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Algemado no camburão da PM homem que matou filho recebe ameaças chocantes; Veja o Vídeo

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Um crime brutal que chocou o Brasil ganhou um novo capítulo na madrugada deste sábado (24). Fernando Batista de Melo, 48 anos, foi preso acusado de matar o próprio filho, o menino Manoel Franco de Melo Neto, de apenas 3 anos, em um caso que gerou revolta em todo o país. 

O crime que gerou indignação nacional

O homicídio ocorreu na noite de quinta-feira (22), na zona norte de Manaus, no bairro Cidade de Deus. Segundo a investigação da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), Fernando discutiu com a ex-companheira antes do brutal crime. Após a discussão, ele se trancou no banheiro do apartamento com o filho pequeno e cometeu o homicídio.

 

O corpo da criança foi encontrado sem vida dentro do banheiro, e as primeiras imagens e relatos da cena circularam amplamente nas redes sociais, causando repulsa e pedidos de justiça por parte de internautas e autoridades.

Causa da morte e laudo pericial

De acordo com o laudo do Instituto Médico Legal (IML), a morte de Manoel foi causada por asfixia mecânica, conforme resultado divulgado nesta sexta-feira (23). A perícia descartou a hipótese de esfaqueamento, inicialmente cogitada nas horas seguintes ao crime.

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O delegado responsável pela investigação confirmou que não foi encontrada qualquer lesão perfuro-cortante no corpo da vítima, reforçando que a criança não teve chance de defesa diante da ação.

Prisāo após intensa mobilização policial

Após mais de 24 horas de buscas, Fernando Batista de Melo foi capturado na madrugada de hoje. A operação envolveu forças integradas da Polícia Civil e Polícia Militar do Amazonas, que intensificaram rondas e diligências na zona norte da capital.

 

As imagens da ação policial mostram o momento em que o suspeito é algemado e levado sob escolta, sendo recolhido por agentes após ser localizado em ponto ainda não divulgado oficialmente pelas autoridades.

Revolta nas redes e repercussão

Nas redes sociais, moradores de Manaus e cidadãos de outras regiões reagiram com revolta e indignação ao crime, com comentários condenando a brutalidade e clamando por justiça. Frases fortes e ameaças de retaliação apareceram em postagens dirigidas ao autor no momento em que ele estava detido no camburão da polícia reflexo do sentimento de revolta provocado pelo homicídio.

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O caso ganhou grande destaque na imprensa nacional e nas redes sociais, colocando novamente em foco o debate sobre violência doméstica e proteção às crianças.

Contexto familiar e investigação

Autoridades informaram que Fernando e a mãe da criança mantinham um relacionamento conturbado e recente término, o que pode ter motivado a discussão que antecedeu o crime. A Polícia Civil investiga ainda outros detalhes e possíveis fatores que contribuíram para a tragédia.

 

O suspeito está agora à disposição da Justiça e responderá por homicídio qualificado, com agravante por ser contra vítima absolutamente indefesa, conforme determinação legal vigente.

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