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Polícia Civil confirma a localização de terceiro corpo em cemitério clandestino em MT

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Quatro vítimas foram encontradas em dois dias de investigações, sendo uma na Gleba Rio Vermelho e três na região da Vila Goulart; polícia investiga ligação com facções criminosas e desaparecimento de morador local

Nesta quarta-feira (12), a Polícia Civil de Rondonópolis localizou um cemitério clandestino em uma área de mata próximo ao Rio Vermelho, na região da Vila Goulart, dentro do perímetro urbano de Rondonópolis, onde, durante investigações, foram encontrados até o momento, três corpos enterrados. As vítimas estavam em avançado estado de decomposição, e uma delas tinha os pés e as mãos amarrados. Perto dos corpos, foram encontrados calçados e roupas, que podem ajudar nas investigações.

 

As buscas contaram com o apoio do Corpo de Bombeiros de Rondonópolis, que utilizou um cão farejador, e o local foi periciado pela equipe da Politec. A investigação começou a partir das diligências para apurar o desaparecimento de Policarpo Pereira Alves, de 38 anos, que sumiu em 13 de dezembro de 2024, após sair de casa dizendo que iria à farmácia. Desde então, ele não deu mais notícias.

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Os corpos encontrados foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para exames periciais que vão apurar as causas das mortes, o período em que ocorreram e permitir a identificação das vítimas. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que as vítimas tenham sido mortas por uma facção criminosa e aguarda os resultados dos exames para confirmar se alguma das vítimas é ligada ao caso de desaparecimento de Policarpo.

Corpo encontrado na Gleba Rio Vermelho

Na terça-feira (11), a Polícia Civil de Rondonópolis localizou mais um corpo, desta vez na Cleba Rio Vermelho, zona rural da cidade. O cadáver, encontrado em avançado estado de decomposição, estava enterrado em uma cova rasa. A vítima, um homem com mais de 40 anos, foi encontrada com os pés e as mãos amarrados e possivelmente enrolada em um lençol.

 

Embora ainda não haja confirmação oficial, a Polícia Civil trabalha com a possibilidade de que as mortes estejam ligadas a facções criminosas, o que poderá ser confirmado após os exames periciais que serão realizados no Instituto Médico Legal

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(IML) de Rondonópolis.

 

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