ao dólar marcam a semana

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2 dias ago

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21 de dezembro de 2024

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As cotações do algodão em Nova York fecharam em queda na semana que passou, mesmo com bom relatório de exportação dos Estados Unidos. Para março de 2025 foi registrado recuo de 3,1% em relação à semana anterior e para dezembro de 3%.

Fatores como a guerra comercial entre o país norte-americano e a China, bem como a grande depreciação do real frente ao dólar também marcaram a antepenúltima semana de 2024.

As informações constam no Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa desta sexta-feira (20).

Confira os destaques trazidos pelo Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa:

Algodão em NY – O contrato Mar/25 fechou nesta quinta (19/dez) cotado a 67,91,09 U$c/lp (-3,1% vs. 12/dez). O contrato Dez/25 fechou em 69,12 U$c/lp (-3,0% vs. 12/dez).

Basis Ásia – O Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia é 800 pts para embarque Jan/Fev-25 (Middling 1-1/8″ (31-3-36), fonte Cotlook 19/dez/24).

Baixistas 1 – A expectativa de acirramento da guerra comercial entre EUA e China após a posse de Trump preocupa, pois pode prejudicar o crescimento global.

Baixistas 2 – A grande depreciação do real frente ao dólar também é um fator baixista.

Baixistas 3 – Cotações de soja em Chicago estão se aproximando da mínima de quatro anos e esse viés baixista tem contaminado o algodão.

Altistas 1 – No último relatório do USDA, destaque para o aumento mensal tanto na demanda mundial quanto nas exportações.

Altistas 2 – Nestes níveis de preço, é natural que produtores americanos busquem alternativas. Para remunerar o produtor, o algodão precisa estar acima de 80cents.

China 1 – A China importou cerca de 110 mil tons de algodão em nov/24. Volume similar a out/24, mas 64% inferior a nov/23.

China 2 – Nos quatro primeiros meses do ano comercial 2024/25, o total é de 483 mil tons – menos da metade do total importado no mesmo período de 2023/24.

China 3 – Com a produtividade maior na safra 2024/25 de algodão, o Ministério da Agricultura chinês ampliou para 5,9 milhões tons a estimativa de produção.

China 4 – Desde 17/dez, turistas de 54 países (incluindo o Brasil) podem ficar até 10 dias (240h) na China sem necessidade de visto. A nova política chinesa vale para 21 aeroportos internacionais distribuídos em 24 províncias.

EUA 1 – A colheita da safra 2024/25 nos EUA praticamente encerrada, os produtores acompanham as precipitações de inverno para viabilizar a próxima safra.

EUA 2 – O USDA já classificou 85% da safra americana. Restam 276 algodoeiras ativas das 466 do país.

Paquistão – A Abrapa e a Anea planejam uma missão ao Paquistão em fev/25. O país tem estado ativo nas compras, já que os estoques disponíveis da safra local não ultrapassam 1 milhão de fardos.

Leia Também:  Preços do milho avançam com boa movimentação nos portos e retração na oferta – MAIS SOJA

Vietnã 1 – Em nov/24, o Vietnã importou 10% a mais de algodão que em nov/23, atingindo 132 mil tons. É o maior volume mensal desde mai/24. O Brasil respondeu por 44%.

Vietnã 2 – No ano comercial 2024/25, as importações somaram 512.532 tons, das quais 28% foram do Brasil.

Bangladesh – Com alta de 4% em relação a out/24, a importação de algodão em nov/24 em Bangladesh foi de 116 mil tons. No ano civil (jan/nov), o volume acumulado é de pouco mais de 1,5 milhão tons – dos quais 18% saíram do Brasil.

Índia – Na Índia, a importação de algodão em out/24 foi de 62 mil tons, pouco maior que em set/24, mas 5 vezes (5x) superior a out/23. O Brasil forneceu 10.026 tons – volume 111,5% acima do registrado em out/23.

Indonésia – A importação de algodão na Indonésia em out/24 somou 36 mil tons. A Austrália forneceu 40% desse total e o Brasil, 39%. De agosto a outubro, os indonésios importaram 118 mil tons.

Austrália – Com o fim do beneficiamento e da classificação do algodão australiano da safra 2024, o foco fica nas exportações, que seguem até abr/25.

