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Pesquisa da Fundação Rio Verde busca ampliar eficiência no combate ao bicudo-do-algodoeiro

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Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Rio Verde, em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), busca aprofundar o conhecimento sobre o bicudo-do-algodoeiro e melhorar as estratégias de controle da praga nas lavouras de algodão do estado.

O estudo investiga parâmetros biológicos do inseto, sua sobrevivência entre safras, movimentação no ambiente e comportamento durante períodos de transição climática, como a passagem do período chuvoso para a estiagem.

Segundo os pesquisadores, o objetivo é comparar dados atuais com estudos antigos e entender possíveis diferenças de comportamento do inseto nas condições produtivas de Mato Grosso, um dos maiores polos algodoeiros do país.

A pesquisa também observa a permanência do bicudo em áreas agrícolas mesmo fora do período principal da cultura, incluindo plantas voluntárias e vegetação espontânea, o que pode indicar mudanças no padrão tradicional de dormência da praga.

Além do aspecto biológico, o trabalho também avalia a eficiência de métodos de controle, como aplicação de defensivos, uso de tecnologias e possíveis avanços no melhoramento genético do algodão.

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A iniciativa busca gerar uma base técnica mais atualizada para auxiliar produtores no manejo mais eficiente da praga e reduzir prejuízos na cotonicultura.

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