LUCAS DO RIO VERDE

CAC é preso com pistola 9 mm após ignorar ordem para entregar armas em Lucas do Rio Verde

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Um homem foi preso nesta terça-feira (4), após descumprir uma decisão judicial que havia suspendido sua posse e seu porte de armas. A prisão ocorreu durante uma ação da Polícia Civil relacionada a uma investigação de violência doméstica em Lucas do Rio Verde.

Segundo a Polícia Civil, a ex-companheira do suspeito procurou a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher e registrou uma ocorrência. Durante o depoimento, ela informou que o homem possuía diversas armas de fogo e relatou que já teria sido agredida com coronhadas de uma pistola.

Diante da gravidade das declarações, a Justiça concedeu medidas protetivas à vítima e determinou a suspensão imediata da posse e do porte de armas do investigado, que seria registrado como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador, conhecido como CAC.

Mesmo intimado e ciente da decisão, o homem não entregou voluntariamente os armamentos.

A delegada Paula, titular da unidade especializada no atendimento à mulher, representou à Justiça pela expedição de um mandado de busca e apreensão. A solicitação foi autorizada pelo Poder Judiciário de Lucas do Rio Verde.

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Após levantamentos realizados pelo setor de investigação, os policiais cumpriram buscas em três endereços ligados ao suspeito: o estabelecimento onde ele exercia suas atividades profissionais, sua residência e uma propriedade rural na região de Tapurah.

Durante a operação, o homem foi localizado dentro de um veículo, portando uma pistola calibre 9 milímetros. Ele foi preso em flagrante, pois estava proibido judicialmente de possuir ou portar qualquer arma de fogo.

De acordo com a polícia, as guias de trânsito relacionadas aos armamentos também estavam vencidas e não poderiam ser utilizadas para justificar o transporte da pistola.

Nos imóveis localizados em Lucas do Rio Verde, os investigadores encontraram munições e armas de fogo de grosso calibre. Todo o material foi recolhido e será encaminhado para os procedimentos periciais e investigativos.

A Polícia Civil destacou que o suspeito poderia ter entregado voluntariamente as armas quando recebeu a intimação sobre as medidas protetivas. Como ele decidiu permanecer com o armamento, foi necessária a expedição do mandado judicial.

O caso continua sendo investigado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher. O nome do suspeito não foi divulgado.

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