Exportações – As exportações brasileiras de algodão somaram 157,7 mil tons até a 2ª semana de dezembro. A média diária de embarque é 10,1% menor que a registrada no mesmo mês de 2023.

Beneficiamento 2023/24 – Até ontem (19/12), foram beneficiados nos estados da BA (98%), GO (99,25%), MA (93%), MG (98%), MS (100%), MT (88,78%), PI (97,33%), PR (100%) e SP (100%). Total Brasil: 91,19%

Plantio 2024/25 – Até ontem (19/12), foram semeados nos estados da BA (51,3%), GO (70,4%), MA (14%), MG (60%), MS (79%), PI (49,27%), PR (90%) e SP (65%). Total Brasil: 14,29%

Preços do Algodão – Consulte tabela abaixo:


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Brasil busca redução do tempo de aprovação de produtos na China

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4 dias ago

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19 de dezembro de 2024

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Grande consumidora da produção de grãos brasileiros, a China ainda é morosa quando o assunto é a liberação de biotecnologias entre ela e o Brasil. O assincronismo na aprovação dos produtos foi uma das pautas da missão liderada pela Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho) recentemente a gigante asiática.

“Nessa missão tivemos várias reuniões e visitas. Mas, o principal motivo que nos levou até a China foi discutir o problema da assincronia dos processos de liberação de biotecnologias entre ela e o Brasil”, diz Paulo Bertolini, presidente da Abramilho.

Entrevistado desta semana do programa Direto ao Ponto, ele explica que a China “exige” que o país que está solicitando a liberação já tenha a biotecnologia aprovada em sua origem.

“Só que a empresa que tem essa tecnologia não disponibiliza esse produto no mercado sem que antes tenha sido aprovado nos principais países de destino dessa produção. Isso acontece com a soja e acontece com o milho. Nós temos produtos de sexta geração para lagarta do cartucho que já estão aprovados no Brasil há algum tempo e lá na China estão com mais de quatro anos de espera”, comenta Bertolini.

Na ocasião, os integrantes da comitiva da Abramilho apresentaram aos representantes do governo chinês e responsáveis por tais aprovações “que isso é um prejuízo e isso também gera uma insegurança alimentar, um aumento de custos na produção. O que não é bom para ninguém”.

Entre as sugestões apresentadas do lado brasileiro está uma colaboração semelhante à realizada com a Argentina no ano passado, em que algumas etapas desse processo aprovativo um país reconhece mutuamente o que se fez ou estudou em outro país.

De acordo com Paulo Bertolini, uma aliança entre entidades foi criada para que juntamente com o governo federal e o Ministério da Agricultura e Pecuária possam propor soluções para a China visando a redução de tal prazo de aprovação.

“A impressão que temos é que foi positivo”, frisa o presidente da Abramilho.

Foto: Maruan Bello/Canal Rural Mato Grosso

Milho brasileiro de qualidade

Durante a visita à China, um workshop organizado pela Abramilho foi realizado em Pequim. Conforme Paulo Bertolini, os integrantes da missão foram surpreendidos com os relatos positivos de consumidores/compradores sobre a qualidade do milho brasileiro.

“Foi uma surpresa satisfatória, porque dizem que o povo chinês é um tanto fechado. Vários deles comentando sobre a qualidade do milho brasileiro em relação a outros fornecedores de outros países abertamente. Ficamos muito satisfeitos”.

Envio de sorgo para a China

Recentemente a China autorizou a abertura de mercado para a produção de sorgo brasileiro. A ação é considerada positiva para a produção nacional, uma vez que o grão é considerado alternativa de segunda safra para áreas em que a janela ideal do milho está apertada ou diante do alto custo de produção do cereal.

Segundo Paulo Bertolini, atualmente a maior importação de sorgo da China é oriunda dos Estados Unidos e da África. O grão é utilizado pela gigante da Ásia para a ração animal, mas também para a produção de uma popular bebida alcoólica.

Atualmente a produção de sorgo no Brasil é de aproximadamente cinco milhões de toneladas por ano. O grão é destinado para a ração animal, para a produção de silagem e até mesmo de etanol.

“É uma possibilidade de um mercado novo para o Brasil. É um mercado que vai ser muito promissor a partir de outubro do ano que vem com essa chance de o Brasil também entrar na China. Então, é uma alternativa bastante positiva e a gente vê que o sorgo tem uma possibilidade no Brasil de crescimento”.

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