POLÍCIA

Servidora da AL-MT é presa por suspeita de tráfico e perde cargo horas depois

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A servidora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Márcia de Souza Santos, foi presa na tarde desta quinta-feira (11), por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas. Poucas horas após a prisão, ela acabou exonerada do cargo que ocupava no Parlamento estadual.

Márcia atuava como assessora parlamentar na Primeira Secretaria da Mesa Diretora da ALMT. A exoneração foi assinada pelo presidente da Assembleia, deputado Max Russi (Podemos), e passou a valer a partir do mesmo dia da prisão.

A decisão foi publicada por meio do Ato nº 1466/2026. No documento, a Mesa Diretora informa a exoneração da servidora com base nas atribuições previstas no Regimento Interno da Casa.

A prisão ocorreu em cumprimento a um mandado expedido pela 5ª Vara Criminal de Sinop. Após ser detida, Márcia foi apresentada em audiência de custódia, onde teve a prisão preventiva mantida pelo juiz Anderson Clayton Dias Batista.

Durante a decisão, o magistrado afirmou que o mandado foi cumprido de forma regular e que permanecem presentes os requisitos que justificaram a decretação da prisão preventiva.

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O juiz também destacou que não houve fatos novos capazes de alterar o cenário investigado ou justificar a revogação da medida cautelar. Para ele, a manutenção da prisão ainda é necessária diante do “perigo gerado pelo eventual estado de liberdade”.

Com isso, a ex-servidora seguirá presa enquanto o caso continua em andamento na Justiça. A investigação apura a suspeita de envolvimento dela com o tráfico de drogas.

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